Projeto Pedagógico do Curso - 2022

Arquivo
PROJETO DE LICEN GEOGRAFIA EAD 22.pdf
Documento PDF (2.9MB)
                    SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS

CURSO DE
LICENCIATURA EM
GEOGRAFIA EAD

MACEIÓ/ALAGOAS
2022

UNIVERSIDADE FEDERAL DE
ALAGOAS

INSTITUTO DE GEOGRAFIA,
DESENVOLVIMENTO E MEIO
AMBIENTE

CURSO DE LICENCIATURA EM GEOGRAFIA EAD

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO

Maceió/Alagoas
2022

EQUIPE RESPONSÁVEL
Coordenadora do Curso
Dra. Gilcileide Rodrigues da Silva
Vice Coordenador do Curso
Dr. Bruno Ferreira
Núcleo Docente Estruturante (NDE)
Dr. Paulo Rogério de Freitas Silva
Dr. Jório Bezerra Cabral Júnior
Dr. Kinsey Santos Pinto
Dra. Maria Francineila Pinheiro Santos
Dra. Nivaneide Alves de Melo Falcão
Colegiado do Curso

Membro Docente

Dra. Gilcileide Rodrigues da Silva
Dr. Bruno Ferreira
Dra. Silvana Quintella Cavalcanti Calheiros
Dr. Kinsey Santos Pinto
Dr. José Vicente Ferreira Neto

Membro Discente

Wagner dos Santos (CAGEO)

Membro
Administrativo

TécnicoAndreson Rodrigo de Lima Melo

Apoio Executivo: NDE; PROGRAD; PROEX; CIED.

DADOS DA INSTITUIÇÃO
Mantenedora:
Vínculo Institucional:
Capital:
CNPJ:
Dependência:
Mantida:
UFAL
Reitor:
Vice-Reitora:
Código:
Município-Sede:
Estado:
Região:
Endereço do Campus sede
Telefone
Portal Eletrônico:

Ministério da Educação (MEC)
Universidade Aberta do Brasil (UAB)
Brasília - Distrito Federal (DF)
00.394.445/0188-17
Administrativa Federal
Universidade Federal de Alagoas (Ufal)
Coordenadoria Institucional Educação a Distância (CIED)
Dr. Josealdo Tonholo
Dra. Eliane Aparecida Holanda Cavalcanti
577
Maceió
Alagoas
Nordeste
Av. Lourival de Melo Mota, rodovia BR-104, km 14,
Campus A. C. Simões – Cidade Universitária, Maceió,
Alagoas. CEP: 57.072-970.
(82) 3214 1100
www.ufal.edu.br

DADOS DO CURSO
Nome do Curso:
Título Conferido:
Curso:
Habilitação:
Campus
Unidade Acadêmica
Endereço:
Telefone
Portal Eletrônico:
Forma de Ingresso
Atos Legais:
Portaria de autorização:
Portaria de Reconhecimento
Modalidade

Licenciatura em Geografia EaD
Licenciado em Geografia
1298975
Licenciado em Geografia
Aristóteles Calazans Simões – Cidade Universitária
Instituto de Geografia, Desenvolvimento e Meio
Ambiente (IGDema)
Av. Lourival de Melo Mota, rodovia BR-104, km 14
- Cidade Universitária – Maceió, Alagoas - CEP:
57.072 - 970. Bloco 06.
(82) 3214 1442
http://igdema.ufal.br/
Processo seletivo - COPEVE

Financiamento
Carga Horária total:

Portaria Nº 30.428, de 22 de outubro de 1952
Portaria Nº 796 de 14 de dezembro de 2016
Educação a distância
Universidade Aberta do Brasil (UAB/MEC) Dec.
5.622/2005/MEC Edital 01 de /16/12/2005 MEC
Decreto 5.800 de 8/06/200 Lei nº 11.273, de 6 de
fevereiro de 2006. Portaria nº 7, de 22 de fevereiro
de 2006.
Edital Nº 9/2022
MEC/FNDE/SEED
3.200 h

Tempo de integralização:

EAD

Vagas autorizadas por Polo:

30 vagas
Nome: Gilcileide Rodrigues da Silva
Formação acadêmica: Licenciada em Geografia
Titulação: Doutora em Geografia
Regime de trabalho: Dedicação Exclusiva

Programa

Coordenadora

Duração mínima: 08 (oito) períodos
Duração máxima: 12 (doze) períodos

CORPO DOCENTE CREDENCIADO E COM PORTARIA DO CURSO
DE LICENCIATURA EM GEOGRAFIA EAD
NOME

TÍTULO
Dr. Sc.
Dr. Sc.
Dr. Sc.
Dr. Sc
Dr. Sc
Dr. Sc.
Dr. Sc.
Dr. Sc.
Dr. Sc.
Dr. Sc.
Dr. Sc.
Dr. Sc.
Dr. Sc.
Dr. Sc.

1 Antonio Alfredo Teles de Carvalho
2 Bruno Ferreira
3 Cirlene Jeane Santos e Santos
4 Geraldo Inácio Martins
5 Gilcileide Rodrigues da Silva
6 Jose Vicente Ferreira Neto
7 Jório Bezerra Cabral Júnior
8 Kinsey Santos Pinto
9 Kleython de Araujo Monteiro
10 Maria Francineila Pinheiro dos Santos
11 Nivaneide Alves de Melo Falcão
12 Paulo Rogério de Freitas Silva
13 Silvana Quintella Cavalcanti Calheiros
14 Rodrigo Pereira

C.H.
DE
DE
DE
DE
DE
DE
DE
DE
DE
DE
DE
DE
DE
DE

CORPO TÉCNICO
NOME
1 Andreson Rodrigo de Lima Melo

FUNÇÃO
Assistente em Administração

C.H.
40h

LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS

AVA Ambientes Virtuais de Aprendizagens
CAPES Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
CCEN – Centro de Ciências Exatas e Naturais
CES – Câmara de Ensino Superior
CNE – Conselho Nacional de Educação
CNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
Consuni – Conselho Universitário
CPA – Comissão Própria de Avaliação
CTC-ES – Conselho Técnico-Científico da Educação Superior
CTS - Relações Ciência, Tecnologia e Sociedade
DCN – Diretrizes Curriculares Nacionais
DPEE – Diretoria de Políticas de Educação Especial
Enem – Exame Nacional do Ensino Médio
GEM1 – Departamento de Geociências em Departamento de Geografia e Meteorologia
GEM2 – Departamento de Geografia e Meio Ambiente
GET - Departamento de Geologia e Topografia
IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
IDEB – Índice de Desenvolvimento da Educação Básica
IDH – Índice de Desenvolvimento Humano
IES – Instituição de Ensino Superior
IGDema – Instituto de Geografia, Desenvolvimento e Meio Ambiente
Igeo – Instituto de Geociências
LDB – Leis de Diretrizes e Bases
MEC – Ministério da Educação
MET – Departamento de Meteorologia
NAE – Núcleo de Assistência ao Estudante
ONG – Organização Não-Governamental
PDI – Plano de Desenvolvimento Institucional
PDU – Plano de Desenvolvimento da Unidade
PNE - Plano Nacional da Educação
PPC – Projeto Pedagógico de Curso
PPI – Pretos, Pardos e Indígenas
Proex – Pró-Reitoria de Extensão
Prograd – Pró-Reitoria de Graduação
Secadi – Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão
TCC – Trabalho de Conclusão de Curso
TIC – Tecnologia de Informação e Comunicação
UFAL – Universidade Federal de Alagoas

SUMÁRIO
1 APRESENTAÇÃO .................................................................................................. 9
1.1 Contextualização ............................................................................................. 10
1.2 Contexto Territorial e Regional..................................................................... 12
1.3 Histórico do Curso .......................................................................................... 14
2 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICA PEDAGÓGICA ................................................ 16
2.1 Políticas institucionais no âmbito do Curso ................................................. 16
2.1.1 Pesquisa ...................................................................................................... 17
2.2 Objetivos do Curso ......................................................................................... 19
2.2.1 Objetivo Geral ............................................................................................ 19
2.2.2 Objetivos Específicos ................................................................................. 20
2.3 Competências e Habilidades .......................................................................... 21
2.4 Competências Gerais ...................................................................................... 21
2.5 Competências Específicas e Habilidades ...................................................... 23
2.6 Perfil Profissional do Egresso ........................................................................ 33
2.7 Atuação Profissional ....................................................................................... 34
2.8 Estrutura Curricular ...................................................................................... 35
2.9 Conteúdos Curriculares ................................................................................. 41
2.9.1 Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) ...................................................... 43
2.9.2 Práticas Pedagógicas (PP) .......................................................................... 43
2.10 Temas Contemporâneos Transversais ........................................................ 47
2.11 Matriz Curricular ......................................................................................... 51
2.12 EMENTAS..................................................................................................... 54
2.12.1 Ementas do Grupo I ................................................................................. 54
2.12.2 Ementas do Grupo II ................................................................................ 66
2.12.3 Ementas do Grupo III – Práticas Pedagógicas ......................................... 89
3 METODOLOGIA.................................................................................................. 99
4 ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO ........................................... 102
4.1Estágio Curricular Supervisionado: Educação Básica .............................. 106
4.2 Estágio Curricular Supervisionado: Teoria e Prática ............................... 109
5 ATIVIDADES ACADÊMICA-CIENTÍFICA E CULTURAIS ...................... 111
6 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) ..................................... 115

7 APOIO DISCENTE............................................................................................. 117
7.1 Acolhimento e Permanência ........................................................................ 117
7.2 Acessibilidade ................................................................................................ 118
7.3 Centro Acadêmico......................................................................................... 121
8 ATIVIDADES DE EXTENSÃO ........................................................................ 122
8.1 Introdução ..................................................................................................... 122
8.2 Características do Curso .............................................................................. 124
8.3 Atividades de Extensão da Unidade (IGDema) .......................................... 125
8.4 Programa de Extensão.................................................................................. 132
8.4.1 Projetos de Extensão, Cursos de Extensão e Eventos .............................. 133
8.4.2 Programa Integralizado de Extensão (PIEX) ........................................... 135
9 GESTÃO DO CURSO E PROCESSOS DE AVALIAÇÃO INTERNA E
EXTERNA............................................................................................................... 143
9.1 Avaliação de Curso ....................................................................................... 144
9.2 Avaliação do Projeto Pedagógico ................................................................ 146
9.3 Avaliação Institucional ................................................................................. 147
10 ATIVIDADE DE TUTORIA ............................................................................ 147
10.1 Tutoria: conhecimentos, habilidades e atitudes necessárias às atividades
de tutoria .............................................................................................................. 149
10.2 Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) no processo ensinoaprendizagem ...................................................................................................... 150
10.3 Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) ............................................. 151
11 CORPO DOCENTE E TUTORIAL ................................................................ 153
11.1 Núcleo Docente Estruturante (NDE)......................................................... 153
11.3 Equipe multidisciplinar .............................................................................. 156
11.4 Coordenador de Curso ............................................................................... 157
11.5 Corpo docente: titulação ............................................................................ 158
11.6 Experiência no exercício da docência na educação a distância .............. 159
11.7 Colegiado do Curso..................................................................................... 159
11.8 Experiência no exercício da tutoria na educação a distância ................. 160
11.9 Titulação e formação do corpo de tutores do curso ................................. 161
11.10 Experiência do corpo de tutores em educação a distância .................... 161
11.11 Interação entre tutores ............................................................................. 161
11.12 Número de vagas ....................................................................................... 162

12 INFRAESTRUTURA ........................................................................................ 164
12.1 Espaço de trabalho para o coordenador ................................................... 164
12. 2 Infraestrutura dos Polos............................................................................ 164
12.2.1 Polo Arapiraca ........................................................................................ 164
12.2.2 Polo Maceió ........................................................................................... 165
12.2.3 Polo Maragogi ........................................................................................ 165
12.2.4 Polo Cajueiro .......................................................................................... 166
12.2.5 Polo São José da Laje ............................................................................. 167

9

1 APRESENTAÇÃO
O presente projeto pedagógico do curso, atende ao Edital UAB n⁰ 09/2022
destinado a Chamada para articulação de cursos superiores na modalidade EaD no
âmbito do Programa Universidade Aberta do Brasil (UAB). A proposta do Curso fez
parte da seleção de abertura de novos cursos para formação de professores e demais
profissionais da Educação Básica e no âmbito do Edital UAB 2022/2025, foi deferida
integralmente, para os respectivos períodos previstos 08/2022 e 01/2024, ambos, com
150 vagas, que estarão distribuídas em 05 polos no estado de Alagoas.
O Curso de licenciatura em Geografia EaD se fundamenta pelas orientações
normativas da Lei nº 9.394/96 que versa sobre as Diretrizes e Bases da Educação
Nacional (LDB) e as Diretrizes Curriculares Nacionais para a formação inicial de
professores para a educação básica e instituída pela Base Nacional Comum para a
formação inicial de professores da educação básica (BNC-formação).
O Curso de Licenciatura em Geografia na modalidade EaD é um dos cursos,
aprovados pela UFAL, que atende aos instrumentos legais vigentes, numa perspectiva
de assegurar a formação de professores, primando pela qualidade do ensino e da
aprendizagem na modalidade EaD, que aos poucos adquire mais experiência, tanto
nesta universidade, como na educação superior do País.
O Projeto do Curso está organizado em três dimensões: dimensão de
organização didática pedagógica, dimensão referente ao corpo docente e tutorial e a
dimensão de infraestrutura (BRASIL/INEP, 2018). As três dimensões estão amparadas
nos respectivos dispositivos legais: Resolução CNE/CP n 2/2019 para a formação de
professores da educação básica, considerando a Resolução CNE/CP n⁰ 1/2020 (DCNs
para a Formação Continuada de Professores e BNC-Formação Continuada); Resolução
CNE/CP n⁰ 2/2017 acerca da Base Nacional Comum Curricular (BNCC); Resolução
CNE/CP n⁰ 4/2018 que trata da Base Nacional Comum para o Ensino Médio (BNCCEM), o Parecer CNE/CP n⁰ 22/2019 e outros.
Para o Curso na modalidade EaD considerou-se os respectivos dispositivos
legais: Resolução CNE/CS nº 1/2016, (11.03.2016) que estabeleceu as Diretrizes e
Normas Nacionais para a Oferta de Programas e Cursos de Educação Superior na
Modalidade a Distância; Decreto nº 9.057, (25.05.2017) que regulamentou o Art. 80
da Lei nº 9.394, (20.12.1996) que estabeleceu as diretrizes e bases da educação

10

nacional; e a Portaria MEC nº 2.117, (06.12.2019) que trata da oferta de carga horária
na modalidade de ensino a Distância - EaD em cursos de graduação presenciais
ofertados por Instituições de Educação Superior - IES pertencentes ao Sistema Federal
de Ensino.
Os procedimentos metodológicos estão articulados em desenvolver o
conhecimento do conteúdo, conhecimento pedagógico e conhecimento tecnológicodigital, em consonância com a Resolução CNE/CS nº 1/2016, (11.03.2016), que
compreende a modalidade EaD como indissociável ao desenvolvimento institucional,
articulado com o planejamento e projeto institucional da IES, compondo as dimensões
e índices de desempenho da IES, estando sujeita à avaliação institucional externa. A
modalidade EaD no ensino superior pode auxiliar novas configurações da educação a
distância ou apenas sendo em si mesma, um meio de aperfeiçoar, como forma de
encurtar as distâncias ou dificuldades socioeconômicas de acesso à educação superior
no Estado de Alagoas.

1.1Contextualização
A Universidade Federal de Alagoas (UFAL) foi instalada a partir da Lei nº 3.867
de 25 de janeiro de 1961, reunindo as faculdades de Direito (1933), Medicina (1951),
Filosofia (1952), Economia (1955) e Odontologia (1957), tornando-se assim
instituição de ensino superior com personalidade jurídica de direito público federal,
inscrita no CNPJ 24.464.109/0001-48, sediada na avenida Lourival de Melo Mota, s/n,
Campus Aristóteles Calazans Simões, no município de Maceió, estado de Alagoas,
CEP.: 57.072-970.
Em 2002, a UFAL foi credenciada para oferta de cursos na modalidade de
Educação à Distância pela Portaria Nº 2.628, de 18 de setembro de 2002. São 41 anos
de diferença entre o início das atividades em ensino presencial na UFAL e o início das
atividades em ensino à distância. O ensino à distância funciona há 19 anos da UFAL e
está presente em diferentes municípios (Mapa 1).

11

Mapa 1 – Polos EaD Ativos, Provisórios e em Negociação

Fonte: CIED/ IGDEMA (2021)

A UFAL, através da Coordenadoria Institucional de Educação a Distância
(CIED), conta com 13 polos educacionais ativos, 01 provisório e 04 em negociação para a
implantação no Estado de Alagoas para os cursos da Educação à Distância, através do
sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB).
A CIED é um órgão de apoio acadêmico vinculado à Reitoria da UFAL, que
coordena os planos de ações de Educação à Distância na instituição. É importante
destacar que essa universidade foi pioneira em Alagoas na oferta de cursos de
graduação a distância, desde 1996, visando à formação dos professores da rede pública
que atuam nos anos iniciais do Ensino Fundamental, criou o curso de Licenciatura em
Pedagogia, sendo também o primeiro curso de graduação a distância a ser reconhecido
pelo MEC em Alagoas (UFAL/CIED, 2021).

12

1.2 Contexto Territorial e Regional
O estado de Alagoas abrange uma extensão de 27.848,14 km², segundo o IBGE
(2017), concentrando uma população estimada em 3.375.823 habitantes, conforme
estimativa do IBGE 2020, constituindo uma densidade demográfica de 121,22
hab./km². O Censo Demográfico a ponta que aproximadamente 73,64% desses
habitantes residem nas zonas urbanas dos 102 municípios (IBGE, 2010).
O estado de Alagoas concentra em seu território, 102 municípios, distribuídos
em três Mesorregiões Geográficas, sendo elas, Leste Alagoano, Agreste Alagoano e
Sertão Alagoano. Essas três Mesorregiões Geográficas são divididas em 13
Microrregiões Geográficas, considerando a metodologia utilizada para definir esses
arquétipos regionais e suas nomenclaturas.
Pautada em nova metodologia, a partir de 2017, segundo a “Divisão Regional
do Brasil em Regiões Geográficas Imediatas e Regiões Geográficas intermediárias, o
território alagoano é regionalizado a partir de duas regiões geográficas intermediarias
denominadas de Maceió e Arapiraca e em onze regiões geográficas imediatas,
denominadas de Maceió, Porto Calvo, União dos Palmares, Atalaia, São Miguel dos
Campos e Penedo, no contexto regional da região de Maceió e, Arapiraca, Palmeira
dos Índios, Pão de Açúcar – Olho d’Água das Flores – Batalha, Santana do Ipanema e
Delmiro Gouveia, no contexto regional de Arapiraca.
No que se refere a rede urbana de Alagoas e seus tentáculos no contexto
regional nordestino, a mesma está hierarquizada a partir da metrópole Recife, sendo
assim organizada: capital regional A – Maceió; capital regional C – Arapiraca,
atestando a inexistência de capital regional B; Centros sub-regionais B - Penedo,
Delmiro Gouveia, Palmeira dos Índios, Santana do Ipanema, São Miguel dos Campos
e União dos Palmares, atestando a inexistência de centros sub-regionais A; e centros
de Zona B - Coruripe, Olho d´Água das Flores, Pão de Açúcar, Porto Calvo e Viçosa,
atestando a inexistência de centros de zona A. Os demais 89 municípios de Alagoas
foram hierarquizados como centros locais (REGIC, 2020).
Essa hierarquia demonstra que a maior parte dos 102 municípios alagoanos
estão classificados como locais, isto é, o último nível hierárquico que se define pelas
cidades que exercem influência restrita aos seus próprios limites territoriais,
apresentando fraca centralidade em suas atividades empresariais e de gestão pública,
geralmente tendo outros centros urbanos de maior hierarquia como referência para

13

atividades cotidianas de compras e serviços de sua população, bem como acesso a
atividades do poder público e dinâmica empresarial, segundo o (REGIC, 2020).
O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do estado de Alagoas
correspondente a 0,683, considerado um dos mais baixo do país, associado a outros
indicadores negativos relacionados a mortalidade infantil, violência, concentração de
renda e a menor expectativa de vida entre os estados brasileiros. Essa condição é
revelada, quando se constata que mais de 70% dos seus municípios estão entre os 20%
com menor IDH do País.
Atestamos que muitas sedes de municípios em Alagoas, são pequenas
localidades que se emanciparam, mas que nunca perderam a condição dependente da
antiga sede municipal, tais como, Pindoba, Mar Vermelho, Palestina, Olho d´Água
Grande, Belém, Tanque d´Arca Coqueiro Seco, Minador do Negrão, Jundiá e Paulo
Jacinto que possuem uma economia inferior a alguns bairros de Maceió.
O estado de Alagoas apresentou nos últimos anos resultados positivos nos 102
municípios, elevando Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) do
Estado no conjunto de escolas públicas e privadas. Nos anos iniciais de 4ª. e 5º. do
Fundamental 5,9; nos anos finais de 8º. a 9º. Do Fundamental alcançou 4,9. E continua
com resultados ainda baixos no Ensino Médio com 4,2 (IDEB/INEP, 2019).
Diante deste cenário, as ações da UFAL assumem posição de destaque se
constituindo em uma iniciativa relevante no sentido de reverter os indicadores sociais
negativos, contribuindo para o fortalecimento da qualidade no ensino de graduação.
A inserção socioespacial da UFAL leva em consideração as demandas
apresentadas pela formação de profissionais em nível superior e a divisão do Estado
em suas mesorregiões geográficas, microrregiões geográficas e em regiões geográficas
intermediarias regiões geográficas imediatas, assim como em suas regiões
metropolitanas. Essa configuração espacial é contemplada com uma oferta acadêmica
que respeita as características econômicas e sociais de cada região, estando as suas
unidades instaladas em cidades polos consideradas fomentadoras do desenvolvimento
local.

14

1.3 Histórico do Curso
A criação do Curso data de abril de 2010 conforme registros do Projeto
Político Pedagógico (PPP) EaD Licenciatura em Geografia IGDEMA/UFAL/UAB. A
carga horária total foi de 3.180 horas, com tempo de integralização em 4 anos divido
em 8 módulos. Estava prevista a oferta de 200 vagas anuais, a equipe de elaboração
estava vinculada ao Instituto de Geografia, Desenvolvimento e Meio Ambiente
(IGDEMA), que se dividiram ainda na integração da composição de coordenação de
tutoria, colegiado de curso, suplência e outros.
As primeiras turmas ingressaram no Curso em 2013.2. A segunda turma em
2014.1 e a terceira turma com a situação “cursando” ingressou em 2018.1. As turmas
ingressas estão em conformidade com a matriz curricular prevista no PPP de 2013.
Atualmente, encontram-se matriculados no curso de Licenciatura em Geografia EaD
estudantes dos municípios de Arapiraca, Maceió e Matriz de Camaragibe.
O Curso de Licenciatura em Geografia EaD faz parte do IGDema que oferece
vagas nos cursos de Geografia Bacharelado (presencial) e Geografia Licenciatura
(presencial e a distância), na especialização em Análise Ambiental e em Ensino de
Geografia EaD, e no mestrado em Geografia, este último teve sua proposta aprovada pela
CAPES, durante a 151ª reunião do Conselho Técnico-Científico da Educação Superior
(CTC-ES).
Na última avaliação à classificação do curso obteve o resultado satisfatório em
relação aos demais cursos do estado de Alagoas que ofertam o Curso de Licenciatura e
Bacharelado em Geografia, conforme o Cadastro e-MEC (MEC, 2019). Os cursos de
Geografia da UFAL com os dados mais recentes do Exame Nacional de Desempenho
dos Estudantes (ENADE), Conceito Preliminar de Curso (CPC), Conceito de Curso
(CC) e Indicador de Diferença entre os Desempenhos Observado e Esperado (IDD),
estes tiveram o seguinte desempenho (Quadro 1)
Quadro N⁰.1 Classificação de desempenho dos cursos de Geografia da UFAL/2018
Modalidade do curso de
Geografia
A Distância Licenciatura
Presencial Licenciatura
Presencial Bacharelado
Presencial Licenciatura

Localização/polo

ENADE

CPC

CC

IDD

2 municípios/AL
Delmiro Gouveia/AL
Maceió/AL
Maceió/AL

2 (2017)
2 (2017)
2 (2017)
3 (2017)

4 (2017)
3 (2017)
3 (2017)
3 (2017)

- (2017)
3 (2014)
4 (2018)
-

3 (2017)
2 (2017)
2 (2017)
3 (2017)

Fonte: MEC. Cadastro e-MEC, 2019

15

Na avaliação, o curso de Licenciatura em Geografia EaD, obteve nota 4 no
Conceito Preliminar de Cursos de 2017, tendo o mesmo, posteriormente, obtido
reconhecimento pela Portaria de nº 236 em 02 de abril de 2018, publicada no dia 03 de
abril de 2018. O último ingresso de estudantes ocorreu no semestre letivo 2018.1, após
esse processo de reconhecimento.

16

2 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICA PEDAGÓGICA
2.1 Políticas institucionais no âmbito do Curso
O Curso está fundamentado nos princípios filosóficos e técnico-metodológicos
gerais que norteiam as práticas acadêmicas da UFAL previstos em seu Plano de
Desenvolvimento Institucional (PDI), tais como: articulação entre teoria e prática;
interdisciplinaridade; flexibilidade curricular e articulação entre ensino, pesquisa e
extensão. O planejamento das atividades de ensino, pesquisa e extensão, dirigidas à
formação do Licenciado em Geografia, deverá estar voltado para o desenvolvimento e
aprendizagem de uma proposta integradora, partindo da observação, da vivência e
interação da realidade da atividade profissional, estimulando a produção de novos
conhecimentos, abarcando gradativamente outras dimensões.
De acordo com o atual Plano de Desenvolvimento da Unidade (PDUIGDema), as políticas institucionais de ensino, de extensão e de pesquisa são tratadas
no contexto da atuação acadêmica frente ao Plano Nacional da Educação (PNE) e das
Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) e a Resolução CNE/CP Nº 2, de 20 de
dezembro de 2019 que definiu as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação
Inicial de Professores para a Educação Básica e institui a Base Nacional Comum para
a Formação Inicial de Professores da Educação Básica (BNC-Formação).
No ensino a organização curricular compreende as três dimensões, destacados no
Parecer CNE/CP n⁰. 22/2019, a saber:
a) Conhecimento profissional – “pressupõe uma formação específica e permite
a atuação docente autônoma. Retrata a aquisição de saberes que dão
significado e sentido à prática profissional realizada em âmbito escolar”.
b) Prática Profissional – é vista como os conteúdos são trabalhados em
situação de aula: sequências didáticas, progressão e complexidade de
conhecimentos abordados, experiências práticas, planejamento reverso,
metodologias inovadoras e aprendizagem ativa e outros;
c)Engajamento profissional – considerado como fundamental e estruturante
para o exercício da ação docente. A prática profissional como a atividade
inseparável do conhecimento, pela qual o professor exerce sua habilidade
docente.

17

As três dimensões são fundamentais na composição das competências
profissionais dos professores e estão expressas no Projeto do Curso nos itens: estrutura
curricular e matriz curricular.
As atividades de extensão estão contidas no PDI da Ufal e expressas em
diferentes instrumentos normativos, como a Resolução 65/2014- CONSUNI-UFAL,
Art. 32, I, no qual a avaliação da Extensão Universitária no âmbito da Ufal levará em
conta o compromisso institucional com a estruturação e efetivação das ações de
extensão, traduzido por apoio financeiro, recursos humanos e pela efetividade da
extensão como componente curricular nos Projetos Político-Pedagógico dos Cursos;
Em consonância com a Resolução CNE/CES nº 7, (18.12.2018) que Estabelece as
Diretrizes para a Extensão na Educação Superior Brasileira e regimenta o disposto na
Meta 12.7 da Lei nº 13.005/2014, que aprovou o Plano Nacional de Educação (PNE)
2014-2024, na qual as atividades de extensão devem ter sua proposta,
desenvolvimento e conclusão, devidamente registrados, documentados e analisados,
de forma que seja possível organizar os planos de trabalho, as metodologias, os
instrumentos e os conhecimentos gerados.
Na Ufal a Resolução n⁰ 04/2018 CONSUNI/UFAL, regulamentou as ações de
Extensão como componente curricular obrigatório nos Projetos Pedagógicos dos
Cursos de Graduação da Ufal; e a INSTRUÇÃO NORMATIVA PROEX Nº 01/2021
(09.04.2021) que orienta os procedimentos para implantação da extensão como
componente curricular obrigatório nos projetos pedagógicos dos cursos de graduação
da Ufal. A organização das atividades de extensão está apresentada no item 8 do
Projeto do Curso.

2.1.1 Pesquisa

Os docentes do IGDema, com formações e especializações em diversas áreas
do conhecimento, desenvolvem não só suas atividades de ensino, mas, também seus
projetos de pesquisa, visando à construção do conhecimento como base do
desenvolvimento científico e tecnológico, buscando a solução para os problemas
atuais da sociedade nos diferentes campos da Geografia.

Dado o caráter interdisciplinar que lhe é inerente, a UFAL promove pesquisas
nas mais diversas áreas de conhecimento, incentivando a formação de grupos e

18

núcleos de estudo que atuam nas mais diversificadas linhas de pesquisa, considerando
a classificação das áreas de conhecimento do CNPq.
No âmbito do Curso de Geografia Licenciatura EaD as atividades de pesquisa
têm sido desenvolvidas com o apoio dos docentes e discentes da graduação em
participar de programas tais como: Programa Institucional de bolsas de Iniciação
Científica (PIBIC); Programa Interdisciplinar de Bolsa de Iniciação à Docência
(PIBID); Programa de Residência Pedagógica e Programa de Monitoria e outros.
É relevante destacar o papel institucional através do Programa Institucional de
Iniciação Científica (PIBIC) da Ufal que publicou no último Edital N° 05/2022
PROPEP/UFAL, cuja finalidades do Programa de desenvolver o pensamento científico
e iniciação à pesquisa de estudantes regulares de graduação, em todas as modalidades,
buscando contribuir para a formação de recursos humanos para a pesquisa e para
qualquer atividade profissional, além de contribuir para reduzir o tempo médio de
permanência dos estudantes (PROPEP/UFAL, 2022).
No Edital está expresso, item 2.4 que “a participação dos estudantes regulares
(graduações presenciais e graduações EaD)” nos programas podem ocorrer a bolsa ou
participar de forma voluntária. Mas, o Curso de Geografia EaD já incentiva docentes e
discentes a participarem do Programa.
Nesse sentido, os docentes de grupos de estudos e dos laboratórios de
pesquisas têm desempenhado um papel importante, fortalecendo as atividades de
pesquisa, auxiliando a produção de trabalhos de conclusão de cursos (TCC) de
graduação.
O IGDema através dos líderes de Grupo de Pesquisa, coordenadores de
laboratórios e de Núcleos de pesquisas podem dar suporte ao ensino e a pesquisa na
modalidade de licenciatura em Geografia EaD:
❖ Laboratório de Estudos Climáticos (LAEC)
❖ Laboratório de Ensino de Geografia de Alagoas (LEGAL);
❖ Laboratório de Geomorfologia e Solos (Geomorfos);
❖ Laboratório de Território, Turismo e Desenvolvimento (LTTD);
❖ Laboratório de Dinâmica e Estruturação Interna das Cidades, Planejamento e
Gestão (LDEICPG);
❖ Laboratório de Estudos Agrários e Dinâmicas Territoriais (LEADT);
❖ Laboratório de Geoprocessamento Aplicado (LGA);
❖ Laboratório de Informatização do Ensino (LIENS);

19

❖ Laboratório de Oceanografia Geológica (LOG);
❖ Laboratório de Sedimentologia Aplicada (LSA);
❖ Laboratório de Quantificação e Geoestatística (LQG);
❖ Grupo de Pesquisa Espaço, Sociedade e Cultura (ESC);
❖ Grupo de Pesquisa em Educação Geográfica (GPEG)
É importante destacar que em observância ao Edital SEI/CAPES/UAB No.
9/2022 os ambientes específicos obrigatórios são para os cursos de Física, Química,
Educação Física, Artes e Música. Os ambientes específicos são os laboratórios, vistos
como obrigatórios no curso ou nos Polos EaD UAB. Desse modo, não se aplica ao
Curso de Licenciatura em Geografia na modalidade EaD.

2.2 Objetivos do Curso
A finalidade do Curso de Licenciatura em Geografia EaD consiste em cumprir
com seu papel social e educacional no âmbito do sistema educacional, capaz de
vivenciar o momento histórico e a dinâmica da realidade socioeconômica. Nesse
sentido, não se pode deixar de reconhecer a contribuição que a Geografia oferece por
sua condição de ciência voltada ao estudo do espaço geográfico, enquanto dinâmico e
complexo, resultante das diversificadas das relações da sociedade com a natureza,
mediatizada pelo trabalho e seus instrumentos e técnicos.
E considerando a BNCC-Educação Básica, bem como das aprendizagens
essenciais a serem garantidas aos estudantes, quanto aos aspectos intelectual, físico,
cultural, social e emocional de sua formação, tendo como perspectiva o
desenvolvimento pleno das pessoas, visando à Educação Integral de acordo com
marcos legais vigente.
2.2.1 Objetivo Geral

Desenvolver a formação de licenciatura em Geografia a partir da compreensão
da Ciência Geográfica, embasado numa visão crítica da sociedade ao desenvolver a
capacidade reflexiva, crítica e criativa do futuro docente, alcançando uma autonomia
profissional em condições de assumir o exercício da docência nas instituições
educacionais do país.

20

2.2.2 Objetivos Específicos

a) Identificar, descrever, compreender, analisar e representar os sistemas naturais.
b) Identificar, descrever, analisar, compreender e explicar as diferentes práticas e
concepções concernentes ao processo de produção do espaço.
c) Selecionar a linguagem científica mais adequada para tratar a informação
geográfica, considerando suas características e o problema proposto.
d) Avaliar representações ou tratamentos; gráficos e matemático-estatísticos
e) Elaborar mapas temáticos e outras representações gráficas.
f) Dominar os conteúdos básicos que são objeto de aprendizagem nos níveis
fundamental e médio.
g) Organizar o conhecimento espacial adequando-o ao processo de ensinoaprendizagem em geografia nos diferentes níveis de ensino.
h) Propiciar condições ao alunado de atualização constante em relação ao
conhecimento geográfico e à dinâmica do processo ensino-aprendizagem.
i) Formar professores de Geografia com habilidades desenvolvidas na perspectiva
dos fundamentos didático-pedagógicos, capazes de, efetivamente, contribuírem
para a formação e exercício da cidadania.
j) Incentivar a formação do professor pesquisador considerando a importância da
prática da pesquisa para a elaboração de aulas e projetos pedagógicos que
ajudem a compreender a organização do espaço geográfico.
k) Garantir que os futuros docentes compreendam os processos de produção do
conhecimento e que saibam usar procedimentos de pesquisas, como
levantamento de hipóteses, delimitação de problemas, registro de dados,
sistematização das informações, análise e comparação de dados etc.
l) Trabalhar de modo interdisciplinar situações geográficas que contribuam para
o exercício de uma cidadania consciente.
m) Elaborar recursos didáticos que facilitem os processos de ensino-aprendizagem
da Geografia.
n) Utilizar tecnologias da informação nos processos de ensino e aprendizagem em
situações problemas pertinentes a Geografia.
o) Realizar através de projetos de extensão intervenções didáticas nas escolas,
campo de exercício da futura profissão.

21

p) Expressar comportamentos de solidariedade e de respeito a si e ao outro,
compreendendo seu papel social de educador e pesquisador em conhecimentos
científicos em Geografia.

2.3 Competências e Habilidades
Em consonância com a BNCC, em atendimento à LDB e ao Plano Nacional de
Educação (PNE), as competências gerais docentes, bem como as competências
específicas e as habilidades correspondentes a elas, que compõem a BNC-Formação.
Assim sendo, o Art. 4º As competências específicas se referem a três dimensões
fundamentais, as quais, de modo interdependente e sem hierarquia, se integram e se
complementam na ação docente:
I - Conhecimento Profissional: dominar os objetos de conhecimento e saber como
ensiná-los; demonstrar conhecimento sobre os estudantes e como eles aprendem;
reconhecer os contextos de vida dos estudantes; conhecer a estrutura e a governança
dos sistemas educacionais.
II - Prática Profissional: Planejar as ações de ensino que resultem em efetivas
aprendizagens; criar e saber gerir os ambientes de aprendizagem; avaliar o
desenvolvimento do educando, a aprendizagem e o ensino; e conduzir as práticas
pedagógicas dos objetos do conhecimento, as competências e as habilidades.
III - Engajamento Profissional: comprometer-se com o próprio desenvolvimento
profissional; comprometer-se com a aprendizagem dos estudantes e colocar em prática
o princípio de que todos são capazes de aprender; participar do Projeto Pedagógico da
escola e da construção de valores democráticos; e engajar-se, profissionalmente, com
as famílias e com a comunidade, visando melhorar o ambiente escolar.

2.4 Competências Gerais
As dez competências gerais definidas pela Resolução CNE/CP n° 2/2019 estão
assim elencadas no documento para formação inicial:
i)

Compreender e utilizar os conhecimentos historicamente construídos para
poder ensinar a realidade com engajamento na aprendizagem do estudante e na
sua própria aprendizagem colaborando para a construção de uma sociedade
livre, justa, democrática e inclusiva;

22

ii)

pesquisar, investigar, refletir, realizar a análise crítica, usar a criatividade e
buscar soluções tecnológicas para selecionar, organizar e planejar práticas
pedagógicas desafiadoras, coerentes e significativas;

iii)

valorizar e incentivar as diversas manifestações artísticas e culturais, tanto
locais quanto mundiais, e a participação em práticas diversificadas da produção
artístico-cultural para que o estudante possa ampliar seu repertório cultural;

iv)

utilizar diferentes linguagens – verbal, corporal, visual, sonora e digital – para
se expressar e fazer com que o estudante amplie seu modelo de expressão ao
partilhar informações, experiências, ideias e sentimentos em diferentes
contextos, produzindo sentidos que levem ao entendimento mútuo;

v)

compreender, utilizar e criar tecnologias digitais de informação e comunicação
de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas docentes,
como recurso pedagógico e como ferramenta de formação, para comunicar,
acessar e disseminar informações, produzir conhecimentos, resolver problemas
e potencializar as aprendizagens;

vi)

valorizar a formação permanente para o exercício profissional, buscar
atualização na sua área e afins, apropriar-se de novos conhecimentos e
experiências que lhe possibilitem aperfeiçoamento profissional e eficácia e
fazer escolhas alinhadas ao exercício da cidadania, ao seu projeto de vida, com
liberdade, autonomia, consciência crítica e responsabilidade;

vii)

desenvolver argumentos com base em fatos, dados e informações científicas
para formular, negociar e defender ideias, pontos de vista e decisões comuns,
que respeitem e promovam os direitos humanos, a consciência socioambiental,
o consumo responsável em âmbito local, regional e global, com
posicionamento ético em relação ao cuidado de si mesmo, dos outros e do
planeta;

viii)

conhecer-se, apreciar-se e cuidar de sua saúde física e emocional,
compreendendo-se na diversidade humana, reconhecendo suas emoções e as
dos outros, com autocrítica e capacidade para lidar com elas, desenvolver o
autoconhecimento e o autocuidado nos estudantes;

ix)

exercitar a empatia, o diálogo, a resolução de conflitos e a cooperação,
fazendo-se respeitar e promovendo o respeito ao outro e aos direitos humanos,
com acolhimento e valorização da diversidade de indivíduos e de grupos
sociais, seus saberes, identidades, culturas e potencialidades, sem preconceitos

23

de qualquer natureza, para promover ambiente colaborativo nos locais de
aprendizagem;
x)

agir e incentivar, pessoal e coletivamente, com autonomia, responsabilidade,
flexibilidade, resiliência, a abertura a diferentes opiniões e concepções
pedagógicas, tomando decisões com base em princípios éticos, democráticos,
inclusivos, sustentáveis e solidários, para que o ambiente de aprendizagem
possa refletir esses valores.

2.5 Competências Específicas e Habilidades
Quadro N⁰ 2 - Competências específicas e habilidades
Competência: I - Conhecimento
Profissional

Habilidades

Demonstrar
conhecimento
e
compreensão dos conceitos, princípios e
estruturas da Geografia na docência, do
conteúdo, da etapa, do componente e da
área do conhecimento na qual está
sendo habilitado a ensinar.

Demonstrar conhecimento sobre o
espaço geográfico e os processos pelos
quais as pessoas aprendem, devendo
adotar as estratégias e os recursos
pedagógicos alicerçados nas ciências da
Dominar os objetos de conhecimento educação
que
favoreçam
o
e saber como ensiná-los
desenvolvimento
dos
saberes
e
eliminem as barreiras de acesso ao
currículo.
Dominar os direitos de aprendizagem,
competências
e
objetos
de
conhecimento da área da docência em
Geografia estabelecidos na BNCC e no
currículo.
Reconhecer as evidências científicas
atuais advindas das diferentes áreas de
conhecimento, que favorecem o
processo de ensino, aprendizagem e
desenvolvimento dos estudantes;
Compreender e conectar os saberes

24

sobre a estrutura disciplinar e a BNCC,
utilizando este conhecimento para
identificar como as dez competências da
Base podem ser desenvolvidas na
prática, a partir das competências e
conhecimentos específicos de sua área
de ensino de Geografia e etapa de
atuação, e a interrelação da área com os
demais componentes curriculares.
Dominar o Conhecimento Pedagógico
do Conteúdo (CPC) tomando como
referência
as
competências
e
habilidades esperadas para cada ano ou
etapa.
Demonstrar conhecimento sobre as
estratégias de alfabetização, literacia e
numeracia, que possam apoiar o ensino
da Geografia e que sejam adequados à
etapa da Educação Básica.
Compreender como se processa o pleno
desenvolvimento da pessoa e a
aprendizagem em cada etapa e faixa
etária, valendo-se de evidências
científicas.
Demonstrar conhecimento sobre as
diferentes formas diagnóstica, formativa
e somativa de avaliar a aprendizagem
dos estudantes, utilizando o resultado
das avaliações para: (a) dar devolutivas
Demonstrar conhecimento sobre os que apoiem o estudante na construção
estudantes e como eles aprendem;
de sua autonomia como aprendente; (b)
replanejar as práticas de ensino para
assegurar
que
as
dificuldades
identificadas nas avaliações sejam
solucionadas nas aulas.
Conhecer os contextos de vida dos
estudantes, reconhecer suas identidades
e
elaborar
estratégias
para
contextualizar
o
processo
de
aprendizagem.
Articular estratégias e conhecimentos
que
permitam
aos
estudantes
desenvolver
as
competências
necessárias, bem como favoreçam o
desenvolvimento de habilidades de

25

níveis cognitivos superiores.
Aplicar
estratégias
de
ensino
diferenciadas em Geografia que
promovam a aprendizagem dos
estudantes com diferentes necessidades
e deficiências, levando em conta seus
diversos
contextos
culturais,
socioeconômicos e linguísticos.
Adotar um repertório adequado de
estratégias de ensino e atividades
didáticas
orientadas
para
uma
aprendizagem ativa e centrada no
estudante.
Identificar os contextos sociais,
culturais, econômicos e políticos das
escolas em que atua.
Compreender
os
objetos
de
Reconhecer os contextos de vida dos conhecimento que se articulem com os
estudantes;
contextos socioculturais dos estudantes,
para
propiciar
aprendizagens
significativas
e
mobilizar
o
desenvolvimento das competências
gerais.
Conhecer
o
desenvolvimento
tecnológico mundial, conectando-o aos
objetos de conhecimento, além de fazer
uso crítico de recursos e informações.
Reconhecer as diferentes modalidades
da Educação Básica nas quais se realiza
a prática da docência.
Compreender
como
as
ideias
filosóficas e históricas influenciam a
organização da escola, dos sistemas de
ensino e das práticas educacionais.
Conhecer a estrutura e a governança Dominar as informações sobre a
dos sistemas educacionais
estrutura do sistema educacional
brasileiro, as formas de gestão, as
políticas e programas, a legislação
vigente e as avaliações institucionais.
Conhecer a BNCC e as orientações
curriculares da unidade federativa em
que atua.

26

Competência: II - Prática
Profissional

Reconhecer as diferentes modalidades
de ensino do sistema educacional,
levando
em
consideração
as
especificidades e as responsabilidades a
elas atribuídas, e a sua articulação com
os outros setores envolvidos
Habilidades

Planejar as ações de ensino que Elaborar o planejamento dos campos de
resultem em efetivas aprendizagens;
experiência, das áreas, dos componentes
curriculares, das unidades temáticas e
dos objetos de conhecimento, visando
ao desenvolvimento das competências e
habilidades previstas pela BNCC.
Sequenciar os conteúdos curriculares,
as estratégias e as atividades de
aprendizagem com o objetivo de
estimular nos estudantes a capacidade
de aprender com proficiência.
Adotar um repertório diversificado de
estratégias
didático pedagógicas
considerando a heterogeneidade dos
estudantes (contexto, características e
conhecimentos prévios).
Identificar os recursos pedagógicos
(material didático, ferramentas e outros
artefatos para a aula) e sua adequação
para o desenvolvimento dos objetivos
educacionais previstos, de modo que
atendam às necessidades, os ritmos de
aprendizagem e as características
identitárias dos estudantes.
Realizar a curadoria educacional,
utilizar as tecnologias digitais, os
conteúdos virtuais e outros recursos
tecnológicos e incorporá-los à prática
pedagógica, para potencializar e
transformar
as
experiências
de
aprendizagem
dos
estudantes
e
estimular uma atitude investigativa.
Propor situações de aprendizagem
desafiadoras e coerentes, de modo que
se crie um ambiente de aprendizagem

27

produtivo e
estudantes.

confortável

para

os

Interagir com os estudantes de maneira
efetiva e clara, adotando estratégias de
comunicação verbal e não verbal que
assegurem o entendimento por todos os
estudantes.
Criar e saber gerir os ambientes de Organizar o ensino e a aprendizagem de
aprendizagem;
modo que se otimize a relação entre
tempo,
espaço
e
objetos
do
conhecimento,
considerando
as
características dos estudantes e os
contextos de atuação docente.
Criar ambientes seguros e organizados
que favoreçam o respeito, fortaleçam os
laços de confiança e apoiem o
desenvolvimento integral de todos os
estudantes.
Construir
um
ambiente
de
aprendizagem produtivo, seguro e
confortável
para
os
estudantes,
utilizando as estratégias adequadas para
evitar comportamentos disruptivos.
Dominar a organização de atividades
adequadas aos níveis diversos de
desenvolvimento dos estudantes.
Aplicar os diferentes instrumentos e
estratégias
de
avaliação
da
aprendizagem, de maneira justa e
comparável, devendo ser considerada a
heterogeneidade dos estudantes.
Avaliar
o
desenvolvimento
do Dar devolutiva em tempo hábil e
educando, a aprendizagem e o ensino
apropriada, tornando visível para o
estudante seu processo de aprendizagem
e desenvolvimento.
Aplicar os métodos de avaliação para
analisar o processo de aprendizagem
dos estudantes e utilizar esses
resultados para retroalimentar a prática
pedagógica.
Fazer
uso
de
sistemas
de
monitoramento,
registro
e
acompanhamento das aprendizagens

28

utilizando os recursos tecnológicos
disponíveis.
Conhecer, examinar e analisar os
resultados de avaliações em larga
escala, para criar estratégias de
melhoria dos resultados educacionais da
escola e da rede de ensino em que atua.
Desenvolver
práticas
consistentes
inerentes à área do conhecimento,
adequadas ao contexto dos estudantes,
Conduzir as práticas pedagógicas dos de modo que as experiências de
objetos
do
conhecimento,
as aprendizagem sejam ativas, incorporem
competências e as habilidades
as inovações atuais e garantam o
desenvolvimento
intencional
das
competências da BNCC.
Utilizar as diferentes estratégias e
recursos
para
as
necessidades
específicas
de
aprendizagem
(deficiências,
altas
habilidades,
estudantes de menor rendimento, etc.)
que engajem intelectualmente e que
favoreçam o desenvolvimento do
currículo com consistência.
Ajustar o planejamento com base no
progresso e nas necessidades de
aprendizagem
e
desenvolvimento
integral dos estudantes.
Trabalhar de modo colaborativo com
outras
disciplinas,
profissões
e
comunidades, local e globalmente.
Usar as tecnologias apropriadas nas
práticas de ensino.

Competência: III - Engajamento
Profissional

Fazer uso de intervenções pedagógicas
pertinentes para corrigir os erros
comuns apresentados pelos estudantes
na área do conhecimento
Habilidades

Construir um planejamento profissional
utilizando diferentes recursos, baseado
em autoavaliação, no qual se possa
identificar os potenciais, os interesses,
as necessidades, as estratégias, as metas

29

para alcançar seus próprios objetivos e
atingir sua realização como profissional
da educação.
Comprometer-se com o
desenvolvimento profissional;

próprio
Engajar-se em práticas e processos de
desenvolvimento de competências
pessoais, interpessoais e intrapessoais
necessárias para se autodesenvolver e
propor efetivamente o desenvolvimento
de competências e educação integral
dos estudantes.
Assumir a responsabilidade pelo seu
autodesenvolvimento
e
pelo
aprimoramento
da
sua
prática,
participando de atividades formativas,
bem
como
desenvolver
outras
atividades consideradas relevantes em
diferentes modalidades, presenciais ou
com uso de recursos digitais.

Engajar-se em estudos e pesquisas de
problemas da educação escolar, em
todas as suas etapas e modalidades, e na
busca de soluções que contribuam para
melhorar a qualidade das aprendizagens
dos
estudantes,
atendendo
às
necessidades de seu desenvolvimento
integral.
Engajar-se profissional e coletivamente
na construção de conhecimentos a partir
da prática da docência, bem como na
concepção, aplicação e avaliação de
estratégias para melhorar a dinâmica da
sala de aula, o ensino e a aprendizagem
de todos os estudantes
Participar do Projeto Pedagógico da Compreender o fracasso escolar não
escola e da construção de valores como destino dos mais vulneráveis, mas
democráticos;
fato histórico que pode ser modificado.
Comprometer-se com a aprendizagem
dos estudantes e colocar em prática o
princípio de que todos são capazes de
aprender.
Conhecer, entender e dar valor positivo
às diferentes identidades e necessidades
dos estudantes, bem como ser capaz de
utilizar os recursos tecnológicos como
recurso pedagógico para garantir a

30

inclusão, o desenvolvimento das
competências da BNCC e as
aprendizagens
dos
objetos
de
conhecimento para todos os estudantes.
Atentar nas diferentes formas de
violência física e simbólica, bem como
nas
discriminações
étnico-racial
praticadas nas escolas e nos ambientes
digitais, além de promover o uso ético,
seguro e responsável das tecnologias
digitais.
Construir
um
ambiente
de
aprendizagem
que
incentive
os
estudantes a solucionar problemas,
tomar decisões, aprender durante toda a
vida e colaborar para uma sociedade em
constante mudança.
Engajar-se, profissionalmente, com as Contribuir na construção e na avaliação
famílias e com a comunidade, visando do projeto pedagógico da escola,
melhorar o ambiente escolar.
atentando na prioridade que deve ser
dada à aprendizagem e ao pleno
desenvolvimento do estudante.
Trabalhar coletivamente, participar das
comunidades de aprendizagem e
incentivar o uso dos recursos
tecnológicos para compartilhamento das
experiências profissionais;
Entender a igualdade e a equidade,
presentes na relação entre a BNCC e os
currículos regionais, como contributos
da escola para se construir uma
sociedade mais justa e solidária por
meio da mobilização de conhecimentos
que enfatizem as possibilidades de
soluções para os desafios da vida
cotidiana e da sociedade.
Apresentar postura e comportamento
éticos que contribuam para as relações
democráticas na escola
Comprometer-se com a aprendizagem Comprometer-se com o trabalho da
dos estudantes e colocar em prática o escola junto às famílias, à comunidade e
princípio de que todos são capazes de às instâncias de governança da
aprender.
educação.
Manter comunicação e interação com as

31

famílias para estabelecer parcerias e
colaboração com a escola, de modo que
favoreça a aprendizagem dos estudantes
e o seu pleno desenvolvimento.
Saber comunicar-se com todos os
interlocutores: colegas, pais, famílias e
comunidade, utilizando os diferentes
recursos, inclusive as tecnologias da
informação e comunicação.
Compartilhar
responsabilidades
e
contribuir para a construção de um
clima escolar favorável ao desempenho
das atividades docente e discente.
Contribuir para o diálogo com outros
atores da sociedade e articular parcerias
intersetoriais
que
favoreçam
a
aprendizagem
e
o
pleno
desenvolvimento de todos.
Fonte: BRASIL, 2019

A Resolução CNE/CP Nº 2, (22.12.2017) instituiu e orientou a implantação da
Base Nacional Comum Curricular, a ser respeitada obrigatoriamente ao longo das
etapas e respectivas modalidades no âmbito da Educação Básica de modo específico
sobre a BNCC no Ensino Fundamental, em que o conhecimento em Geografia está
agrupado em grande área: Ciências Humanas, sendo responsável em desenvolver:

a) Compreender a si e ao outro como identidades diferentes, de maneira que se
exercite o respeito à diferença, em uma sociedade plural, além de promover
os direitos humanos;
b) analisar o mundo social, cultural e digital, e o meio técnico-científico
informacional, com base nos conhecimentos das Ciências Humanas,
considerando suas variações de significado no tempo e no espaço, para
intervir em situações do cotidiano e se posicionar diante de problemas do
mundo contemporâneo;
c) identificar, comparar e explicar a intervenção do ser humano na natureza e
na sociedade, exercitando a curiosidade e propondo ideias e ações que
contribuam para a transformação espacial, social e cultural, de forma que
participe efetivamente das dinâmicas da vida social, exercitando a

32

responsabilidade e o protagonismo, voltados para o bem comum, e a
construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva;
d) interpretar e expressar sentimentos, crenças e dúvidas, com relação a si
mesmo, aos outros e às diferentes culturas, com base nos instrumentos de
investigação das Ciências Humanas, promovendo, com isso, o acolhimento
e a valorização da diversidade de indivíduos e de grupos sociais, seus
saberes, identidades, culturas e potencialidades, sem preconceitos de
qualquer natureza;
e) comparar eventos ocorridos, simultaneamente, no mesmo espaço e em
espaços variados, e eventos ocorridos em tempos diferentes no mesmo
espaço, e em espaços variados;
f) construir argumentos, com base nos conhecimentos das Ciências Humanas,
para negociar e defender ideias e opiniões que respeitem e promovam os
direitos humanos e a consciência socioambiental;
g) utilizar as linguagens cartográfica, gráfica e iconográfica, e diferentes
gêneros textuais e tecnologias digitais de informação e comunicação, no
desenvolvimento do raciocínio espaço-temporal, relacionado a localização,
distância, direção, duração, simultaneidade, sucessão, ritmo e conexão.

E ainda considerar a BNCC para o Ensino Médio na área de Ciências
Humanas e Sociais aplicadas, conforme as orientações expressas na Resolução Nº 4,
(17.12.2018) Como segue o texto na íntegra:

a) Analisar processos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais nos âmbitos local,
regional, nacional e mundial em diferentes tempos, a partir da pluralidade de procedimentos
epistemológicos, científicos e tecnológicos, de modo a compreender e posicionar-se criticamente em
relação a eles, considerando diferentes pontos de vista e tomando decisões baseadas em argumentos e
fontes de natureza científica;
b) Analisar a formação de territórios e fronteiras em diferentes tempos e espaços, mediante a
compreensão das relações de poder que determinam as territorialidades e o papel geopolítico dos
Estados-Nações;
c) Analisar e avaliar criticamente as relações de diferentes grupos, povos e sociedades com a
natureza (produção, distribuição e consumo) e seus impactos econômicos e socioambientais, com vista à
proposição de alternativas que respeitem e promovam a consciência, a ética socioambiental e o
consumo responsável em âmbito local, regional, nacional e global;
d) Analisar as relações de produção, capital e trabalho em diferentes territórios, contextos e
culturas, discutindo o papel dessas relações na construção, consolidação e transformação das
sociedades;

33

e) Identificar e combater as diversas formas de injustiça, preconceito e violência, adotando
princípios éticos, democráticos, inclusivos e solidários, e respeitando os Direitos Humanos;
f) Participar do debate público de forma crítica, respeitando as diferentes posições e fazendo
escolhas alinhadas ao exercício da cidadania e ao seu projeto de vida, com liberdade, autonomia,
consciência crítica e responsabilidade.
Fonte: BRASIL, 2018, p. 8

2.6 Perfil Profissional do Egresso
O egresso do Curso de Licenciatura em Geografia EaD do IGDema da UFAL
estará apto para exercer a docência na educação básica, com atuação consciente e
crítica, pautada em uma formação científica e metodológica calçada na concepção
nuclear do curso que lhe faculte condições para exercer influência efetiva nas
atividades pedagógicas, colaborando na formação do cidadão.
O Curso reafirma e integra ao seu Projeto Pedagógico as competências e
habilidades básicas e específicas do profissional da área de Geografia anexado a
Resolução CNE/CP No. 2/2019, que define as Diretrizes Curriculares Nacionais para a
Formação Inicial de Professores para a Educação Básica e institui a Base Nacional
Comum para a Formação Inicial de Professores da Educação Básica (BNC-Formação).
Em destaque o “Art. 24. As IES deverão organizar um processo de avaliação dos
egressos de forma continuada e articulada com os ambientes de aprendizagens”
(BRASIL, 2018, p.11). Desse modo, espera-se que o perfil do Egresso habilitado no
Curso de Licenciatura em Geografia seja capaz de:
✓ Compreender e utilizar os conhecimentos historicamente construídos na área
de Geografia para poder ensinar a realidade de forma a contribuir com a
construção de uma sociedade livre, justa, democrática e inclusiva;
✓ pesquisar, investigar, refletir, realizar a análise crítica, usar a criatividade e
buscar soluções tecnológicas para selecionar, organizar e planejar práticas
geográficas desafiadoras, coerentes e significativas.
✓ valorizar e incentivar as diversas manifestações artísticas e culturais, tanto
locais quanto mundiais numa visão transdisciplinar a partir da Geografia;
✓ utilizar diferentes linguagens – verbal, corporal, visual, sonora e digital – para
expressar o conteúdo em Geografia;
✓ compreender, utilizar e criar tecnologias digitais de informação e comunicação
de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas docentes,

34

como recurso pedagógico e como ferramenta de formação, para comunicar,
acessar e disseminar informações, produzindo conhecimentos em Geografia na
qualidade de professor pesquisador;
✓ valorizar a formação permanente em Geografia para o exercício profissional,
buscar atualização na área e/ou afins, apropriar-se de novos conhecimentos e
experiências que lhe possibilitem aperfeiçoamento profissional numa formação
continuada;
✓ desenvolver argumentos com base em fatos, dados e informações científicas
para formular, negociar e defender ideias, pontos de vista e decisões comuns,
que respeitem e promovam os direitos humanos, a consciência socioambiental,
o consumo responsável em âmbito local, regional e global, com
posicionamento ético em relação ao cuidado de si mesmo, dos outros e do
planeta;
✓ conhecer-se, apreciar-se e cuidar de sua saúde física e emocional,
compreendendo-se na diversidade humana, reconhecendo suas emoções e as
dos outros, com autocrítica e capacidade para lidar com elas, desenvolver o
autoconhecimento e o autocuidado;
✓ exercitar a empatia, o diálogo, a resolução de conflitos e a cooperação,
fazendo-se respeitar e promovendo o respeito ao outro e aos direitos humanos,
com acolhimento e valorização da diversidade de indivíduos e de grupos
sociais, seus saberes, identidades, culturas e potencialidades, sem preconceitos
de qualquer natureza;
✓ agir e incentivar, pessoal e coletivamente, com autonomia, responsabilidade,
flexibilidade, resiliência, a abertura a diferentes opiniões e concepções
pedagógicas, tomando decisões com base em princípios éticos, democráticos,
inclusivos, sustentáveis e solidários.

2.7 Atuação Profissional
De acordo com a Resolução CNE/CP n° 2/2019, no “Art. 10 todos os cursos
em nível superior de licenciatura, destinados à Formação Inicial de Professores para a
Educação Básica”, podendo abranger o campo específico da Geografia e/ou
interdisciplinar.

35

A inserção dos licenciados em Geografia enquanto demanda social se verifica
fundamentalmente através das escolas da Educação Básica, tanto nas públicas
(municipais, estaduais e federal) quanto nas unidades de ensino particulares e
ampliando-se para a demanda por docentes. Neste sentido, é importante ressaltar a
expansão dos estabelecimentos escolares, principalmente de Ensino Médio, que
necessitam compor suas equipes com profissionais qualificados e com domínio do
conhecimento científico em Geografia. E atuação em Organizações NãoGovernamentais (ONGs) além da formação continuada em cursos de Especialização,
Mestrados e Doutorados.

2.8 Estrutura Curricular
O Curso de Licenciatura em Geografia na modalidade EaD, considerou a
orientação da Resolução CNE/CP N⁰.

2/2019, que definiu a carga horária e a

organização curricular dos cursos de formação inicial, e “Todos os cursos em nível
superior de licenciatura”, destinados à formação inicial de professores para a
Educação Básica, serão organizados em três Grupos, com carga horária total de, no
mínimo, 3.200 (três mil e duzentas) horas, devendo considerar o desenvolvimento das
competências profissionais previstas na BNC-Formação e explicitadas também no
Parecer CNE/CP Nº: 22/2019, ou seja, nas três dimensões: conhecimento, prática e
engajamento profissionais, como pode ser observado no Quadro n⁰ 3.

Quadro N⁰ 3 - Componentes dos Grupos I, II e III
Grupo I - Conhecimentos Científicos, Educacionais e Pedagógicos – 810h
Disciplina/Componente Curricular

Carga horária

Avaliação Educacional

72

Desenvolvimento e Aprendizagem
Didática
Didática em Geografia
Gestão da Educação e do Trabalho Escolar
Fundamentos Histórico, Filosófico e Sociológico da
Educação
Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS)
Pesquisa Educacional em Geografia
Política e Organização da Educação Básica no Brasil
Profissão Docente

72
72
72
72
72
54
72
72
54

36

Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação

54

Tópicos Especiais: Temas Contemporâneos Transversais

72

Grupo II - Conteúdo Específico da área de Geografia – 1.600h
Disciplina/Componente Curricular

Carga Horária

Biogeografia

54

Cartografia Básica

54

Cartografia Escolar

54

Climatologia

72

Formação Econômica e Territorial do Brasil

54

Geografia Agrária

54

Geografia Cultural

54

Geografia da População

54

Geografia do Turismo

54

Geografia Regional

54

Geografia Urbana

54

Geologia

72

Geomorfologia

54

Hidrografia

54

História do Pensamento Geográfico

54

Organização do Trabalho Acadêmico

54

Quantificação em Geografia

54

Teoria e Método em Geografia

72

Subtotal CH

1.026h

ACE I – 64h
ACE II – 64h
ACE III – 64h
ACE IV - 64h
Subtotal CH

320h

TCC – 54h
Atividades Acadêmica-Científica e Culturais – 200h
Subtotal CH Total CH

254h
1.600h

37

Grupo III - Prática Pedagógica – 800h

DIMENSÃO
DO
CONHECIMENTO

Estágio Supervisionado I – 20h

Prática I – 40h

Estágio Supervisionado II – 20h

Prática II – 40h

Estágio Supervisionado III – 20h

Prática III – 40h

Estágio Supervisionado IV – 20h

Prática IV – 40h

Subtotal CH

DIMENSÃO
PRÁTICA

80h
Estágio Supervisionado I – 20h

Prática I – 40h

Estágio Supervisionado II – 20h

Prática II – 40h

Estágio Supervisionado III – 20h

Prática III – 40h

Estágio Supervisionado IV – 20h

Prática IV – 40h

Subtotal CH

DIMENSÃO DO
ENGAJAMENTO
PROFISSIONAL

160h

80h

160h

Estágio Supervisionado I – 60h

Prática I - 20h

Estágio Supervisionado II – 60h

Prática II – 20h

Estágio Supervisionado III – 60h

Prática III – 20h

Estágio Supervisionado IV – 60h

Prática IV – 20h

Subtotal CH

240h

80h

Total CH

400h

400h

No Grupo I o Art. 12, definiu que a carga horária de 800 horas deverá ser no
início do 1º ano, a partir da integração das três dimensões das competências
profissionais docentes – conhecimento, prática e engajamento profissionais – como
organizadoras do currículo e dos conteúdos segundo as competências e habilidades
previstas na BNCC-Educação Básica para as etapas da Educação Infantil, do Ensino
Fundamental e do Ensino Médio.
Enquanto, que a composição do Grupo II, a Resolução CNE/CP nº 2/2019,
incluiu, nas 1.600 horas, as seguintes habilidades:

I - Proficiência em Língua Portuguesa falada e escrita, leitura,
produção e utilização dos diferentes gêneros de textos, bem como a
prática de registro e comunicação, levando-se em consideração o
domínio da norma culta;
II - Conhecimento da Matemática para instrumentalizar as
atividades de conhecimento, produção, interpretação e uso das
estatísticas e indicadores educacionais;

38

III - Compreensão do conhecimento pedagógico do conteúdo
proposto para o curso e da vivência dos estudantes com esse
conteúdo;
IV - Vivência, aprendizagem e utilização da linguagem digital em
situações de ensino e de aprendizagem na Educação Básica;
V - Resolução de problemas, engajamento em processos
investigativos de aprendizagem, atividades de mediação e
intervenção na realidade, realização de projetos e trabalhos
coletivos, e adoção de outras estratégias que propiciem o contato
prático com o mundo da educação e da escola;
VI - Articulação entre as atividades práticas realizadas na escola
e na sala de aula com as que serão efetivadas durante o estágio
supervisionado;
VII - Vivência e aprendizagem de metodologias e estratégias que
desenvolvam, nos estudantes, a criatividade e a inovação, devendo
ser considerada a diversidade como recurso enriquecedor da
aprendizagem;
VIII - Alfabetização, domínio de seus fundamentos e domínio
pedagógico dos processos e das aprendizagens envolvidas, com
centralidade nos resultados quanto à fluência em leitura, à
compreensão de textos e à produção de escrita das crianças, dos
jovens e dos adultos;
IX - Articulação entre os conteúdos das áreas e os componentes
da BNCC-Formação com os fundamentos políticos referentes à
equidade, à igualdade e à compreensão do compromisso do
professor com o conteúdo a ser aprendido; e
X - Engajamento com sua formação e seu desenvolvimento
profissional, participação e comprometimento com a escola, com as
relações interpessoais, sociais e emocionais.

E para o Grupo III, o Art. 15 determina que a carga horária de 800 horas para a
prática pedagógica deve estar intrinsecamente articulada, desde o primeiro ano do
curso, com os estudos e com a prática previstos nos componentes curriculares, e que
estão distribuídas no Quadro 3, entre os temas dos Grupos I e II.
O quadro 4 identifica as subáreas da Geografia na Dimensão do Conhecimento
e as disciplinas que integram o Grupo II.
Quadro N⁰ 4 – As subáreas da Geografia na Dimensão do Conhecimento
Subáreas da Geografia e seus Componentes Curriculares

Geografia Humana

Geografia Física

Formação Econômica e Biogeografia
Territorial do Brasil
Geografia Agrária
Climatologia
Geografia Cultural
Geografia da População

Geologia
Geomorfologia

Cartografia
1.Cartografia
Básica
2.Cartografia
Escolar

Ensino
Geografia

de

39

Geografia do Turismo

Hidrografia

Geografia Regional

Quantificação em
Geografia

Geografia Urbana
História do Pensamento
Geográfico
Teoria e Método em
Geografia

E sobretudo, considerar o Art. 14. Ao expressar que o Projeto Pedagógico do
Curso (PPC), na modalidade Educação a Distância (EaD), deve apresentar para cada
disciplina componente dos Grupos I e II, oferecida a distância, a fundamentação
técnica que comprove a viabilidade de se desenvolver a distância as competências e
habilidades. Acerca da dimensão do conhecimento, é oportuno destacar que a área de
Geografia está constituída de quatro subáreas atuantes ao longo do curso como mostra
no quadro 5.
Quadro N⁰ 5 - Grupo I – VIABILIDADE TÉCNICA
Grupo I – Componentes Pedagógicos
Medidas Técnicas na Modalidade EaD

Avaliação Educacional
Didática
Didática em Geografia
Desenvolvimento e aprendizagem
Fundamentos Histórico, Sociológicos e
Filosóficos da Educação
Gestão da educação e do trabalho escolar
Libras
Política e Organização da Educação Básica
no Brasil
Pesquisa Educacional em Geografia
Profissão Docente
Tecnologia Digitais da Informação e
Comunicação
Tópicos Especiais: TCTs

Os recursos técnicos que viabilizam aprendizagem são
ancorados na Plataforma Moodle, quanto:
a) recursos de áudio – áudios, podcasts, entrevistas,
conferências, áudio-aulas, narrações, áudio-traduções,
áudio-leituras entre outros.
b) recursos visuais - textos, videoaulas,
documentários, filmagens de oficinas e intervenções,
gráficos, gravuras, pinturas, fotografias, animações,
charges, projeções, entre outros.
c)IES/CIED - orientações didáticas aos docentes,
cursos; reuniões, auxiliam na formatação textual,
revisão dos materiais, acompanhamento do trabalho de
diagramação, sugestão de recursos didáticos: ícones,
links, imagens, vídeos, enquetes, áudios etc.

40

Quadro N⁰ 6 - Grupo II – VIABILIDADE TÉCNICA
Grupo II - Geografia Humana
Medidas Técnicas na Modalidade EaD
Os recursos técnicos que viabilizam aprendizagem são
ancorados na Plataforma Moodle, quanto:
Formação Econômica e Territorial do
a) recursos de áudio - trilha sonoras, ruídos especiais, músicas,
Brasil
jingles, falas, verbalização, áudio-aulas entre outros.
Geografia Agrária
b) recursos visuais - vídeos, dramatização, simulação, gráficos,
Geografia Cultural
mapas, fotos, ilustrações animadas ou não, charges, hipertextos
Geografia da População
e efeitos de computação gráfica, entre outros complementares.
Geografia do Turismo
c) IES/CIED - orientações didáticas aos docentes, cursos;
Geografia Regional
reuniões, auxiliam na formatação textual, revisão dos materiais,
Geografia Urbana
acompanhamento do trabalho de diagramação, sugestão de
História do Pensamento Geográfico
recursos didáticos: ícones, links, imagens, vídeos, enquetes,
Teoria e Método em Geografia
áudios etc.

Biogeografia
Climatologia
Geologia
Geomorfologia
Hidrografia
Quantificação em Geografia

Cartografia Básica

Cartografia Escolar

Grupo II - Geografia Física
Os recursos técnicos que viabilizam aprendizagem são
ancorados na Plataforma Moodle, quanto:
a) recursos de áudio – áudios, podcasts, entrevistas,
conferências, áudio-aulas.
b) recursos visuais - textos, videoaulas, documentários,
filmagens de atividades em campo, filmagens de práticas
laboratoriais, gráficos, mapeamentos, fotografias aéreas,
imagens de satélite, ortofotocartas, imageamentos por drone,
animações, charges, projeções, entre outros.
c)IES/CIED - orientações didáticas aos docentes, cursos;
reuniões, auxiliam na formatação textual, revisão dos materiais,
acompanhamento do trabalho de diagramação, sugestão de
recursos didáticos: ícones, links, imagens, vídeos, enquetes,
áudios etc.
Grupo II - Cartografia
Os recursos técnicos que viabilizam aprendizagem são
ancorados na Plataforma Moodle, quanto:
a) recursos de áudio – áudios, podcasts, entrevistas,
conferências, áudio-aulas, narrações, roteiros metodológicos,
roteiros de práticas.
b) recursos visuais - textos, videoaulas, documentários,
filmagens de atividades em campo, filmagens de práticas
laboratoriais, gráficos, gráficos, bases cartográficas, mapas
temáticos, fotografias aéreas, imagens de satélite, ortofotocartas,
imageamentos por VANT, levantamentos planialtimétricos,
animações, charges, projeções, entre outros.
c)IES/CIED - orientações didáticas aos docentes, cursos;
reuniões, auxiliam na formatação textual, revisão dos materiais,
acompanhamento do trabalho de diagramação, sugestão de
recursos didáticos: ícones, links, imagens, vídeos, enquetes,
áudios etc.

A organização das competências e habilidades previstas em cada componente
curricular, estão assim especificadas nos dois quadros que apresentam o Grupo I e II,
assim como, as medidas adotadas pela IES para que as técnicas ou modelos propostos
nas pesquisas sejam viabilizados no desenvolvimento do projeto.

41

A equipe multidisciplinar de suporte ao Moodle tem como objetivo prestar
suporte pedagógico aos professores no uso da plataforma virtual no tocante aos cursos
EAD da IES de Alagoas. É um trabalho de suporte, que visa orientar e colaborar
diante de dificuldades na gestão do Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA). A
finalidade consiste em auxiliar na construção de um material didático que atenda às
necessidades da Educação a distância (EAD), principalmente no que diz respeito a
linguagem e ao uso de diversas formas de comunicação (UFAL, 2014).
É importante registrar que o recurso financeiro de suporte ao professor
conteudista, foi suspenso desde 2016. Assim, devido a suspensão ou corte
orçamentário, a elaboração do conteúdo didático por disciplina, não é mais realizada,
ficando a cargo do professor formador, criar meios didáticos prontos para viabilizar o
andamento do conteúdo. Este fato, em muito fragilizou a organização e sistematização
do conteúdo nos moldes da modalidade a distância.
Ao ingressar, o estudante deve construir sua ação técnica à medida que entrar em
contato com os conteúdos de Geografia, desenvolvendo experiências em ambientes virtuais
de aprendizagens e atividades de campo, associando sempre os conhecimentos teóricos à
realidade vivenciada. No primeiro período, o discente terá contato com disciplinas que
trabalham com as três dimensões, tendo em vista a necessidade da formação
profissional desde o início do curso.

2.9 Conteúdos Curriculares
O Parecer CNE/CP nº 22/2019, explica que “a construção de referenciais para a
formação docente precisa dialogar com as dez competências gerais da BNCC, bem
como com as aprendizagens essenciais que a BNCC garante aos estudantes da
Educação Básica, em consonância com a Resolução CNE/CP nº 2/2017” (BRASIL,
2018, p.11).
Os conteúdos devem privilegiar a educação plena do estudante, em
conformidade com o art. 205 da Constituição Federal e com o art. 2º da LDB,
juntamente com os compromissos históricos nacionais, a exemplo das Leis nº 10.639,
de 9 de janeiro de 2003, e nº 11.645, de 10 março de 2008, que tratam da história e
cultura afro-brasileira e indígena, e com compromissos internacionais há muito
assumidos pelo Brasil, para favorecer o desenvolvimento pleno das pessoas, incluindo
a Declaração Universal dos Direitos Humanos (1948) no Artigo nº 26, o Pacto

42

Internacional sobre Direitos Econômicos, Sociais e Culturais (1966) no Artigo nº 13, e
a Convenção sobre os Direitos da Criança (1989).
Os conteúdos curriculares, constantes no PPC, promovem o efetivo
desenvolvimento do perfil profissional do egresso, considerando os dispositivos legais
de orientação da formação inicial para docente. Além da articulação das referências
bibliográficas adequadas ao conteúdo, considerando sua acessibilidade e abordagem
de conteúdos pertinentes às ementas (Item 2.13 ementas). Em destaque os conteúdos
previstos na Resolução CNE/CP nº 2/2019.
a) Proficiência em Língua Portuguesa – O componente da dimensão
conhecimento

em

Geografia

estão

contemplados

nas

disciplinas:

Organização do Trabalho Acadêmico; Teorias e Métodos em Geografia
e poderá fazer parte de cursos ou oficinas das Atividades de Curriculares de
Extensão III (ACE III) Cursos/Oficinas de Extensão. Atende a um dos
objetivos da formação que prevê o domínio dos conteúdos básicos que são
objeto de aprendizagem nos níveis fundamental e médio, coerente com uma
das competências do perfil do egresso que consiste na utilização de
diferentes linguagens – verbal, corporal, visual, sonora e digital – para
expressar o conteúdo em Geografia. Desse modo, contempla a formação a
língua falada e escrita, leitura, produção e utilização dos diferentes gêneros
de textos, assim como, a prática de registro e comunicação, considerando o
domínio da norma culta.
b) Conhecimento da Matemática – Em consonância com um dos objetivos
específicos do conhecimento Geografia, contempla o conteúdo na disciplina
Quantificação em Geografia que consiste em: avaliar representações ou
tratamentos; gráficos e matemático-estatísticos. Os conteúdos deverão
contemplar as noções básicas de estatística e probabilidade e suas aplicações
na ciência geográfica; instrumentalização das atividades de conhecimento,
produção, interpretação e uso das estatísticas e indicadores educacionais.
c) Cultura Empreendedora – Considerando a proposta curricular do Ensino
Médio na área de Ciências Humanas e Sociais aplicadas, a cultura
empreendedora está aqui compreendida como um ambiente capaz de
estimular as características do empreendedorismo, como iniciativa,
autoconfiança, colaboração, criatividade, resiliência e o planejamento

43

(SEBRAE, 2022). No projeto do Curso de Licenciatura em Geografia a
cultura

empreendedora

está

presente

quando

se

incentiva

os

alunos/acadêmicos a desenvolver projetos, sejam pessoais, sejam coletivos,
desenvolvendo a capacidade de tirar ideias do papel, trabalhar
colaborativamente e ter uma visão voltado para a resolução de problemas
(SEBRAE, 2022). Os componentes que implementam tais procedimentos
estão na matriz curricular de forma transversal, nos respectivos
componentes

curriculares:

Geologia,

Geomorfologia,

Climatologia,

Biogeografia,

Hidrografia,

Estágio

Supervisionado

II,

Estágio

Supervisionado IV e nas ACEs.

2.9.1 Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS)
De acordo com o Decreto nº. 5.626 de 22.12.2005 no Art. 3º regulamenta a Lei
No 10.436, 24.04.2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), e o
Art. 18 da Lei No 10.098, 19,12.2000, para o Curso de Licenciatura em Geografia
EaD, a Língua Brasileira de Sinais faz da Dimensão do conhecimento do Grupo I que
se constitui como uma disciplina obrigatória.
Dessa forma, os discentes que optarem em realizar suas práticas pedagógicas
de Estágio Supervisionado em escolas e/ou instituições que atendam pessoas surdas,
terão um suporte básico para a comunicação e a instrumentalização em LIBRAS,
assim como, atende a mais de uma das competências do perfil do egresso com a
utilização de diferentes linguagens e a valorização da formação permanente em
Geografia para o exercício profissional, buscando atualização na área e/ou afins,
apropriar-se de novos conhecimentos e experiências que lhe possibilitem
aperfeiçoamento profissional numa formação continuada.

2.9.2 Práticas Pedagógicas (PP)

No Grupo III, a carga horária de 400 horas para a PRÁTICA PEDAGÓGICA
deve estar intrinsecamente articulada, desde o primeiro ano do curso. Os instrumentos
legais determinam que a prática deve estar presente em todo o percurso formativo do
licenciando, com a participação de todo corpo docente da instituição formadora,

44

devendo ser desenvolvida em uma progressão que, partindo da familiarização inicial
com a atividade docente, no qual a prática deverá ser engajada e incluir a mobilização,
a integração e a aplicação do que foi aprendido no curso, bem como deve estar voltada
para resolver os problemas e as dificuldades vivenciadas nos anos anteriores de estudo
e pesquisa.
É importante considerar a Resolução CNE/CP n⁰ 2/2019 que destaca que “a
oferta na modalidade EaD, as 400 (quatrocentas) horas do componente prático,
vinculadas ao estágio curricular, bem como as 400 (quatrocentas) horas de prática
como componente curricular que deve estar presente ao longo do curso, serão
obrigatórias e devem ser integralmente realizadas de maneira presencial.
(RESOLUÇÃO nº 2, de 20 de dezembro de 2019).
Os docentes das subáreas de Geografia do IGDEMA (Figura 2), desenvolverão
uma progressão que, compreende o registro das práticas (Figura 1), em situações que
estejam voltadas para resolver os problemas e as dificuldades em sala de aula ou nas
escolas campo de estudo (BRASIL, 2019).

Figura

1

–

registros

das

Práticas

Pedagógicas

As Práticas Pedagógicas serão registradas em portfólio considerada uma
ferramenta de agrupar ou reunir todo o trabalho em andamento, organizando de uma
forma que relacione com o alcance dos objetivos da aprendizagem. No dicionário de

45

língua portuguesa, o portfólio é definido e significa “um dossiê ou documento com o
registo individual de habilitações ou de experiências”. devem ser registradas em
portfólio, que compile evidências das aprendizagens do licenciando requeridas para a
docência.
O Curso de Licenciatura em Geografia EaD compreende as Práticas
Pedagógicas (PP) como componentes curriculares obrigatórios em Geografia, coerente
com os respectivos instrumentos legais: Resolução CNE/CP nº 2/2019, Resolução No.
06/2018 (CONSUNI/UFAL); Resolução CNE/CP nº 2, 19.02.2002, Resolução
CEPE/UFAL nº 32, 14.02.2005 e o Parecer CEN/CP nº 22/2019.
As Práticas Pedagógicas (PP) em Geografia procurar-se-ão promover e discutir
a associação dos conteúdos da Dimensão do Conhecimento, Dimensão Prática e
Dimensão do Engajamento Profissional, buscando articular ao máximo os conteúdos
formadores com as experiências individuais e coletivas. Isso possibilitará o
desenvolvimento de aulas práticas específicas dos conteúdos geográficos, permitindo
experimentações, aberturas para a interdisciplinaridade e transversalidade e contatos
com as práticas a serem desenvolvidas na futura atividade profissional.
A organização da carga horária destinada à Prática Pedagógica (PP) será no
total de 400 horas, como previsto nos meios legais, sendo que divididas nas subáreas
da formação específica, denominadas de Prática Pedagógica na sequência de I a IV,
com carga horária de 100 horas (cem horas) como se observa na Figura 02.

Figura 2 - Prática Pedagógica

46

A concepção de prática não deve está limitada a mais um componente
curricular. Mas, em perceber como uma dimensão do conhecimento, que tanto está
presente no curso de formação nos momentos em que se trabalha na reflexão sobre a
atividade profissional, como durante o estágio nos momentos em que se exercita a
atividade profissional (PARECER CNE/CP 9/2001, p. 22).
Desse modo, a finalidade consiste em aproximar a teoria com o fazer
pedagógico no que se refere à prática docente, visto ser inadmissível no atual contexto
da sociedade brasileira, uma formação profissional desvinculada de sua práxis, da
realidade imediata dos alunos. Considerar que “aprendizagem deverá ser orientada
pelo princípio metodológico geral, que pode ser traduzido pela ação-reflexão-ação e
que aponta a resolução de situações-problema como uma das estratégias didáticas
privilegiadas” (BRASIL, 2002, p.02).
Outro

aspecto

importante

refere-se

a

importância

da

questão

da

interdisciplinaridade no papel da formação profissional. No que rege as concepções
sobre o papel da educação e da formação profissional, a importância da articulação
entre conteúdos de formação profissional e as disciplinas do curso, que possibilitam
uma compreensão mais ampla da ciência.
Para a Base Nacional Curricular Comum (BNCC, 2019) os Temas
Contemporâneos Transversais (TCTs) buscam uma contextualização do que é
ensinado, trazendo temas que sejam de interesse dos estudantes e de relevância para
seu desenvolvimento como cidadão. O principal objetivo é não limitar o estudante a

47

temas da educação formal e descontextualizados, mas que possa conhecer e aprender
sobre os temas que são relevantes para sua atuação na sociedade. Nesse sentido, os
Temas

Contemporâneos

Transversais

(TCTs)

de

forma

integrada

possam

instrumentalizar os estudantes para um maior entendimento da sociedade. Na BNCC,
os TCTs foram ampliados para quinze, distribuídos em seis macro áreas temáticas,
dispostos na Figura 3.

2.10 Temas Contemporâneos Transversais
Figura 3 – Temas Contemporâneos Transversais

A BNCC aponta seis áreas como TCTs, que estão subdivididas em: Meio
ambiente (Educação ambiental e Educação para o Consumo); Saúde (Saúde e
Educação alimentar e nutricional); Economia (Trabalho, Educação financeira e
Educação fiscal); Ciência e Tecnologia; Multiculturalismo (diversidade cultural,
educação para valorização do multiculturalismo nas matrizes históricas e culturais
brasileiras); e Cidadania e Civismo (vida familiar e social, Educação para o trânsito,
Educação em direitos humanos, Direitos da criança e do adolescente, Processo de

48

envelhecimento, respeito e valorização do idoso). Os temas são considerados frutos de
demandas sociais que desencadearam a formulação de marcos legais, que lhes
asseguram fundamentação e maior grau de exigência e exequibilidade. Como se
observa em cada normatização criada para tornar tema didático, em destaque os
respectivos temas transversais e os fundamentos legais:
a) Ciência e Tecnologia Leis Nº 9.394/1996 (2ª edição, atualizada em 2018. Art. 32,
Inciso II e Art. 39), Parecer CNE/CEB Nº 11/2010, Resolução CNE/CEB Nº 7/2010.
CF/88, Art. 23 e 24, Resolução CNE/CP Nº 02/2017 (Art. 8, § 1º) e Resolução
CNE/CEB Nº 03/2018 (Art. 11, § 6º - Ensino Médio).
b) Direitos da Criança e do Adolescente: Leis Nº 9.394/1996 (2ª edição, atualizada em
2018. Art. 32, § 5º) e Nº 8.069/1990. Parecer CNE/CEB Nº 11/2010, Resolução
CNE/CEB Nº 07/2010 (Art. 16 - Ensino Fundamental), e Resolução CNE/CEB Nº
03/2018 (Art. 11, § 6º - Ensino Médio).
c) Diversidade Cultural: Lei Nº 9.394/1996 (2ª edição, atualizada em 2018. Art. 26, §
4º e Art. 33), Parecer CNE/CEB Nº 11/2010 e Resolução CNE/CEB Nº 7/2010.
d) Educação Alimentar e Nutricional: Lei Nº 11.947/2009. Portaria Interministerial Nº
1.010 de 2006 entre o Ministério da Saúde e Ministério da Educação. Lei Nº
12.982/2014. Parecer CNE/CEB Nº 11/2010 e Resolução CNE/CEB Nº 07/2010 (Art.
16 - Ensino Fundamental). Parecer CNE/CEB Nº 05/2011, Resolução CNE/CEB Nº
02/2012 (Art. 10 e 16 - Ensino Médio), Resolução CNE/CP Nº 02/2017 (Art. 8, § 1º) e
Resolução CNE/CEB Nº 03/2018 (Art. 11, § 6º - Ensino Médio).
e) Educação Ambiental: Leis Nº 9.394/1996 (2ª edição, atualizada em 2018. Art. 32,
Inciso II), Lei Nº 9.795/1999, Parecer CNE/CP Nº 14/2012 e Resolução CNE/CP Nº
2/2012. CF/88 (Art. 23, 24 e 225). Lei Nº 6.938/1981 (Art. 2). Decreto Nº 4.281/2002.
Lei Nº 12.305/2010 (Art. 8). Lei Nº 9.394/1996 (Art. 26, 32 e 43). Lei Nº 12.187/2009
(Art. 5 e 6). Decreto Nº 2.652/1998 (Art. 4 e 6). Lei Nº 12.852/2013 (Art. 35). Tratado
de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade Global.
Carta da Terra. Resolução CONAMA Nº 422/2010. Parecer CNE/CEB Nº 7/2010.
Resolução CNE/CEB Nº 04/2010 (Diretrizes Gerais Ed. Básica). Parecer CNE/CEB
Nº 05/2011 e Resolução CNE/CEB Nº 02/2012 (Art. 10 e 16 - Ensino Médio). Parecer
CEN/CP Nº 08/2012. Parecer CNE/CEB Nº 11/2010, Resolução CNE/CEB Nº
07/2010 (Art. 16 - Ensino Fundamental), Resolução CNE/CP Nº 02/2017 (Art. 8, § 1º)
e Resolução CNE/CEB Nº 03/2018 (Art. 11, § 6º - Ensino Médio).
f) Educação em Direitos Humanos: Lei Nº 9.394/1996 (2ª edição, atualizada em 2018.
Art. 12, Incisos IX e X; Art. 26, § 9º), Decreto Nº 7.037/2009, Parecer CNE/CP Nº
8/2012 e Resolução CNE/CP Nº 1/2012. Parecer CNE/CEB Nº 05/2011, Resolução
CNE/CEB Nº 02/2012 (Art. 10 e 16 - Ensino Médio, Resolução CNE/CP Nº 02/2017
(Art. 8, § 1º) e Resolução CNE/CEB Nº 03/2018 (Art. 11, § 6º - Ensino Médio).
g) Educação Financeira: Parecer CNE/CEB Nº 11/2010 e Resolução CNE/CEB Nº
7/2010. Decreto Nº 7.397/2010
h) Educação Fiscal: Parecer CNE/CEB Nº 11/2010 e Resolução CNE/CEB Nº 7/2010.
Portaria Conjunta do Ministério da Fazenda e da Educação, Nº 413, de 31/12/2002.
i) Educação para valorização do multiculturalismo nas matrizes históricas e
culturais Brasileiras: Artigos 210, 215 (Inciso V) e 2016, Constituição Federal de
1988. Leis Nº 9.394/1996 (2ª edição, atualizada em 2018. Art. 3, Inciso XII; Art. 26, §
4º, Art. 26-A e Art. 79-B), Nº 10.639/2003, Nº 11.645/2008 e Nº 12.796/2013, Parecer
CNE/CP Nº 3/2004, Resolução CNE/CP Nº 1/2004 e Parecer CNE/CEB nº 7/20106.
j) Educação para o Consumo: Parecer CNE/CEB Nº 11/2010 e Resolução CNE/CEB
Nº 7/2010. Lei Nº 8.078, de 11 de setembro de 1990 (Proteção do consumidor). Lei Nº
13.186/2015 (Política de Educação para o Consumo Sustentável).
k) Educação para o Trânsito: Lei Nº 9.503/1997. Parecer CNE/CEB Nº 11/2010,
Resolução CNE/CEB Nº 07/2010 (Art. 16 - Ensino Fundamental), Resolução CNE/CP

49

Nº 02/2017 (Art. 8, § 1º) e Resolução CNE/CEB Nº 03/2018 (Art. 11, § 6º - Ensino
Médio). Decreto Presidencial de 19/09/2007.
l) Processo de Envelhecimento, respeito e valorização do Idoso: Lei Nº 10.741/2003.
Parecer CNE/CEB Nº 11/2010 e Resolução CNE/CEB Nº 07/2010 (Art. 16 - Ensino
Fundamental). Parecer CNE/CEB Nº 05/2011, Resolução CNE/CEB Nº 02/2012 (Art.
10 e 16 - Ensino Médio), Resolução CNE/CP Nº 02/2017 (Art. 8, § 1º) e Resolução
CNE/CEB Nº 03/2018 (Art. 11, § 6º - Ensino Médio).
m) Saúde: Parecer CNE/CEB Nº 11/2010 e Resolução CNE/CEB Nº 7/2010. Decreto Nº
6.286/2007;
n) Trabalho: Lei Nº 9.394/1996 (2ª edição, atualizada em 2018. Art. 3, Inciso VI; Art.
27, Inciso III; Art. 28, Inciso III; Art. 35 e 36 – Ensino Médio), Parecer CNE/CEB Nº
11/2010 e Resolução CNE/CEB Nº 7/2010;
o) Vida Familiar e Social: Lei Nº 9.394/1996 (2ª edição, atualizada em 2018. Art. 12,
Inciso XI; Art. 13, Inciso VI; Art. 32, Inciso IV e § 6º), Parecer CNE/CEB Nº 11/2010
e Resolução CNE/CEB Nº 7/2010 (BRASIL, 2019 p. 16-7).

Os dispositivos legais esclarecem que os trabalhos com os TCTs pressupõem a
abordagem dos conteúdos relacionados aos temas contemporâneos de forma integrada
ao conteúdo de cada componente curricular. Não se trata, portanto, de abordar o tema
paralelamente, mas de trazer para os conteúdos e para a metodologia da área a
perspectiva dos Temas Contemporâneos Transversais. Apesar de o caráter dos temas
ser obrigatório, cabe aos componentes curriculares incorporar ao conteúdo disciplinar
e/ou nas propostas pedagógicas a abordagem de temas contemporâneos em escala
local, regional e global (BRASIL, 2019, p. 18).
Considerando a Resolução CNE/CP nº 2/2019 os conteúdos básicos e
complementares do Curso de Licenciatura em Geografia organizam-se em torno de três
dimensões: Dimensão do Conhecimento; Dimensão Prática Dimensão; e Engajamento
Profissional. Desta maneira, os conteúdos estão organizados a partir dos referidos
documentos, distribuídas ao longo do curso, sendo na primeira metade do Curso nos 1º. e 3º.
Períodos e na segunda metade do curso nos 5º. e 7º. Períodos, perfazendo 4 Práticas com
conteúdo das áreas do conhecimento e componentes de formação de professores como se
observa no quadro 7.

50

Quadro N⁰ 7 – Práticas Pedagógicas e os Temas Contemporâneos Transversais

Prática Pedagógica
Prática I- Letramento Cartográfico
Dimensão
Conhecimento

Dimensão
Profissional

Dimensão
profissional

do O Letramento Geográfico; Desenvolver a Alfabetização
Cartográfica no Ensino de Geografia; Compreender a Cartografia
Escolar em suas diferentes Escalas; construir o letramento
geográfico conforme os fundamentos didáticos-pedagógicos da
BNCC; utilização de mapas simples para localizar elementos do
local de vivência; linguagens cartográficas e iconográficas, de
diferentes gêneros textuais e das geotecnologias; elaboração de
croquis; elaboração de mapas conceituais.
Prática Reflexões do ensino, observações na escola, estudos de caso,
situações simuladas, planejamento e desenvolvimento de aulas, a
construção de saberes necessários à docência.
engajamento Comprometer-se com o próprio desenvolvimento profissional

Prática Pedagógica
Prática II - Ensino da geopolítica e da organização do espaço brasileiro
Dimensão do Conhecimento

Dimensão
Profissional

Dimensão
profissional

Geografia política e geopolítica; concepções clássicas e
contemporâneas de Estado, poder, nação, território; as esferas do
poder, do Estado e da gestão do território; Geografia Política dos
países industrializados e dos países não industrializados;
geopolítica das nações hegemônicas; geopolítica no Brasil;
Continente africano e o Brasil; e discussão de um dos Temas
Contemporâneos Transversais (TCTs).

Prática Reflexões do ensino, observações na escola, estudos de caso,
situações simuladas, planejamento e desenvolvimento de aulas, a
construção de saberes necessários à docência.
engajamento Comprometer-se com o próprio desenvolvimento profissional
Prática Pedagógica

51

Prática III - Ensino de Geografia das Alagoas
Dimensão
Conhecimento

Dimensão
Profissional
Dimensão
profissional

Dimensão
Conhecimento

Dimensão
Profissional
Dimensão
profissional

do Educação para valorização do multiculturalismo nas matrizes
históricas e culturais brasileiras; O espaço geográfico de Alagoas;
Aspectos da história; Evolução socioeconômica da atualidade;
Perspectiva de desenvolvimento e o entendimento do espaço
produzido no território alagoano; Culturas afro-brasileiras e
indígenas; e um ou mais Temas Contemporâneos Transversais
(TCTs).
Prática Reflexões do ensino, observações na escola, estudos de caso,
situações simuladas, planejamento e desenvolvimento de aulas, a
construção de saberes necessários à docência.
engajamento Engajar-se, profissionalmente, com as famílias e com a
comunidade
Prática Pedagógica
Prática IV - Ensino de Geografia dos Solos
do Abordagens conceituais de ensino solos e relação com a ciência
geográfica; Constituição do solo; Gênese e fatores de formação e
seus agentes; Morfologia dos solos; Análise física dos solos;
Distribuição dos solos em diferentes escalas; Classificação dos
solos; Degradação e conservação dos solos; Orientações da
BNCC; Temas Contemporâneos Transversais (TCTs) como meio
ambiente e saúde.

Prática Sequências didáticas, progressão e complexidade de
conhecimentos abordados, experiências práticas, planejamento
engajamento Participar do Projeto Pedagógico da escola

2.11 Matriz Curricular
No curso de Licenciatura em Geografia EaD o número mínimo e máximo de
integralização do curso, correspondem, respectivamente a 8 (oito) e 12 (doze) períodos.
Os componentes curriculares estão organizados na matriz curricular conforme o quadro
N⁰ 8
Quadro N⁰ 8 - Matriz Curricular
Período

1º.

Componente Curricular
Tecnologias digitais da informação
e comunicação
Profissão Docente
Organização
do
Trabalho
Acadêmico
História do Pensamento Geográfico

CH
54

CH/DC
30

CH/DP
14

CH/DEP
10

54
54

25
30

15
14

14
10

54

36

18

-

Prática I - Letramento Cartográfico

100

40

40

20

Carga horária do Período

316

161

100

54

52

Fundamentos
Históricos,
Sociológicos e Filosóficos da
Educação
Política e Organização da Educação
Básica no Brasil

72

54

10

8

72

42

15

15

Avaliação Educacional
Cartografia Básica
Quantificação em Geografia
Geologia

72
54
54
72

54
54
36
54

10
18
18

8
----

Carga horária do Período
Desenvolvimento da Aprendizagem

396
72

294
42

61
15

31
15

Gestão da Educação e do Trabalho
Escolar

72

42

15

15

Formação Econômica e Territorial
do Brasil

54

36

18

---

ACE I: Projeto de Extensão
Prática II - Ensino da geopolítica e
da organização do espaço Brasileiro

64
100

20
20

30

14

20

60

Carga horária do Período
Geomorfologia

362
54

160
36

98

104

18

---

Libras
Climatologia

54
72

36
54

10
18

8
--

Didática

72

42

15

15

ACE II: Projeto de Extensão

64

20

30

14

Prática III - Ensino de Geografia de
Alagoas
Carga horária do Período

100

20

20

60

416

208

111

97

Didática em Geografia

72

54

10

8

Hidrografia
Teoria e Método em Geografia
Biogeografia

54
72
54

36
50
36

18
22
18

----

ACE III: Cursos de Extensão

64

20

30

14

Estágio Supervisionado I

100

40

40

20

Carga horária do Período
Geografia Agrária

416
54

216
36

118
18

42
--

Pesquisa Educacional em Geografia

72

54

10

8

ACE IV: Projeto de Extensão

64

20

30

14

2º.

3º.

4º.

5º.

6º.

53

Estágio Supervisionado II

Prática IV - Ensino de Geografia
dos solos
Carga horária do Período

7º.

20
40

20
40

60
20

390

170
36

118
18

102
---

10
18
18
30
20
114
18
18

08
----14
60
82
----

18
20
74

-60
54
104

Geografia da População

54

Tópicos Especiais: TCTs
Geografia Urbana
Cartografia Escolar
ACE V: Projeto de Extensão

Carga horária do Período

72
54
54
64
100
398

Geografia Regional

54

Geografia Cultural

54

54
36
36
20
20
202
36
36

Geografia do Turismo
Estágio Supervisionado IV
TCC

54
100
54
306

36
20
128

Estágio Supervisionado III

8º.

100
100

Carga horária do Período
Subtotal
Atividades Acadêmica-Científica e Culturais
Carga horária total

3.000h
200h
3.200h

LEGENDA
CARGA HORÁRIA = CH
DIMENSÃO DO CONHECIMENTO = DC
DIMENSÃO DA PRÁTICA PROFISSIONAL = DP
DIMENSÃO DO ENGAJAMENTO PROFISSIONAL = DEP

54

2.12 EMENTAS
2.12.1 Ementas do Grupo I
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Instituto de Geografia, Desenvolvimento e Meio Ambiente
Curso de Licenciatura em Geografia EaD
Unidade
Disciplina

IGDema
Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação

CH/DC

CH/DP

CH/DEP

CH/TOT
AL

30

14

10

54

Carga horária

Período Letivo

1º.

Pré-requisito

sem pré-requisito

Ementa
Apresentação do Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA); As ferramentas de uso do AVA
(recursos e atividades para materiais); Educação à Distância; Estudo das Tecnologias digitais da
informação e comunicação; Analise crítica da incorporação pela escola dos recursos tecnológicos; O
papel das TDIC na formação humana e os impactos causados na geração designada de “nativos
digitais”. Observar as limitações com leitura, compreensão e escrita, sobretudo a alteração na forma
de comunicação e digital dificultando a maneirade expressar-se.
Dimensão do Conhecimento – DC
Dominar os recursos tecnológicos, objeto da disciplina, suas variações e possibilidades no campo
educacional.
Dimensão Prática Profissional – DP
Elaborar práticas pedagógicas com o objetivo de estimular nos estudantes a capacidade de aprender
a aprender a aprender a realizar ações a partir dos múltiplos recursos deste campo de estudo.
Dimensão do Engajamento Profissional – DEP
Experimentação do uso de recursos digitais para elaboração de propostas de ensino.
Bibliografia Básica
BEWIG, Aldemir. Compreensões sobre tecnologias, ensino e aprendizagem na formação humana.
Disponível em: Acessoem 12 novembro de 2019.
CARLSSON, Ulla.; Feilitzen, Cecilia Von. (Orgs). A criança e a mídia: imagem, educação e
participação. São Paulo: Cortez, 2002.
CARTAXO, HEIDE, A. e STILBORNG, L. Guia do professor para a Internet. 2.ed. Porto
Alegre: Artmed, 2000.
Bibliografia Complementar

55

GIRAFFA, Lúcia. Recursos digitais na escola. Joaçaba: Editora Unoesc, 2021.
MARA, Sandra.; CORDEIRO, Sandro. Mídia, infância e prática pedagógica (recurso
eletrônico). Natal: SEDIS-UFRN, 2019.
SANTOS, Edméa. O livro na cibercultura. Santos, Editora Universitária Leopoldianum,2019.
VELETSIANOS, George. Emergência e inovação na aprendizagem digital: fundamentos e
aplicações. 1ª ed. São Paulo: Artesanato Educacional, 2021.
YOUNG, Kimberly.; ABREU, Cristiano Nabuco. (orgs). Dependência de internet em
crianças e adolescentes: fatores de risco, avaliação e tratamento. Porto Alegre: Artmed,2019.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Instituto de Geografia, Desenvolvimento e Meio Ambiente
Curso de Licenciatura em Geografia EaD
Unidade
Disciplina

IGDema
Gestão da Educação e do Trabalho Escolar

CH/DC

CH/DP

CH/DEP

CH/TOT
AL

42

15

15

72

Carga horária

Período Letivo

3º.

Pré-requisito

Não se aplica

Ementa
Estudo da escola como organização social e educativa; concepções, características e elementos
constitutivos do sistema de organização e gestão do trabalho escolar, segundo os pressupostos
teóricos e legais vigentes, na perspectiva do planejamento participativo com foco no Projeto
Pedagógico; Gestão escolar com especial ênfase nas questões relativas ao projeto pedagógico da
escola, ao regimento escolar, aos planos de trabalho anual, aos colegiados, aos auxiliares da escola e
às famílias dos estudantes.
Dimensão do Conhecimento – DC
Dominar os objetos de conhecimento, os instrumentos de organização do trabalho escolar.
Dimensão Prática Profissional – DP
Ser capaz de mediar relações pedagógicas que proporcionem vivências tipicamente políticoadministrativas.
Dimensão do Engajamento Profissional – DEP
Acompanhamento de vivências escolares em torno de práticas de gestão e organização do ensino.
Bibliografia Básica
LIBÂNEO, J. C. Organização e Gestão da Escola: Teoria e Prática. 5ª ed (ver e amp.) Goiânia:
Alternativa, 2004.
VASCONCELLOS, Celso dos S. Planejamento: Projeto de Ensino-aprendizagem e Projeto
Político-Pedagógico. São Paulo: Libertad, 2001.
VEIGA, I. P. A. e RESENDE, L. M. G. (orgs.). Escola: espaço do Projeto Político- Pedagógico.
São Paulo: Papirus, 1998.
Bibliografia Complementar

56

CRUZ NETO, Tiago Leandro. Gestão democrática da Educação: uma discussão sobre
planejamento educacional e participação coletiva em Alagoas (1999-2004). Editora ABEU,2013.
FURLAN, M. e HARGREAVES, A. A Escola como organização Aprendente: buscando uma
educação de qualidade. Porto Alegre: Artmed, 2000.
LUCK, Heloisa. Concepções e Processos Democráticos de Gestão Educacional - Vol. II - Série
Cadernos de Gestão. Petrópolis: Vozes.
PARO, Vitor Henrique. Administração Escolar: uma introdução crítica. 13. ed. São Paulo:Cortez,
2005.
VIEIRA, Sofia Lerche (org). Gestão da escola: desafios a enfrentar. Rio de Janeiro: DP&A,
2002

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Instituto de Geografia, Desenvolvimento e Meio Ambiente
Curso de Licenciatura em Geografia EaD
Unidade

IGDema

Disciplina

Didática
CH/DC

CH/DP

CH/DEP

CH/TOTAL

42

15

15

72

Carga horária
Período Letivo

4º.

Pré-requisito

Não se aplica

Ementa
Didática e seus fundamentos: compreensão da natureza do conhecimento e reconhecimento da
importância de sua contextualização na realidade da escola e dos estudantes; visão ampla do
processo formativo e socioemocional como relevante para o desenvolvimento, nos estudantes, das
competências e habilidades para sua vida; manejo dos ritmos, espaços e tempos para dinamizar o
trabalho de sala de aula e motivar os estudantes; elaboração e aplicação dos procedimentos de
avaliação de forma que subsidiem e garantam efetivamente os processos progressivos de
aprendizagem e de recuperação contínua dos estudantes; realização de trabalho e projetos que
favoreçam as atividades de aprendizagem colaborativa; e compreensão básica dos fenômenos
digitais e do pensamento computacional, bem como de suas implicações nos processos de ensinoaprendizagem na contemporaneidade.
Dimensão do Conhecimento – DC
Aprofundamento das principais questões que envolvem a relação ensino-aprendizagem e o papel
dos professores nesse processo.
Dimensão Prática Profissional – DP
Elaborar modelos formativos para professores a partir da compreensão da relações de ensino e os
efeitos dessas prática sobre a aprendizagem dos sujeitos.
Dimensão do Engajamento Profissional – DEP
Estudo e acompanhamento de práticas docentes em torno do planejamento do ensino, escolhas e
vivências metodológicas para a sala de aula.
Bibliografia Básica

57

FONSECA, João José Saraiva; FONSECA, Sonia da. Didática Geral. 1ª. Ed. Sobral, 2016.
Disponível em: https://md.uninta.edu.br/geral/didatica/pdf/Did%C3%A1tica%20Geral.pdf. Acesso
em: jun.2022.
LIBÂNEO, J. C. Democratização da escola pública: a pedagogia crítico-social dosconteúdos.
São Paulo: Cortez, 1985.
VEIGA, Ilma Passos de Alencastro. Repensando a Didática. São Paulo, Papirus: 1996.
Bibliografia Complementar
ANDRÉ, M. E. Alternativas no ensino de didática. Campinas, SP: Papirus, 1997.
CANDAU, V. M. Rumo a uma nova didática. Petrópolis, RJ: Vozes, 1984.
COMENIUS, Jan Amós. Didática Magna. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2002.
CAMBI, F. (1999). História da pedagogia. São Paulo: Unesp.
HILSDORF, M. L. S. (2006). O aparecimento da escola moderna: uma história ilustrada. Belo
Horizonte: Autêntica.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Instituto de Geografia, Desenvolvimento e Meio Ambiente
Curso de Licenciatura em Geografia EaD
Unidade

IGDema

Disciplina

Desenvolvimento e Aprendizagem
CH/DC

CH/DP

CH/DEP

CH/TOTAL

42

15

15

72

Carga horária
Período Letivo

3º.

Pré-requisito

Sem pré-requisito

Ementa
Estudo dos processos psicológicos do desenvolvimento humano (infância, adolescência e adulta);
as teorias clássicas da Psicologia do Desenvolvimento e as atuais ciências do desenvolvimento na
perspectiva dos ciclos de vida; O desenvolvimento humano frente à diversidade cultural, social e
étnica dos múltiplos contextos de desenvolvimento; Conhecimento das grandes vertentes teóricas
que explicam os processos de desenvolvimento e de aprendizagem para melhor compreender as
dimensões cognitivas, sociais, afetivas e físicas, suas implicações na vida das crianças e
adolescentes e de suas interações com seu meio sociocultural.
Dimensão do Conhecimento – DC
Domínio teórico sobre modelos de desenvolvimento humano e suas influências sobre a performance
dos estudantes em processos de formação
Dimensão Prática Profissional – DP
Relacionar as etapas e características do desenvolvimento humano cognitivo-afetivo e social com as
diferentes realidades e contextos sociais e pedagógicos.
Dimensão do Engajamento Profissional – DEP
Acompanhamento do planejamento de práticas docentes a partir da identificação de níveis de
desenvolvimento cognitivo-afetivo das crianças.
Bibliografia Básica

58

COSTA JÚNIOR, Á. L.; DESSEN, M. A. (Orgs.). A ciência do desenvolvimento humano:
tendências atuais e perspectivas futuras. Porto Alegre: Artmed, 2005.
PIAGET, J. Seis estudos de psicologia. Rio de Janeiro: Forense Universitária. 1975.
VYGOTSKY, L. S. A Formação Social da Mente. São Paulo: Martins Fontes, 1988.

Bibliografia Complementar
CARDOSO, M. R. (Org). Destinos da Adolescência. Rio de Janeiro: 7 Letras. 2008.
CASTRO, L.R. (Org.). Infância e Adolescência na Cultura do Consumo. Rio de Janeiro:Nau
editora/Faperj, 1998.
LA TAILLE, Y. de; OLIVEIRA, M. K.; DANTAS, H. Piaget, Vygotsky, Wallon: teorias
psicogenéticas em discussão. São Paulo: Summus. 1992.
SALVADOR, C.C.; PALACIOS, J.; MARCHESI, A. Desenvolvimento psicológico e
educação: psicologia evolutiva. Vol.2, Ed. Artmed. 2004.
WALLON, H. A evolução psicológica da criança. São Paulo: Martins Fontes, 2007.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Instituto de Geografia, Desenvolvimento e Meio Ambiente
Curso de Licenciatura em Geografia EaD
Unidade

IGDema

Disciplina

Política e Organização da Educação Básica no Brasil
CH/DC

CH/DP

CH/DEP

CH/TOTAL

42

15

15

72

Carga horária
Período Letivo

2º.

Pré-requisito

-

Ementa
Estudo da organização escolar brasileira, nos diversos níveis e modalidades da Educação Básica, no
contexto histórico, político, cultural e socioeconômico da sociedade brasileira; entendimento sobre o
sistema educacional brasileiro, sua evolução histórica e suas políticas, fundamentação e análise da
educação escolar no país, bem como possibilitar ao futuro professor compreensão do contexto no
qual exercerá sua prática.
Dimensão do Conhecimento – DC
Conhecer a forma de organização da escola brasileira a partir do estudo histórico sobre a formação
do sistema nacional de educação e através das Leis e Planos de Educação nas últimas décadas
Dimensão Prática Profissional – DP
Identificar características histórico-críticas nos modelos de organização da educação e poder avaliar
planos de ação direcionados aos diversos níveis que compõe a educação básica.
Dimensão do Engajamento Profissional – DEP
Compreensão das lutas e conquistas dos movimentos sociais pela escola democrática e o valor da
escola de qualidade.
Bibliografia Básica

59

MÉSZÁROS, István. A educação para além do capital. 2ª ed. São Paulo: Boitempo, 2008.
SANTOMÉ, Jurjo Torres. A educação em tempos de neoliberalismo. Porto Alegre:ATMED,
2003.
LIBÂNIO, José C. Educação Escolar: políticas, estrutura e organização. São Paulo: Cortez, 2006.
NEVES, Lúcia Maria Wanderley. Educação e política no Brasil de hoje. 2ª ed. São Paulo,
Cortez, 1999.
Bibliografia Complementar
AZEVEDO LINS, M. J. A educação como política pública. 3ª ed. Campinas/São Paulo:Autores
Associados, 2004.
SAVIANI, D. Educação brasileira: estrutura e sistema. São Paulo: Autores Associados,2008.
. Da nova LDB ao FUNDEB: por uma outra política educacional. São Paulo:Ed.
Autores Associados, 2008.
. Política e educação no Brasil. São Paulo: Ed. Cortez, 2007.
TONET, Ivo. Educação, cidadania e emancipação humana. Ijuí: UNIJUÍ, 2005.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Instituto de Geografia, Desenvolvimento e Meio Ambiente
Curso de Licenciatura em Geografia EaD
Unidade

IGDema

Disciplina

Profissão Docente
CH/DC

CH/DP

CH/DEP

CH/TOTAL

25

15

14

54

Carga horária
Período Letivo

1º.

Pré-requisito

-

Ementa
Estudo da constituição histórico-social da docência, da relação entre o professorado e o Estado no
Brasil, apreendendo o processo
de feminização e profissionalização docente, bem como as
influências do mundo do trabalho sobre a formação e o processo de trabalho docente. Reconhecimento
dos contextos sociais, culturais, econômicos e políticos das escolas da região; Desenvolvimento
acadêmico e profissional próprio, por meio do comprometimento com a escola e participação em
processos formativos de melhoria das relações interpessoais para o aperfeiçoamento integral de
todos os envolvidos no trabalho escolar.
Dimensão do Conhecimento – DC
Dominar os fundamentos históricos-políticos que caracterizaram a estruturação da profissão docente
no século XX e as variações contextuais na contemporaneidade.
Dimensão Prática Profissional – DP
Identificar práticas formativas que se aproximam do modelo histórico-crítico e elaborar ações que
sirvam como iniciativas inovadoras para a formação docente.
Dimensão do Engajamento Profissional – DEP
Observação da prática docente, destacando principais lutas e conquistas nas últimas décadas.
Bibliografia Básica

60

COSTA, Áurea (org.). A proletarização do professor: neoliberalismo na educação. São Paulo:
Instituto José Luís e Rosa Sudermann, 2009.
FACCI, Marilda Gonçalves Dias. Valorização ou esvaziamento do trabalho do professor?
São Paulo: Autores Associados, 2004.
LIBÂNEO, José Carlos. Adeus professor, adeus professora? novas exigências educacionais e
profissão docente. São Paulo: Cortez, 2010.
Bibliografia Complementar
COSTA, Marisa C. Vorraber. Trabalho docente e profissionalismo. Porto Alegre Sulina, 1995.
LANCILLOTTI, Samira Saad Pulchério. A constituição histórica do processo de trabalho
docente. Tese de Doutorado. Universidade Estadual de Campinas. Campinas, 2008.
MELO, Kátia Maria Silva de. Formação e profissionalização docente: o discurso das
competências. Maceió: EDUFAL, 2007.
NÓVOA, Antonio (org.). Vidas de professores. Porto: Portugal, 2000.
TARDIF, M. Saberes docentes: Formação profissional. São Paulo: Vozes, 2006.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Instituto de Geografia, Desenvolvimento e Meio Ambiente
Curso de Licenciatura em Geografia EaD
Unidade

IGDema

Disciplina

Pesquisa Educacional em Geografia
CH/DC

CH/DP

CH/DEP

CH/TOTAL

54

10

8

72

Carga horária
Período Letivo

6º.

Pré-requisito

-

Ementa
A construção do conhecimento científico; pressupostos e características da pesquisa em educação;
Métodos de interpretação e métodos de investigação da realidade; Metodologia e técnicas de pesquisa
em Geografia; O profissional da educação e os desafios do campo da pesquisa educacional;
Elaboração de projetos de pesquisa em Geografia; elementos textuais do Trabalho de Conclusão de
Curso (TCC); conhecimento sobre como as pessoas aprendem, compreensão e aplicação desse
conhecimento para melhorar a prática docente.
Dimensão do Conhecimento – DC
Compreensão dos fundamentos da pesquisa em educação, sua tipologia, instrumentos e técnicas de
análise de dados educacionais.
Dimensão Prática Profissional – DP
Vivências de pesquisa em torno da elaboração e experimentação da investigação em contextos
educacionais escolares e não escolares.
Dimensão do Engajamento Profissional – DEP
Observação do campo de pesquisa e experimentação dos processos de elaboração de instrumentos
para coleta de dados, além de envolver-se na produção de relatórios de práticas iniciais de
investigação.
Bibliografia Básica

61

ANDRÉ, Marli E. D. A. Etnografia da prática escolar. Campinas: Papirus, 1995
FAZENDA, Ivani (Org.) Metodologia da pesquisa educacional. SP: Cortez, 1989.
GATTI, Bernadete. A construção da pesquisa em educação no Brasil. Brasília: Plano,2002.
Bibliografia Complementar
BOGDAN, Robert C.; BIKLEN, Sari Knopp. Investigação qualitativa em educação: uma
introdução à teoria e aos métodos. Porto/Portugal: Porto Editora, 1994.
MINAYO, Maria Cecília de Souza. (org). Pesquisa social: teoria, método ecriatividade.
Petrópolis: Vozes, 2013.
SANTOS-FILHO, José e GAMBOA, Silvio. (Orgs.) Pesquisa educacional: quantidade- qualidade.
SP: Cortez, 1995.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Instituto de Geografia, Desenvolvimento e Meio Ambiente
Curso de Licenciatura em Geografia EaD
Unidade

IGDema

Disciplina

Didática em Geografia
CH/DC

CH/DP

CH/DEP

CH/TOTAL

54

10

8

72

Carga horária
Período Letivo

5º.

Pré-requisito

-

Ementa
As bases sócio-históricas da formação do professor de Geografia; O ensino de Geografia e as
influências das correntes geográficas; Propostas curriculares para o ensino da Geografia; Conteúdos:
seleção, estruturação lógica, caracterização, problematização; pesquisa como princípio educativo e
formativo; abordagens didáticas da interdisciplinaridade e transversalidade em Geografia; Motivação
da aprendizagem em Geografia; recursos didáticos em Geografia. Avaliação no ensino da Geografia;
projetos didáticos em Geografia; metodologias, práticas de ensino ou didáticas em Geografia dos
conteúdos a serem ensinados, considerando o desenvolvimento dos estudantes, as possibilidades de
domínio pedagógico do conteúdo, bem como a gestão e o planejamento do processo de ensino e de
aprendizagem.
Dimensão do Conhecimento – DC
Demonstrar conhecimento sobre o espaço geográfico e os processos pelos quais as pessoas aprendem,
devendo adotar as estratégias e os recursos pedagógicos alicerçados nas ciências da educação que
favoreçam o desenvolvimento dos saberes e eliminem as barreiras de acesso ao currículo.
Dimensão Prática Profissional – DP
Identificar os recursos pedagógicos (material didático, ferramentas e outros artefatos para a aula) e
sua adequação para o desenvolvimento dos objetivos educacionais previstos, de modo que atendam
às necessidades, os ritmos de aprendizagem e as características identitárias dos estudantes.
Dimensão do Engajamento Profissional – DEP
Saber comunicar-se com todos os interlocutores: colegas, pais, famílias e comunidade, utilizando os
diferentes recursos, inclusive as tecnologias da informação e comunicação.

62

Bibliografia Básica
BRASIL. Base Nacional Curricular Comum (BNCC). Brasília, 2018.
MOREIRA, R. Pensar e Ser em Geografia: ensaios de história, epistemologia e ontologia do
espaço geográfico. 2ª Ed. São Paulo: Contexto, 2011. OLIVA, J. T. Ensino de Geografia: um retrato
desnecessário. In: CARLOS, A. F. A. (Org.) A Geografia na sala de aula. 8ª Ed. São Paulo:
Contexto, 2006. p. 34 – 49.
OLIVEIRA, M. M. A geografia escolar: reflexões sobre o processo didático-pedagógico do
ensino. Revista Discente Expressões Geográficas, Santa Catarina, v. 2, jun. 2006, p. 10-24, 2006.
PONTUSCHKA, N. N.; PAGANELLI, T. I.; CACETE, N. H. Para ensinar e aprender Geografia.
3ª Ed. São Paulo: Cortez, 2009. 383 p.
Bibliografia Complementar
LACOSTE, Y. A Geografia – Isso serve, em primeiro lugar, para fazer a guerra. Tradução de
Maria Cecília França. 19ª Ed. Campinas: Papirus, 1988. 239 p.
SANTOS, M. Técnica, Espaço, Tempo: globalização e Meio Técnico-Científico Informacional.
5ª Ed. São Paulo: EDUSP, 2008. 176 p.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Instituto de Geografia, Desenvolvimento e Meio Ambiente
Curso de Licenciatura em Geografia EaD
Unidade

IGDema

Disciplina

Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS)
CH/DC

CH/DP

CH/DEP

CH/TOTAL

36

10

08

54

Carga horária
Período Letivo

4º.

Pré-requisito

-

Ementa
Aspectos linguísticos e culturais da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS); Aspectos culturais da
comunidade surda; Histórico da surdez no Brasil e no Mundo; Marcos legais, conhecimentos e
conceitos básicos da Educação Especial, das propostas e projetos para o atendimento dos estudantes
com deficiência e necessidades especiais.
Dimensão do Conhecimento – DC
Dominar o Conhecimento Pedagógico do Conteúdo (CPC) tomando como referência as competências
e habilidades esperadas para cada ano ou etapa.
Dimensão Prática Profissional – DP
Identificar os recursos pedagógicos (material didático, ferramentas e outros artefatos para a aula) e
sua adequação para o desenvolvimento dos objetivos educacionais previstos, de modo que atendam
às necessidades, os ritmos de aprendizagem e as características identitárias dos estudantes.
Dimensão do Engajamento Profissional – DEP
Saber comunicar-se com todos os interlocutores: colegas, pais, famílias e comunidade, utilizando os
diferentes recursos, inclusive as tecnologias da informação e comunicação.

63

Bibliografia Básica
CAPOVILLA, Fernando César e RAPHAEL, Walkiria Duarte. Dicionário enciclopédico ilustrado
trilíngue da língua de sinais brasileira. São Paulo: EDUSP, 2002. Vol. 1 e 2
FELIPE, T. A. LIBRAS em contexto - Curso Básico - Livro do Estudante/Cursista. CDU. Brasília:
MEC - SEESP - Programa Nacional Interiorizando a Libras, 2ª edição. 2001. 7ª Edição. 2008.
Disponível em: http://www.librasemcontexto.org/
FELIPE, T. A., LEITE, E. M., FENEIS-Grupo de Pesquisa da (Org.). LIBRAS em contexto - Curso
Básico - Fita do Livro do Estudante. 2ª edição. Brasília: MEC/SEESP/FNDE-FENEIS, 2001. DVD
Disponível em: http://www.librasemcontexto.org/
FELIPE, Tanya Amara (Org.). Dicionário digital da língua brasileira de sinais. 1ª. edição. Rio de
Janeiro: MEC/SEESP-INES, 2002. Disponível em: http://www.librasemcontexto.org/
GESSER, Audrei. LIBRAS? Que língua é essa? Crenças e preconceitos em torno da língua de sinais
e da realidade surda. São Paulo: Parábola, 2009.
QUADROS, R. M. de. Educação de surdos: a aquisição da linguagem. Porto Alegre: Artmed, 1997.
Bibliografia Complementar
FELIPE, T. A. Bilinguismo e surdez. Trabalhos de Linguística Aplicada, Campinas: UNICAMP.
1989:101-114. Disponível em
http://www.iel.unicamp.br/revista/index.php/tla/article/view/3696
FERREIRA-BRITO, L. Por uma gramática de língua de sinais. Rio de Janeiro: Tempo
Brasileiro.1995
GESSER, Audrei. Libras? Que língua é essa?: crenças e preconceitos em torno da língua de sinais e
da realidade surda. São Paulo: Parábola, 2009.
QUADROS, Ronice Muller de. e KARNOPP, Lodenir Becker. língua brasileira de sinais: estudos
linguísticos. Porto Alegre: Artemed, 2004.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Instituto de Geografia, Desenvolvimento e Meio Ambiente
Curso de Licenciatura em Geografia EaD
Unidade

IGDema

Disciplina

Fundamentos Históricos, Sociológicos e Filosóficos da Educação
CH/DC

CH/DP

CH/DEP

CH/TOTAL

54

10

8

72

Carga horária
Período Letivo

2º.

Pré-requisito

-

Ementa
Compreensão dos fundamentos históricos, sociológicos e filosóficos; das ideias e das práticas
pedagógicas; da concepção da escola como instituição e de seu papel na sociedade; e da concepção
do papel social do professor; os saberes sociológicos, filosóficos e históricos da educação no espaço
da escola e da formação inicial de professores; escola contemporânea e novos modelos de formação:
possibilidades e desafios; a escola como espaço sociocultural: sujeitos, tempos e espaços, saberes e
práticas, temas e rotinas escolares.
Dimensão do Conhecimento – DC
Compreender como as ideias filosóficas e históricas influenciam a organização da escola, dos
sistemas de ensino e das práticas educacionais
Dimensão Prática Profissional – DP

64

Planejar as ações de ensino que resultem em efetivas aprendizagens

Dimensão do Engajamento Profissional – DEP
Compreender o fracasso escolar não como destino dos mais vulneráveis, mas fato histórico que pode
ser modificado
Bibliografia Básica
FONTANA, Hugo Antônio. Fundamentos Históricos, Filosóficos e Sociológicos da Educação II:
2º semestre; revisão pedagógica. 1. ed. - Santa Maria, Universidade Federal de Santa Maria, Centro
de Educação, Curso de Graduação a Distância em Educação Especial, 2006. 64 p. Disponível em:
epositorio.ufsm.br/bitstream/handle/1/17588/Curso_Ed-Especial_Fundamentos-HistóricosFilosóficos-Sociológicos-Educação-II.pdf. Acesso em: jun.2022.
NUNES, Antônio Vidal. Fundamentos filosóficos da educação. Vitória: Universidade Federal do
Espírito Santo, Núcleo de Educação Aberta e à Distância, 2010.
Bibliografia Complementar
ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. Filosofia da educação. São Paulo: Moderna1990. CARRILHO,
Manuel Maria. Jogos de Racionalidade. Porto: Edições Asa, 1994.
LIBÂNEIO, José Carlos. Democratização da escola pública. A pedagogia crítico-social dos
conteúdos. São Paulo: Loyola, 1989.
MENDES, Dumerval Trigueiro. Filosofia da educação brasileira. Rio de Janeiro: Civilização
Brasileira, 1987.
KNELLER, George F. Introdução à filosofia da educação. Rio de Janeiro: Zahar, 1984.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Instituto de Geografia, Desenvolvimento e Meio Ambiente
Curso de Licenciatura em Geografia EaD
Unidade

IGDema

Disciplina

Avaliação Educacional
CH/DC

CH/DP

CH/DEP

CH/TOTAL

54

10

08

72

Carga horária
Período Letivo

2º.

Pré-requisito

-

Ementa
Avaliação educacional e prática avaliativa no contexto do sistema e da educação escolar; A evolução
histórica da avaliação; Diretrizes Curriculares Nacionais; BNCC: introdução, fundamentos e
estrutura; e currículos estaduais, municipais; Conhecer, examinar e analisar os resultados de
avaliações em larga escala nacional e internacional; simulação ou criação de estratégias de melhoria
dos resultados educacionais; A avaliação de Projetos e de Planos; Avaliação Institucional.
Dimensão do Conhecimento – DC
Demonstrar conhecimento sobre as diferentes formas diagnóstica, formativa e somativa de avaliar a
aprendizagem dos estudantes, utilizando o resultado das avaliações para: dar devolutivas que apoiem
o estudante na construção de sua autonomia como aprendente; replanejar as práticas de ensino para
assegurar que as dificuldades identificadas nas avaliações sejam solucionadas nas aulas

65

Dimensão Prática Profissional – DP
Elaborar o planejamento dos campos de experiência, das áreas, dos componentes curriculares, das
unidades temáticas e dos objetos de conhecimento, visando ao desenvolvimento das competências e
habilidades previstas pela BNCC.
Dimensão do Engajamento Profissional – DEP
Construir um planejamento profissional utilizando diferentes recursos, baseado em autoavaliação, no
qual se possa identificar os potenciais, os interesses, as necessidades, as estratégias, as metas para
alcançar seus próprios objetivos e atingir sua realização como profissional da educação.
Bibliografia Básica
HOFFMAN, Jussara. Avaliação mediadora: uma prática em construção - da pré-escola à
universidade. Porto Alegre: Educação e Realidade, 1993.
LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem escolar. São Paulo: Cortez, 1996.
Bibliografia Complementar
PERRENOUD, Philippe. Avaliação: da excelência à regulação da aprendizagem - entre duas lógicas,
Artes Médicas, Porto Alegre, 1999.
SARMENTO, Diva Chaves (Org.) O discurso e a prática da avaliação na escola. São Paulo: Pontes,
1997

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Instituto de Geografia, Desenvolvimento e Meio Ambiente
Curso de Licenciatura em Geografia EaD
Unidade

IGDema

Disciplina

Tópicos Especiais: Temas Contemporâneos Transversais
CH/DC

CH/DP

CH/DEP

CH/TOTAL

54

10

8

72

Carga horária
Período Letivo

7º.

Pré-requisito

-

Ementa
A compreensão dos docentes como agentes formadores de conhecimento e cultura; A necessidade de
seu acesso permanente a conhecimentos, informações, vivência e atualização cultural; a liberdade de
aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a cultura, o pensamento, a arte, o saber e o pluralismo de
ideias e de concepções pedagógicas (Art. 6º.); Adoção de uma perspectiva intercultural de
valorização da história, da cultura e das artes nacionais, bem como das contribuições das etnias que
constituem a nacionalidade brasileira; os temas transversais previstos na BNCC.
Dimensão do Conhecimento – DC
Compreender e conectar os saberes sobre a estrutura disciplinar e a BNCC, utilizando este
conhecimento para identificar como as dez competências da Base podem ser desenvolvidas na
prática, a partir das competências e conhecimentos específicos de sua área de ensino de Geografia e
etapa de atuação, e a interrelação da área com os demais componentes curriculares.

66

Dimensão Prática Profissional – DP
Propor situações de aprendizagem desafiadoras e coerentes, de modo que se crie um ambiente de
aprendizagem produtivo e confortável para os estudantes.
Dimensão do Engajamento Profissional – DEP
Engajar-se profissional e coletivamente na construção de conhecimentos a partir da prática da
docência, bem como na concepção, aplicação e avaliação de estratégias para melhorar a dinâmica da
sala de aula, o ensino e a aprendizagem de todos os estudantes.
Bibliografia Básica
AGUIAR, M.A. S; DOURADO, L.F. (Org.) A BNCC na contramão do PNE 2014-2024:
avaliação e perspectivas. [Livro Eletrônico]. – Recife: ANPAE, 2018.
HARVEY, D. Condição Pós-Moderna. Trad. Adail Ubirajara Sobral e Maria Stela Gonçalves. São
Paulo: Edições Loyola, 1994.
KLEIMAN, A.; MORAES, S. E. Leitura e Interdisciplinaridade: tecendo redes nos projetos da
escola. Campinas: Mercado de Letras, 1999.
LEVINAS, E. Ética e Infinito-diálogos com Philippe Nemo. Lisboa: Edições 70, 1982.
MACHADO, N. J. Epistemologia e didática: as concepções do conhecimento e inteligência e a
prática docente. São Paulo: Cortez, 1996.
MORAES, S. E. Interdisciplinaridade e Transversalidade mediante projetos temáticos. Est.
pedag., Brasília, v. 86, n. 213/214, p. 38-54, maio/dez. 2005. Disponível em:
http://rbep.inep.gov.br/. Acesso em: set. 2021.
Bibliografia Complementar

MORAES, S. E. Currículo, transversalidade e pós-modernidade. In: MORAES, S. E.; SANTOS
FILHO, J. C. (Org.). Escola e Universidade na pós-modernidade. Campinas: Mercado de Letras,
2000.
MORAES, S. E.; SANTOS FILHO, J. C. (Org.). Escola e Universidade na pós-modernidade.
Campinas: Mercado de Letras, 2000.

2.12.2 Ementas do Grupo II
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Instituto de Geografia, Desenvolvimento e Meio Ambiente
Curso de Licenciatura em Geografia EaD
Unidade

IGDema

Disciplina

Geologia
CH/DC

CH/DP

CH/DEP

CH/TOTAL

54

18

---

72

Carga horária

67

Período Letivo

2º.
Ementa

Introdução a Geologia, histórico, fundamentos e objetivos; estrutura do universo e sistema solar;
tempo geológico e métodos de datação; composição e estrutura interna da Terra; tectônica de placas,
dinâmica, processos e estruturas derivadas; mineralogia, formação, classificação e associações
mineralógicas; petrografia ígnea, metamórfica e sedimentar; ciclo das rochas, recursos naturais, usos
e potencialidades; Geologia da Plataforma Sulamericana, do Brasil e de Alagoas; Geologia
Ambiental, finalidades e potencialidades.
Dimensão do Conhecimento - DC
Construir conhecimentos referentes aos aspectos geológicos da paisagem, o que deve subsidiar
análises integradas, envolvendo estudos sobre a natureza, o meio ambiente e os usos e apropriações
das terras. Tendo como base a aplicação das categorias e metodologias geográficas.
Dimensão Prática Profissional - DP
Organizar os conteúdos curriculares, as estratégias e as atividades de aprendizagem com o objetivo de
estimular nos estudantes a desenvolver a capacidade de integrar os diversos aspectos na análise
espacial.
Dimensão do Engajamento Profissional - DEP
Discutir as demandas do mercado de trabalho e estimular a busca por capacitação profissional, em
uma perspectiva de ciência aplicada e inserção de novos fazeres e tecnologias.
Bibliografia Básica
GROTZINGER, John; JORDAN, Thomas H. Para entender a Terra. 6. ed. Porto Alegre: Bookman,
2013. 738 p. TEIXEIRA, Wilson (Orgs.). Decifrando a Terra. 2. ed. São Paulo: Companhia Editora
Nacional, 2009. 623 p. WICANDER, Reed; MONROE, James S. Fundamentos de Geologia. São
Paulo: Cengage Learning, 2009. 508 p.
Bibliografia Complementar
POLETO, Cristiano (org.). Ambiente e sedimentos. Porto Alegre: ABRH, 2008. 404 p.
SILVA, Roberto (org.). Geodiversidade do Brasil: conhecer o passado, para entender o presente e
prever o futuro. Rio de Janeiro: CPRM, 2008. 264 p.
SILVA, Roberto (org.). Geoparques do Brasil: propostas. Rio de Janeiro, RJ: CPRM, 2012. SOUZA,
Celia (org.). Quaternário do Brasil. Ribeirão Preto: Holos, 2005. 378 p.
SUGUIO, Kenitiro. Geologia do quaternário e mudanças ambientais. São Paulo: Oficina 73 de
Textos, 2010. - 408 p

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Instituto de Geografia, Desenvolvimento e Meio Ambiente
Curso de Licenciatura em Geografia EaD
Unidade

IGDema

Disciplina

Geomorfologia
CH/DC

CH/DP

CH/DEP

CH/TOTAL

36

18

----

54

Carga horária
Período Letivo

4º.
Ementa

68

A Geomorfologia e a evolução das paisagens. A identificação e análise de relevos condicionados
estruturalmente. Critérios geomorfológicos para análise neotectônica e morfotectônica. Formas de
relevo associados aos contextos plataformais e de faixas móveis. Geomorfologia de vertentes.
Geomorfologia fluvial e Geomorfologia Litorânea. A ação antrópica nas formas de relevo.
Geomorfologia e planejamento ambiental. Técnicas de mapeamento e campo em Geomorfologia.
Dimensão do Conhecimento - DC
Construir conhecimentos referentes aos aspectos do relevo, o que deve subsidiar análises integradas,
envolvendo estudos sobre a natureza, o meio ambiente e os usos e apropriações das terras. Tendo
como base a aplicação das categorias e metodologias geográficas.
Dimensão Prática Profissional - DP
Organizar os conteúdos curriculares, as estratégias e as atividades de aprendizagem com o objetivo de
estimular nos estudantes a desenvolver a capacidade de integrar os diversos aspectos na análise
espacial.
Dimensão do Engajamento Profissional - DEP
Discutir as demandas do mercado de trabalho e estimular a busca por capacitação profissional, em
uma perspectiva de ciência aplicada e inserção de novos fazeres e tecnologias.
Bibliografia Básica
BIGARELLA, J. J. et al. Estrutura e Origem das Paisagens tropicais e Subtropicais. 74 Florianópolis:
Editora da UFSC, 1994. Volume 1. BIGARELLA, J. J. et al. Estrutura e Origem da
CHRISTOFOLETTI, A. Geomorfologia. São Paulo: Edgard Blucher, 1973. CUNHA, S. B. da.;
GUERRA, A. J. T.. Geomorfologia: exercícios, técnicas e aplicações. Rio de Janeiro: Bertrand do
Brasil, 1996. 345p. CUNHA, S. B.; GUERRA, A. J. T. (orgs.) Geomorfologia e meio ambiente. Rio
de Janeiro: Bertrand Brasil, 1996.
BRASIL. Manual Técnico de Mapeamento Geomorfológico. Rio de Janeiro: IBGE, 1987.
Bibliografia Complementar
CIRUE, R. Geomorfologia. Madri: Alianza Edi¬torial, 1987. BLOOM, A. L. Superfície da Terra.
São Paulo: Edgard Blúcher, 1970. Série Textos Básicos das Geociências. GUERRA, A. J. T.;
CUNHA, S. B. (orgs.) Geomorfologia: uma atualização de bases e conceitos Rio de Janeiro: Bertrand
Brasil, 1994. PENTEADO, M. M. Fundamentos de geomorfologia. 2.. ed. Rio de Janeiro: IBGE,
1979.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Instituto de Geografia, Desenvolvimento e Meio Ambiente
Curso de Licenciatura em Geografia EaD
Unidade

IGDema

Disciplina

Climatologia
CH/DC

CH/DP

CH/DEP

CH/TOTAL

54

18

---

72

Carga horária
Período
Letivo

4º.
Ementa

69

A Atmosfera Terrestre (definição, composição e características). Definições e diferenças: Tempo e
Clima, Variabilidades e Mudanças Climáticas. Elementos Meteorológicos/Climáticos e Fatores
geográficos. Consequências Meteorológicas dos movimentos da Terra. Massas de Ar e Frentes.
Nuvens e Precipitações. Classificação Climática. Climatologia do Nordeste Brasileiro.
Dimensão do Conhecimento - DC
Construir conhecimentos referentes ao clima e ao tempo meteorológico, o que deve subsidiar análises
integradas, envolvendo estudos sobre a natureza, o meio ambiente e os usos e apropriações das terras.
Tendo como base a aplicação das categorias e metodologias geográficas.
Dimensão Prática Profissional - DP
Organizar os conteúdos curriculares, as estratégias e as atividades de aprendizagem com o objetivo de
estimular nos estudantes a desenvolver a capacidade de integrar os diversos aspectos na análise
espacial.
Dimensão do Engajamento Profissional - DEP
Discutir as demandas do mercado de trabalho e estimular a busca por capacitação profissional, em
uma perspectiva de ciência aplicada e inserção de novos fazeres e tecnologias.
Bibliografia Básica
ALMEIDA, H. A. Climatologia Aplicada à Geografia. EDUEPB. Campina Grande, PB, 2016, 317p.
CAVALCANTI, I. F. A.; FERREIRA, N. J.; DIAS, M. A. F. S.; SILVA, M. G. A. J. (Org.). Tempo e
Clima no Brasil. 1 Ed. São Paulo, Oficina de Textos, 2009. 463p.
AYOADE, J. O. Introdução à climatologia para os trópicos. 4. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil,
2003. p. 332. (ISBN – 978-85-2860-427-6)
CONTI, J. B. Clima e meio ambiente. 7. ed. São Paulo: Atual, 2011. 88 p. (Série Meio Ambiente).
(ISBN – 978-85-3571-375-6). VECCHIA, F. A. S.; TECH, A. R. B.; NEVES, G. Z. F. (Org.).
Climatologia dinâmica: conceitos, técnicas e aplicações. São Carlos: RiMa Editora, 2020, 288 p.
Bibliografia Complementar
CABRAL JÚNIOR, J. B.; SILVA, H. J. F. Classificação Climática e repercussões ambientais no
estado de Alagoas, Brasil. In: André Becker Nunes; Glauber Lopes Mariano. (Org.). Meteorologia em
Tópicos. 1ed. Maceió: Clube dos Autores, 2020, v. 7, p. 288-324.
DEMILLO, R. Como funciona o clima. São Paulo: Quark books, 1998.
REBOITA, M; KRUSCHE, N; AMBRIZZI, T; ROCHA, R. Entendendo o tempo e o clima na
América do Sul. Terra e Didática, Campinas, v. 8, p. 34-50, 2012.
REBOITA, M. S.; RODRIGUES, M.; ARMANDO, R.; FREITAS, C.; MARTINS, D.; MILLER, G.
Causas da semi-aridez do sertão nordestino. Revista Brasileira de Climatologia, v. 19, p.254-277,
2016.
STEINKE, E. T. Climatologia fácil. 1. ed. São Paulo: Oficina de Textos, 2012.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Instituto de Geografia, Desenvolvimento e Meio Ambiente
Curso de Licenciatura em Geografia EaD
Unidade

IGDema

Disciplina

Biogeografia
CH/DC

CH/DP

CH/DEP

CH/TOTAL

36

18

---

54

Carga horária
Período Letivo

5º.

70

Ementa
Fundamentação teórica e procedimentos metodológicos. Os fatores ambientais e sua influência na
caracterização fitogeográfica da paisagem e na distribuição passada e atual dos seres vivos. As
classificações florísticas/faunísticas e fisionômica-ecológica da vegetação. A Biogeografia no
planejamento ambiental e na conservação da natureza.
Dimensão do Conhecimento - DC
Construir conhecimentos referentes a distribuição da vida e suas características, o que deve subsidiar
análises integradas, envolvendo estudos sobre a natureza, o meio ambiente e os usos e apropriações
das terras. Tendo como base a aplicação das categorias e metodologias geográficas.
Dimensão Prática Profissional - DP
Organizar os conteúdos curriculares, as estratégias e as atividades de aprendizagem com o objetivo de
estimular nos estudantes a desenvolver a capacidade de integrar os diversos aspectos na análise
espacial.
Dimensão do Engajamento Profissional - DEP
Discutir as demandas do mercado de trabalho e estimular a busca por capacitação profissional, em
uma perspectiva de ciência aplicada e inserção de novos fazeres e tecnologias.
Bibliografia Básica
COX, C. B.; MOORE, P. D. Biogeografia: uma abordagem ecológica e evolucionária. 7. ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2009. 398 p. 65.
FIGUEIRÓ, A. Biogeografia: dinâmicas e transformações da natureza. 1. ed. São Paulo: Oficina de
Textos, 2015. p. 400. TROPPMAIR, H. Biogeografia e meio ambiente. 9. ed. Rio Claro: Divisa,
2012. 227 p..
Bibliografia Complementar
ABSÁBER, A. N. Ecossistemas do Brasil. 1. ed. Rio de Janeiro: Editora Metalivros, 2006. p. 300.
CARRANO-MOREIRA, A. F. Insetos: manual de coleta e identificação. 2. ed. Rio de Janeiro:
Technical Books, 2014. p. 372. CARVALHO, C. J. B.; ALMEIDA, E. A. B. Biogeografia da
América do Sul: padrões e processos. Roca Brasil, 2011. MAGURRAN, A. E. Medindo a diversidade
biológica. 1. ed. Curitiba: Editora Universidade Federal do Paraná, 2011. p. 262. ROMARIZ, D. de
A. Biogeografia: temas e conceitos. 1. ed. São Paulo: Scortecci, 2012. 199 p.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Instituto de Geografia, Desenvolvimento e Meio Ambiente
Curso de Licenciatura em Geografia EaD
Unidade

IGDema

Disciplina

Hidrografia
CH/DC

CH/DP

36

18

CH/DEP

CH/TOTAL

Carga horária
Período
Letivo

54

5º.
Ementa

Análise da camada liquida superficial da Terra. Origem, transformações, distribuição geográfica da
hidrosfera. Interações físicas, químicas, biológicas, antrópicas e seus reflexos locais e globais. Usos e

71

apropriações dos recursos hídricos do Planeta. Escassez hídrica, demandas e conflitos, a geopolítica
da água.
Dimensão do Conhecimento - DC
Construir conhecimentos referentes a distribuição da água, suas características e apropriações, o que
deve subsidiar análises integradas, envolvendo estudos sobre a natureza, o meio ambiente e os usos e
apropriações das terras. Tendo como base a aplicação das categorias e metodologias geográficas.
Dimensão Prática Profissional - DP
Organizar os conteúdos curriculares, as estratégias e as atividades de aprendizagem com o objetivo de
estimular nos estudantes a desenvolver a capacidade de integrar os diversos aspectos na análise
espacial.
Dimensão do Engajamento Profissional - DEP
Discutir as demandas do mercado de trabalho e estimular a busca por capacitação profissional, em
uma perspectiva de ciência aplicada e inserção de novos fazeres e tecnologias.
Bibliografia Básica
CRISTOFOLETTI, A. Geomorfologia Fluvial. São Paulo: Edgard Blucher, 1981.
ESTEVES, F.A. Fundamentos de Limnologia. Rio de Janeiro: Interciência, 1998. 602 p.
GUERRA, A. J. T.; CUNHA, S. B.. (Orgs). Geomorfologia: uma atualização de bases e conceitos.
14. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2018.
REBOUÇAS, A. & TUNDISI, J.G. Águas Doce no Brasil: capital ecológico, uso e conservação. São
Paulo, Editora Escituras, 2000. 715 p.
STRAHLER, A.N.; STRAHLER, A.H. Geografia Física. Barcelona: Omega, 1989, 550p.
Bibliografia Complementar
LIMA, B. M.. Áreas de proteção permanente - APPs em Maceió: do ideário conservacionista aos
usos sócio-ambientais das zonas de interesse ambiental e paisagístico. Maceió, AL, 2009. 140 f.:
Dissertação (Mestrado em Arquitetura e Urbanismo: dinâmicas do espaço habitado) - Universidade
Federal de Alagoas, Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, Maceió, AL, 2009.
MARGALEF, R. Limnologia. Barcelona, Ed. Omega, 1983, 1010p. REBOUÇAS, A.; TUNDISI, J.
G. Águas doce no Brasil: capital ecológico, uso e conservação. São Paulo: Escituras, 2000.
SCHMIEGELOW, J.M.M. O planeta Azul: uma introdução as ciências marinhas. Rio de Janeiro,
Interciência, 2004. 202 p. ISBN 85-7193-102-x.
TUNDISI, J.G. Água no Século XXI: enfrentando a escassez. São Carlos: Rima Editora, 2004. 344 p.
TUNDISI, J.G.; TUNDISI, T.M. Limnologia. São Carlos: Oficina de Textos, 2008, 631p.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Instituto de Geografia, Desenvolvimento e Meio Ambiente
Curso de Licenciatura em Geografia EaD
Unidade

IGDema

Disciplina

Quantificação em Geografia
CH/DC

CH/DP

CH/DEP

CH/TOTAL

36

18

---

54

Carga horária
Período Letivo

2º.
Ementa

72

Avaliar representações ou tratamentos; gráficos e matemático-estatísticos. Os conteúdos contemplam
as noções básicas de estatística e probabilidade e suas aplicações na ciência geográfica;
instrumentalização das atividades de conhecimento, produção, interpretação e uso das estatísticas e
indicadores educacionais.
Dimensão do Conhecimento - DC
Dominar os objetos de conhecimento e saber como ensiná-los
Dimensão Prática Profissional - DP
Organizar os conteúdos curriculares, as estratégias e as atividades de aprendizagem com o objetivo de
estimular nos estudantes a desenvolver a capacidade de integrar os diversos aspectos na análise
espacial.
Dimensão do Engajamento Profissional - DEP
Comprometer-se com o próprio desenvolvimento profissional
Bibliografia Básica
MARTINS, G. de A.; DONAIRE, D. Princípios de estatística. 4. ed. São Paulo: Atlas, 1990. 255 p.
MORETTIN, P. A.; BUSSAB, W. de O. Estatística básica. 8. ed. São Paulo: Saraiva. 2014. 548 p.
BONINI, E. E.; BONINI, S. E. Estatística: Teoria e exercícios. São Paulo: Loyola. 1972. 439p.
Bibliografia Complementar
LEVIN, J.; FOX, J. A. Estatística para ciências humanas. 11. ed. São Paulo: Prentice Hall, 2012.
Xviii. 458p.
MARTINS, G. de A. Estatística geral e aplicada. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2006. 421p.
COLE, J. P. Geografia quantitativa. Rio de Janeiro. IBGE, 1972.
GERALDI, L. H. de O.; SILVA, B. N. Quantificação em geografia. São Paulo: DIFEL,1981.
COELHO, C.; SIMÕES, N. N. Tratamento estatístico e gráfico em geografia. 2. ed. Lisboa
[Portugal]: Gradiva, 1987. 151 p.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Instituto de Geografia, Desenvolvimento e Meio Ambiente
Curso de Licenciatura em Geografia EaD
Unidade

IGDema

Disciplina

Formação Econômica e Territorial do Brasil
CH/DC

CH/DP

CH/DEP

CH/TOTAL

36

18

----

54

Carga horária
Período Letivo

3º.

Pré-requisito

---

Ementa
Poder político e organização territorial do Brasil; Modernização tecnológica e reestruturação do
território; as grandes corporações e a gestão do território; Ação política e aspectos éticos e
metodológicos nas esferas pública e privada; Industrialização e organização do espaço brasileiro;
Planejamento e políticas de desenvolvimento econômico e territorial no Brasil; o desenvolvimento
desigual e combinado.

73

Dimensão do Conhecimento - DC
Dominar os objetos de conhecimento e saber como ensiná-los.
Dimensão Prática Profissional - DP
Sequenciar os conteúdos curriculares, as estratégias e as atividades de aprendizagem com o objetivo
de estimular nos estudantes a capacidade de aprender com proficiência
Dimensão do Engajamento Profissional - DEP
Não se aplica
Bibliografia Básica
ANDRADE. M. C. A questão do território no Brasil. São Paulo: Hucitec, 1995.
FURTADO, C. Formação econômica do Brasil. São Paulo: Cia Ed. Nacional,1968.
PRADO JÚNIOR, C. História Econômica do Brasil. São Paulo: Brasiliense,1983.
MORAES, C. R. Bases da formação territorial do Brasil: o território colonial brasileiro no “longo”
século XVI. São Paulo: Hucitec, 2000.
MORAES, C. R. Território e história no Brasil. 2 ed. São Paulo: AnnaBlume, 2005.
Bibliografia Complementar
CHANG, Ha-J. Chutando a escada: a estratégia do desenvolvimento em perspectiva histórica. São
Paulo: Editora Unesp, 2004.
CANO, W. Raízes da Concentração Industrial em São Paulo. São Paulo: T. A. Queiroz, 1981.
GUNN, P. Industrialização, ecologia e desenvolvimento no ordenamento territorial do Brasil. Anais...
Seminário Nacional Consolidação de Metodologia de Zoneamento Ecologico-Econômico, Ministério
de Meio Ambiente, Governo Federal Brasília, 11-13 de dezembro de 2001.
HUNT, E. K.; SHERMAN, H. J. História do pensamento econômico. 22. ed. Petrópolis: Vozes,
2013.
SANTOS, Milton. Da totalidade ao lugar. São Paulo: Edusp, 2005.
WOOD, Ellen Meiksins. O império do capital. São Paulo: Bomtempo Editorial, 2014.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Instituto de Geografia, Desenvolvimento e Meio Ambiente
Curso de Licenciatura em Geografia EaD
Unidade

IGDema

Disciplina

Geografia Agrária
CH/DC

CH/DP

CH/DEP

CH/TOTAL

36

18

----

54

Carga horária
Período Letivo

6º.

Pré-requisito

----

Ementa
Abordagens teórico-metodológicas em Geografia Agrária; Formação territorial brasileira: latifúndio e
campesinato; O capitalismo agrário brasileiro e suas implicações políticas; Estado, desenvolvimento e
modernização da agricultura; políticas públicas e o campo brasileiro; as relações campo-cidade e o
Novo Rural; A Questão Agrária brasileira; movimentos sociais e a Reforma Agrária; A dinâmica
recente da agricultura: globalização, agronegócio, estrangeirização, impactos econômicos e sociais.
Dimensão do Conhecimento - DC

74

Dominar os objetos de conhecimento e saber como ensiná-los.
Dimensão Prática Profissional - DP
Sequenciar os conteúdos curriculares, as estratégias e as atividades de aprendizagem com o objetivo
de estimular nos estudantes a capacidade de aprender com proficiência
Dimensão do Engajamento Profissional - DEP
Não se aplica
Bibliografia Básica
FERNANDES, B. M.; MARQUES, M. I. M.; SUZUKI, J. C. (Org.) Geografia Agrária - teoria e
poder. São Paulo, Expressão Popular, 2007.
SILVA, J. G. da. O que é questão agrária. 4ª ed. São Paulo: Brasiliense, 1981.
SILVA, J. G. da. A modernização dolorosa. Rio de Janeiro, Zahar, 1981.
MARTINS, J. de S. Camponeses e a política no Brasil. Petrópolis: Vozes, 1982.
MEDEIROS, L. S. de. Reforma Agrária no Brasil: história e atualidade da luta pela terra. São
Paulo: Ed. Perseu Abramo, 2003.
SUZUKI J. C. Geografia Agrária: gênese e diversidade. In: MARAFON, G.; RUA, J.; ÂNGELO, M.
(Org.). Abordagens teórico-metodológicas em Geografia Agrária Rio de Janeiro: EdUERJ, 2007.
p. 17-39.
Bibliografia Complementar
FERREIRA, D. A de O. Mundo rural e a Geografia. Geografia agrária no Brasil: 1930-1990.
São Paulo: Editora UNESP, 2002.
GRAZIANO NETO, F. Questão agrária e ecologia. São Paulo, Brasiliense, 1986.
MARTINS, J. de S. O Cativeiro da Terra. São Paulo: Liv. Editora Ciências Humanas, 1979.
OLIVEIRA, A. U. Agricultura camponesa no Brasil. S. Paulo: Contexto, 1991.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Instituto de Geografia, Desenvolvimento e Meio Ambiente
Curso de Licenciatura em Geografia EaD
Unidade

IGDema

Disciplina

Geografia Cultural
CH/DC

CH/DP

CH/DEP

CH/TOTAL

36

18

----

54

Carga horária
Período Letivo

8º.

Pré-requisito

----

Ementa
Geografia Cultural: abordagens teóricas-metodológicas; Fundamentos geográficos da cultura.
Cultura, sociedade e natureza; Relações Étnico-Raciais, Gênero e pluralidade cultural; as raízes
africanas e indígenas e a formação da cultura material e imaterial do povo brasileiro; história da
África e dos africanos, a luta dos negros e dos povos indígenas no Brasil, a cultura negra e indígena
brasileira; o negro e o índio na formação da sociedade nacional; Paisagens e regiões culturais do
Brasil; Multiculturalismo contemporâneo; Religiosidade e cultura brasileira.
Dimensão do Conhecimento - DC

75

Dominar os objetos de conhecimento e saber como ensiná-los.
Dimensão Prática Profissional - DP
Sequenciar os conteúdos curriculares, as estratégias e as atividades de aprendizagem com o objetivo
de estimular nos estudantes a capacidade de aprender com proficiência
Dimensão do Engajamento Profissional - DEP
Não se aplica
Bibliografia Básica
HEIDRICH, A. L; COSTA, B. P.; PIRES, C. L. Z. (Org.). Maneiras de ler geografia e cultura.
Porto
Alegre:
Impressa
Livre,
2013.
Disponível
em:
https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/214/o/MANEIRAS_DE_LER_GEOGRAFIA_E_CULTURAL.
pdf. Acesso em: 18 maio 2022.
SANTOS, M. A natureza do espaço: técnica e tempo, razão e emoção. São Paulo: Hucitec, 1996.
SANTOS, M. Metamorfoses do espaço do espaço habitado. São Paulo: Hucitec, 1988.
SERPA, A. (Org.). Espaços culturais: vivências, imaginações e representações. Salvador: EDFUBA,
2008. Disponível em: https://static.scielo.org/scielobooks/bk/pdf/serpa-9788523211899.pdf. Acesso
em: 26 maio 2018.
Bibliografia Complementar
CLAVAL, P. A geografia cultural no Brasil. In: BARTHE-DELOIZY, F.; SERPA, A. (Org). Visões
do Brasil: estudos culturais em Geografia [online]. Salvador: EDUFBA, 2012. Disponível em:
https://books.scielo.org/id/8pk8p/pdf/barthe-9788523212384-02.pdf. Acesso em: 18 maio 2022.
COSTA, C. L. A presença e ausência do debate de gênero na geografia do ensino fundamental e
médio. Revista Latino-americana de Geografia e Gênero, Ponta Grossa, v. 2, n. 2, p. 76-84,
ago./dez.
2011.
Disponível
em:
<http://www.revistas2.uepg.br/index.php/rlagg/article/view/1670/2188>. Acesso em: 26 jun. 2018.
HALL, S. A Identidade cultural na pós-modernidade. Tradução de Tomaz Tadeu da Silva e
Guacira Lopes Louro. Rio de Janeiro: DP&A, 2003.
HARVEY, D. A condição pós-moderna. Tradução de Adail Ubirajara Sobral e Maria Stela
Gonçalves. São Paulo: Loyola, 2006.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Instituto de Geografia, Desenvolvimento e Meio Ambiente
Curso de Licenciatura em Geografia EaD
Unida
de

IGDema

Discip
lina

Geografia da População
CH/DC

CH/DP

CH/DEP

CH/TOTAL

36

18

----

54

Carga horária
Período
Letivo

7º.

Pré-requisito
Ementa

---

76

Geografia da população: conceitos e temas básicos; Demografia e população; Política, economia e
sociedade em Geografia da População; Estrutura e dinâmica populacional; População e organização
do espaço; Mobilidade da população e políticas populacionais; População e meio ambiente;
Globalização e as dinâmicas da população no século XXI.
Dimensão do Conhecimento - DC
Dominar os objetos de conhecimento e saber como ensiná-los.
Dimensão Prática Profissional - DP
Sequenciar os conteúdos curriculares, as estratégias e as atividades de aprendizagem com o objetivo
de estimular nos estudantes a capacidade de aprender com proficiência
Dimensão do Engajamento Profissional - DEP
Não se aplica
Bibliografia Básica
CASTRO, I. E.; GOMES, P. C. C.; CORRÊA, R. L. (Org.). Explorações geográficas. Rio de
Janeiro: Bertrand Brasil, 1997.
DAMIANI, A. Geografia da população. São Paulo: Contexto, 1997.
GEORGE, P. Geografia da população. São Paulo: Difel, 1981.
Bibliografia Complementar
CHESNAIS, F. A Mundialização do Capital. Tradução Silvana Finzi Foá. São Paulo: Xamã, 1996
MARTINS, J. de S. A imigração e a crise do Brasil agrário. São Paulo: Pioneira, 1973.
MARTINE, G. População, meio ambiente e desenvolvimento: o cenário global e nacional. In:
Martine, George (org.). População, meio ambiente e desenvolvimento: verdades e contradições.
2.ed. Campinas: Editora da UNICAMP, 1996. p. 21-42.
RIBEIRO, D. O Povo Brasileiro- A formação e o sentido do Brasil. São Paulo: Cia. Das Letras,
l995.
RAFFESTIN, C. Por uma Geografia do Poder. São Paulo: Ática, l993.
ROLLET, C. Demografia: introdução à demografia. Porto: Porto, 2007.
SANTOS, J. F. Dinâmica da população: teoria, métodos e técnicas de análises. São Paulo: T. A.
Queiroz, 1980.
SINGER, P. Dinâmica populacional e desenvolvimento. São Paulo: Hucitec, 1997.
SPOSITO, E. S.; BONTEMPO, D. C.; SOUZA, A. A. (Org.). Geografia e migração: movimentos,
territórios e territorialidades. São Paulo: Expressão Popular, 2010

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Instituto de Geografia, Desenvolvimento e Meio Ambiente
Curso de Licenciatura em Geografia EaD
Unidade

IGDema

Disciplina

História do Pensamento Geográfico
CH/DC

CH/DP

CH/DEP

CH/TOTAL

36

18

----

54

Carga horária
Período Letivo

1º.

Pré-requisito
Ementa

---

77

Fundamentos filosóficos da Geografia Moderna; o processo de sistematização e de
institucionalização da Geografia; os sistematizadores da Geografia: Alexander von Humboldt, Karl
Ritter, e Friedrich Ratzel e Vidal de La Blache; os movimentos de renovação do pensamento
geográfico: neopositivismo e materialismo histórico-dialético na Geografia; Geografia Cultural e
Humanística; os caminhos da Geografia no século XXI.
Dimensão do Conhecimento - DC
Dominar os objetos de conhecimento e saber como ensiná-los.
Dimensão Prática Profissional - DP
Sequenciar os conteúdos curriculares, as estratégias e as atividades de aprendizagem com o objetivo
de estimular nos estudantes a capacidade de aprender com proficiência.
Dimensão do Engajamento Profissional - DEP
Não se aplica
Bibliografia Básica
CHRISTOFOLETTI, A. Perspectivas da Geografia. São Paulo: Difel, 1982.
ANDRADE, M. C. Geografia: ciência da sociedade. Recife: Ed. Universitária da UFPE, 2008.
CAPEL, H. Filosofia y ciência em la geografia contemporânea. Barcelona: Barcelona, 1981.
CASTRO. I. E. de; GOMES, P. C. de C.; CORRÊA, R. L. (Org.) Geografia: conceitos e temas. Rio
de Janeiro: Bertrand Brasil, 1995.
GOMES, P. C. da C. Geografia e modernidade. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1997.
MORAES, A.C.R. A Gênese da Geografia Moderna. São Paulo: Hucitec, 1989.
Bibliografia Complementar
AMORIN, R. R. Um novo olhar na geografia para os conceitos e aplicações de geossistemas,
sistemas antrópicos e sistemas ambientais. Caminhos de Geografia, Uberlândia, v. 13, n. 41
mar/2012. Pp.80-101. Disponível em: www.uel.br/revistas/uel/index.php/Geographia/article. Acesso
em: 18 maio 2022.
CARDOSO, L. P. C. O lugar da geografia brasileira: A Sociedade de Geografia do Rio de Janeiro
entre 1883 e 1945. São Paulo: Annablume, 2013.
HAESBAERT, R.; PEREIRA, S.N.; RIBEIRO, G. Vidal, Vidais: textos de geografia Humana,
Regional e Política, Rio de Janeiro, Bertrand Brasil, 2012.
RIBEIRO, G. Alexander von Humboldt no século XXI. Revista Terra Brasilis. Revista de História
do
pensamento
Geográfico,
n.10,
p.1-6,
2018.
Disponível
em:
https://journals.openedition.org/terrabrasilis/pdf/3281. Acesso em: 18 maio 2022.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Instituto de Geografia, Desenvolvimento e Meio Ambiente
Curso de Licenciatura em Geografia EaD
Unidade

IGDema

Disciplina

Geografia do Turismo
CH/DC

CH/DP

CH/DEP

CH/TOTAL

36

18

----

54

Carga horária
Período Letivo

8º.

Pré-requisito
Ementa

---

78

O fenômeno do turismo à luz da Geografia; turismo como instrumento de desenvolvimento; a cadeia
produtiva do turismo; Estudo dos impactos socioambientais do turismo; transformações urbanas a
partir do turismo; análise do processo de turistificação do espaço no Brasil, no Nordeste e em
Alagoas; o potencial turístico alagoano.
Dimensão do Conhecimento - DC

Articular elementos empíricos e conceituais, concernentes ao conhecimento científico dos processos
espaciais.

Dimensão Prática Profissional - DP

Identificar, descrever, analisar, compreender e explicar as diferentes práticas e concepções
concernentes ao processo de produção do espaço.

Dimensão do Engajamento Profissional - DEP
Não se aplica
Bibliografia Básica
BARRETTO, M. Manual de iniciação ao estudo do turismo. São Paulo: Papirus, 1995.
CRUZ, R. de C. da. Política de turismo e território. São Paulo: Contexto, 2000.
_____. Introdução à geografia do turismo. 2 ed. São Paulo: Roca, 2003.
PANOSSO NETTO, A. O que é turismo. Coleção Primeiros Passos. São Paulo: Brasiliense, 2010.
PEARCE, D.G. Geografia do turismo: fluxos e regiões no mercado de viagens. São Paulo: Aleph,
2003. B
RIBEIRO, M. Â. C.; F., U. da S. (Org.). Geografia e Turismo: reflexões interdisciplinares. Curitiba:
Appris, 2019.
Bibliografia Complementar
BARROS, N. C. C. de. Manual de geografia do turismo: meio ambiente, cultura e paisagens.
Recife: Editora da UFPE, s.d.
BOULLÓN, C. R. Atividades turísticas e recreativas. O homem como protagonista. Bauru SP:
EDUSC, 2004
KRIPPENDORF, J. Sociologia do turismo: para uma nova compreensão do lazer e das viagens. São
Paulo: Aleph, 2009.
RODRIGUES, A. B.. Turismo e espaço: rumo a um conhecimento transdisciplinar. São Paulo:
Hucitec, 1997.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Instituto de Geografia, Desenvolvimento e Meio Ambiente
Curso de Licenciatura em Geografia EaD
Unidade

IGDema

Disciplina

Geografia Regional
CH/DC

CH/DP

CH/DEP

CH/TOTAL

36

18

----

54

Carga horária
Período

8º.

Pré-requisito

---

79

Letivo
Ementa
Análise do conceito de região e das diferentes concepções sobre a temática regional por meio das
distintas escolas do pensamento geográfico; identificação das diferentes regionalizações propostas
para o mundo, para o Brasil, para o Nordeste e para Alagoas, buscando através dos marcos
cronológicos, reconhecer as distintas ordenações espaciais, identificando seus significados no bojo da
ciência geográfica.
Dimensão do Conhecimento – DC
Analisar processos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais nos âmbitos local, regional,
nacional e mundial em diferentes tempos, a partir da pluralidade de procedimentos epistemológicos,
científicos e tecnológicos, de modo a compreender e posicionar-se criticamente em relação a eles,
considerando diferentes pontos de vista e tomando decisões baseadas em argumentos e fontes de
natureza científica.
Dimensão Prática Profissional - DP
Sequenciar os conteúdos curriculares, as estratégias e as atividades de aprendizagem com o objetivo
de estimular nos estudantes a capacidade de aprender com proficiência.
Dimensão do Engajamento Profissional - DEP
Não se aplica
Bibliografia Básica
BEZZI, Meri Lourdes. Região: uma (re)visão Historiográfica da gênese aos novos paradigmas. Santa
Maria: Ed. da UFSM, 2004.
CORRÊA, Roberto Lobato. Trajetórias Geográficas. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2001.
___________________. Região e organização espacial. São Paulo: editora ática, 1998.
GOMES, Paulo Cesar da Costa. O conceito de região e sua discussão. In: CASTRO, Iná Elias;
GOMES, Paulo César da; CORREA, Roberto Lobato (Org,). Geografia: conceitos e temas. Rio de
Janeiro: Bertrand Brasil, 2005.
Bibliografia Complementar
COSTA, Rogério H. da. Regional - global: dilemas da região e da regionalização na geografia
contemporânea. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2010.
LENCIONE, Sandra. Região e Geografia. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 1999.
SANTOS, Milton. Metamorfoses do espaço habitado. São Paulo: HUCITEC, 1988.
_____________Espaço e Método. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2014.
SILVA, Paulo Rogério de Freitas. Configuração Espacial de Alagoas. Editora SertãoCult, Sobral CE, 2021.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Instituto de Geografia, Desenvolvimento e Meio Ambiente
Curso de Licenciatura em Geografia EaD
Unidade

IGDema

Disciplina

Geografia Urbana

Carga horária

CH/DC

CH/DP

CH/DEP

CH/TOTAL

80

36
Período Letivo

7º.

18

Pré-requisito

----

54

----

Ementa
A Geografia Urbana: evolução, conceitos e tendências; o significado da cidade e do urbano; origem e
evolução das cidades; o espaço urbano; a urbanização em suas perspectivas; hierarquia e rede urbana:
padrões clássicos e tendências atuais; relação centro e periferia e novas dinâmicas de localização
residencial; segregação socioespacial e moradia; novos padrões de urbanização e reflexos
socioespaciais: segregação urbana, exclusão territorial, exclusão urbanística do uso e ocupação do
solo urbano.
Dimensão do Conhecimento – DC
Reconhecer as diferentes escalas de ocorrência e manifestação dos fatos, fenômenos e eventos
geográficos
Dimensão Prática Profissional - DP
Identificar, comparar e explicar a intervenção do ser humano na natureza e na sociedade, exercitando
a curiosidade e propondo ideias e ações que contribuam para a transformação espacial, social e
cultural, de forma que participe efetivamente das dinâmicas da vida social, exercitando a
responsabilidade e o protagonismo, voltados para o bem comum, e a construção de uma sociedade
justa, democrática e inclusiva.
Dimensão do Engajamento Profissional - DEP
Não se aplica
Bibliografia Básica
CORRÊA, R. L. O espaço urbano. São Paulo: Ática, 1989. (Série Princípios no.174)
HARVEY, D. A justiça social e a cidade. São Paulo: Hucitec, 1980.
SANTOS, M. Metamorfoses do espaço habitado: fundamentos teóricos e metodológicos da
Geografia. São Paulo: Hucitec, 1994.
Bibliografia Complementar
SPOSITO, E. S. Redes e cidades. São Paulo: UNESP, 2008.
SANTOS, M. Manual de Geografia urbana. 3. ed. São Paulo: EDUSP, 2008.
SPOSITO, M.E.B. Capitalismo e Urbanização. São Paulo: Contexto, 1988. S
SINGER, P. Economia política da urbanização. São Paulo,Brasiliense, 1979.
VILLAÇA, F. Espaço intraurbano no Brasil. São Paulo: Studio Nobel; FAPESP; Lincoln Institute,
1998.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Instituto de Geografia, Desenvolvimento e Meio Ambiente
Curso de Licenciatura em Geografia EaD
Unidade

IGDema

Disciplina

Teoria e Método em Geografia
CH/DC

CH/DP

CH/DEP

CH/TOTAL

50

22

----

72

Carga horária
Período

5º.

Pré-requisito

----

81

Letivo
Ementa
Epistemologia da Geografia; categorias e conceitos da Geografia contemporânea; método de
interpretação e de investigação na construção do conhecimento geográfico; o espaço geográfico como
instância da sociedade; produção textual da língua falada e escrita, leitura, produção e utilização dos
diferentes gêneros de textos em Geografia; prática de registro e comunicação, resumo, resenhas e
artigos, considerando o domínio da norma culta.
Dimensão do Conhecimento – DC
Identificar e explicar a dimensão geográfica presente nas diversas manifestações dos conhecimentos
Dimensão Prática Profissional - DP
Organizar o conhecimento espacial adequando-o ao processo de ensino-aprendizagem em Geografia
nos diferentes níveis de ensino.
Dimensão do Engajamento Profissional - DEP
Não se aplica
Bibliografia Básica
CASTRO, I. E. de; CORRÊA, R. L.; GOMES, P.C da C. (Org.). Geografia: conceitos e temas. Rio
de Janeiro: Bertrand Brasil, 1995.
GOMES, P. C. da C. Geografia e modernidade. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1997.
SANTOS, M. Técnica, espaço, tempo: globalização e meio técnico-científico informacional. 3. ed.
Hucitec, 1997.
SANTOS, M.. Espaço e método. São Paulo: Nobel, 1988.
Bibliografia Complementar
KOSIK, K. Dialética do concreto. 2. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1976.
MORAES, A.C.R. Ideologias geográficas: espaço, cultura e política no Brasil. São Paulo: Hucitec,
1988.
SANTOS, M. O Território e o saber Local: algumas categorias de análise. Cadernos IPPUR, Rio de
Janeiro, ano XIII, n.2, p.15-26, 1999.
SILVEIRA, M. L. Uma situação geográfica: do método a metodologia. Revista Território, São
Paulo, ano IV, n. 6, p.22-29, jan./jun.1999.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Instituto de Geografia, Desenvolvimento e Meio Ambiente
Curso de Licenciatura em Geografia EaD
Unidade

IGDema

Disciplina

Cartografia Básica
CH/DC

CH/DP

CH/DEP

CH/TOTAL

36

18

----

54

Carga horária
Período Letivo

2º.

Pré-requisito
Ementa

---

82

Cartografia: conceitos e importância na construção do conhecimento geográfico. Classificação de
documentos cartográficos. Mapas: conceitos e importância na construção do conhecimento geográfico.
Elementos de mapas. Elementos de representação. Escala cartográfica. Localização. Orientação e posição.
Projeções cartográficas.
Dimensão do Conhecimento - DC
Dominar os objetos de conhecimento e saber como ensiná-los.
Dimensão Prática Profissional - DP
Sequenciar os conteúdos curriculares, as estratégias e as atividades de aprendizagem com o objetivo
de estimular nos estudantes a capacidade de aprender com proficiência
Dimensão do Engajamento Profissional - DEP
Não se aplica
Bibliografia Básica
DUARTE, P. A. Fundamentos de cartografia. 2.ed. Florianópolis: Editora da UFSC, 2002. (Série
Didática).
FITZ, Paulo Roberto. Cartografia básica. São Paulo: Oficina de Texto, 2008.
OLIVEIRA, Cêurio. Curso de Cartografia Moderna. 2. ed. Rio de Janeiro: FIBGE, 1993.
Bibliografia Complementar
GASPAR, J. A. Cartas e projeções cartográficas. 3. ed. Atualizada e aumentada. Lisboa: Lidel,
2005.
GRANELL-PÉREZ, M. del C. Trabalhando Geografia com as Cartas Topográficas. 2. ed.
Ijuí/RS: Unijuí, 2004.
MENEZES, P. M. L. de; FERNANDES, M. do C. Roteiro de cartografia. 1. ed. São Paulo: Oficina
de Textos, 2013.
ROBINSON, A.r H.; SALE, R. D.; MORRISON, J. L. Elementos de Cartografía. Barcelona:
Omega, 1987.
STRAHLER, Arthur N.; STRAHLER, A. H. Geografia Física. 3. ed. Barcelona: Omega, 1989.

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Instituto de Geografia, Desenvolvimento e Meio Ambiente
Curso de Licenciatura em Geografia EaD
Unidade

IGDema

Disciplina

Cartografia Escolar
CH/DC

CH/DP

CH/DEP

CH/TOTAL

36

18

----

54

Carga horária
Período Letivo

7º

Pré-requisito

----

Ementa
O desenvolvimento do conceito espacial pela criança; técnicas de geração de mapas; materiais
didáticos de cartografia; o uso dos produtos cartográficos nas diferentes faixas etárias para o ensino
de Geografia; Criação de mapas mentais e desenhos com base em itinerários, contos literários,
histórias inventadas e brincadeiras; representações espaciais, representação gráfica e cartográfica; Escalas
Cartográficas; Sistemas de Coordenadas; Séries Cartográficas; Sistemas de Projeção Cartográfica.

83

Dimensão do Conhecimento - DC
Dominar os objetos de conhecimento e saber como ensiná-los.
Dimensão Prática Profissional - DP
Sequenciar os conteúdos curriculares, as estratégias e as atividades de aprendizagem com o objetivo
de estimular nos estudantes a capacidade de aprender com proficiência
Dimensão do Engajamento Profissional - DEP
Não se aplica
Bibliografia Básica
ALMEIDA, R. D. de. Cartografia Escolar. São Paulo: Contexto, 2007.
SCHAFFER, et al. Um globo em suas mãos: práticas para a sala de aula. Porto Alegre: Editora da
UFRGS, 2003.
SIMIELLI, M. E. R. Primeiros mapas: como entender e construir. São Paulo: Editora Ática, 1993.
Bibliografia Complementar
CASTROGIOVANNI, A. C.; COSTELLA, R. Z. Brincar e cartografar com os diferentes mundos
geográficos: a alfabetização espacial. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2007.

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Instituto de Geografia, Desenvolvimento e Meio Ambiente
Curso de Licenciatura em Geografia EaD
Unidade
Componente
Curricular

IGDema
ACE I – Projeto de Extensão
CH/DC

CH/DP

CH/DEP

CH/TOTAL

20

30

14

64

Carga horária
Período Letivo

3º.

Pré-requisito

----

Ementa
O papel social da Universidade; a importância da extensão na formação discente; o Programa de
Extensão do IGDema; Ações de extensão coletiva em diferentes escalas (locais, bairros, cidades,
estado); Ações educativas em comunidades e grupos sociais; A Geografia em ambientes degradados;
Relação da sociedade e natureza; Educação ambiental; Agenda 21; Sistemas ambientais; políticas de
recursos naturais; Planejamento ambiental; mudanças climáticas; saúde e clima; a importância dos
sistemas de informação; os meios digitais de informação e circulação; a Geografia e cartografia na
formação profissional; Geografia e suas tecnologias; interpretações de imagens e cartogramas
Dimensão do Conhecimento - DC
Realização de projetos de extensão intervenções didáticas nas escolas, campo de exercício da futura

84

profissão.
Dimensão Prática Profissional - DP
Desenvolver práticas extensionistas consistentes inerentes à área do conhecimento, adequadas ao
contexto dos estudantes, de modo que as experiências de aprendizagem sejam ativas, incorporem as
inovações atuais e garantam o desenvolvimento intencional das competências da BNCC.
Dimensão do Engajamento Profissional - DEP
Engajar-se profissional e coletivamente na construção de conhecimentos a partir da prática da
docência, bem como na concepção, aplicação e avaliação de estratégias para melhorar a dinâmica da
sala de aula, o ensino e a aprendizagem de todos os estudantes ou comunidades.
Bibliografia Básica

CAVALCANTE, F.G. (Orgs). Pesquisa e extensão. Experiências e perspectivas
interdisciplinares. Paraná, 2014.
FÓRUM DE PRÓ-REITORES DE EXTENSÃO DAS UNIVERSIDADES
PÚBLICAS BRASILEIRAS. Extensão Universitária: organização e sistematização/
Fórum de Pró-Reitores de Extensão das Universidades Públicas Brasileiras;
organização: Edison José Corrêa. Coordenação Nacional do FORPROEX. -- Belo
Horizonte: Coopmed, 2007.
MIGUENS JR. Sergio Augusto Quevedo; CELESTE,Roger Keller. A EXTENSÃO
UNIVERSITÁRIA.
Disponível
em:
https://www.researchgate.net/publication/253645827_A_EXTENSAO_UNIVERSIT
ARIA_-_Capitulo_de_Livro/link/0deec51f9aeb8de5c0000000/download.
Acesso
em: fev. 2021.
Bibliografia Complementar

INSTRUÇÃO NORMATIVA PROEX nº 01/2021 de 09 de abril de 2021. Dispõe
sobre os procedimentos para implantação da extensão como componente curricular
obrigatório nos projetos pedagógicos dos cursos de graduação da UFAL.
MANUAL DA CURRICULARIZAÇÃO NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE
ALAGOAS, 2019.
RESOLUÇÃO CNE/CES nº 7/2018, de 18 de dezembro de 2018 que estabelece as
Diretrizes para a Extensão na Educação Superior Brasileira e regimenta o disposto
na Meta 12.7 da Lei nº 13.005/2014, que aprova o Plano Nacional de Educação –
PNE 2014-2024.
RESOLUÇÃO nº. 65/2014-CONSUNI/UFAL, de 03 de novembro de 2014.
estabelece a atualização das diretrizes gerais das atividades de extensão no âmbito
da UFAL.

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Instituto de Geografia, Desenvolvimento e Meio Ambiente
Curso de Licenciatura em Geografia EaD
Unidade

IGDema

85

Componente
Curricular

ACE II – Projeto de Extensão
CH/DC

CH/DP

CH/DEP

CH/TOTAL

20

30

14

64

Carga horária
Período Letivo

4º.

Pré-requisito

ACE 1

Ementa
O papel social da Universidade; a importância da extensão na formação discente; o Programa de
Extensão do IGDema; Ações de extensão coletiva em diferentes escalas (locais, bairros, cidades,
estado); Ações educativas em comunidades e grupos sociais; A Geografia em ambientes degradados;
Relação da sociedade e natureza; Educação ambiental; Agenda 21; Sistemas ambientais; políticas de
recursos naturais; Planejamento ambiental; mudanças climáticas; saúde e clima; a importância dos
sistemas de informação; os meios digitais de informação e circulação; a Geografia e cartografia na
formação profissional; Geografia e suas tecnologias; interpretações de imagens e cartogramas
Dimensão do Conhecimento - DC
Realização de projetos de extensão intervenções didáticas nas escolas, campo de exercício da futura
profissão.
Dimensão Prática Profissional - DP
Desenvolver práticas extensionistas consistentes inerentes à área do conhecimento, adequadas ao
contexto dos estudantes, de modo que as experiências de aprendizagem sejam ativas, incorporem as
inovações atuais e garantam o desenvolvimento intencional das competências da BNCC.
Dimensão do Engajamento Profissional - DEP
Engajar-se profissional e coletivamente na construção de conhecimentos a partir da prática da
docência, bem como na concepção, aplicação e avaliação de estratégias para melhorar a dinâmica da
sala de aula, o ensino e a aprendizagem de todos os estudantes ou comunidades
Bibliografia Básica
CERICATO, Itale Luciene. A profissão docente em análise no Brasil: uma revisão bibliográfica. Rer.
Bras. Estudos Pedagógicos, Brasília, v.97 n.246, p273-289, maio/ago.2016.
Demo P. Lugar da Extensão. In: Faria DSd, editor. Construção Conceitual da Extensão Universitária
na América Latina. Brasília: UnB; 2001. p. 155.
JEZINE, E. A extensão universitária como uma prática social. 7º Congresso Latino-Americano de
Sociologia Rural: La Cuestión Rural em América Latina: Exclusión y Resistência Social: por un agro
com soberanía, democracia y sustentabilidade; 2006; Quito, Equador; 2006. p. 1-16.

Bibliografia Complementar
BRASIL. Resolução CNE/CES nº 7/2018, de 18 de dezembro de 2018 que estabelece as Diretrizes
para a Extensão na Educação Superior Brasileira e regimenta o disposto na Meta 12.7 da Lei nº
13.005/2014, que aprova o Plano Nacional de Educação – PNE 2014-2024.
BRASIL. Resolução nº. 65/2014-CONSUNI/UFAL, de 03 de novembro de 2014. estabelece a
atualização das diretrizes gerais das atividades de extensão no âmbito da UFAL.
INSTRUÇÃO NORMATIVA PROEX nº 01/2021 de 09 de abril de 2021. Dispõe sobre os
procedimentos para implantação da extensão como componente curricular obrigatório nos projetos
pedagógicos dos cursos de graduação da UFAL.
MANUAL DA CURRICULARIZAÇÃO NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS, 2019.

86

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Instituto de Geografia, Desenvolvimento e Meio Ambiente
Curso de Licenciatura em Geografia EaD
Unidade
Componente
Curricular

IGDema
ACE III – Cursos de Extensão
CH/DC

CH/DP

CH/DEP

CH/TOTAL

20

30

14

64

Carga horária
Período Letivo

5º.

Pré-requisito

-----

Ementa
O papel social da Universidade; a importância da extensão na formação discente; o Programa de
Extensão do IGDema; Ações de extensão coletiva em diferentes escalas (locais, bairros, cidades,
estado); Ações educativas em comunidades e grupos sociais; A Geografia em ambientes degradados;
Relação da sociedade e natureza; Educação ambiental; Agenda 21; Sistemas ambientais; políticas de
recursos naturais; Planejamento ambiental; mudanças climáticas; saúde e clima; a importância dos
sistemas de informação; os meios digitais de informação e circulação; a Geografia e cartografia na
formação profissional; Geografia e suas tecnologias; interpretações de imagens e cartogramas
Dimensão do Conhecimento - DC
Aplicar estratégias de ensino diferenciadas em Geografia através de cursos/oficinas ou eventos que
promovam a aprendizagem dos estudantes com diferentes necessidades e deficiências, levando em
conta seus diversos contextos culturais, socioeconômicos e linguísticos.
Dimensão Prática Profissional - DP
Trabalhar de modo colaborativo com outras disciplinas, profissões e comunidades, local e
globalmente
Dimensão do Engajamento Profissional - DEP
Assumir a responsabilidade pelo seu autodesenvolvimento e pelo aprimoramento da sua prática,
participando de atividades formativas, bem como desenvolver outras atividades consideradas
relevantes em diferentes modalidades, presenciais ou com uso de recursos digitais.
Bibliografia Básica
BIGARELLA, João José. Estrutura e Origem das Paisagens Tropicais e Subtropicais. Editora da
UFSC. 2007. 2ª Ed. Volume 3.
GUERRA, Antonio Teixeira. Reflexões sobre a Geografia Física no Brasil. Editora Bertrand. 2009.
280p.
PETERSEN, James F. Fundamentos de Geografia Física. Cengage Learning. 2015
Bibliografia Complementar

87

BRASIL. Resolução CNE/CES nº 7/2018, de 18 de dezembro de 2018 que estabelece as Diretrizes
para a Extensão na Educação Superior Brasileira e regimenta o disposto na Meta 12.7 da Lei nº
13.005/2014, que aprova o Plano Nacional de Educação – PNE 2014-2024.
BRASIL. Resolução nº. 65/2014-CONSUNI/UFAL, de 03 de novembro de 2014. estabelece a
atualização das diretrizes gerais das atividades de extensão no âmbito da UFAL.
INSTRUÇÃO NORMATIVA PROEX nº 01/2021 de 09 de abril de 2021. Dispõe sobre os
procedimentos para implantação da extensão como componente curricular obrigatório nos projetos
pedagógicos dos cursos de graduação da UFAL.
MANUAL DA CURRICULARIZAÇÃO NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS, 2019.

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Instituto de Geografia, Desenvolvimento e Meio Ambiente
Curso de Licenciatura em Geografia EaD
Unidade
Componente
Curricular

IGDema
ACE IV – Projeto de Extensão
CH/DC

CH/DP

CH/DEP

CH/TOTAL

20

30

14

64

Carga horária
Período Letivo

6º.

Pré-requisito

------

Ementa
O papel social da Universidade; a importância da extensão na formação discente; o Programa de
Extensão do IGDema; Ações de extensão coletiva em diferentes escalas (locais, bairros, cidades,
estado); Ações educativas em comunidades e grupos sociais; A Geografia em ambientes degradados;
Relação da sociedade e natureza; Educação ambiental; Agenda 21; Sistemas ambientais; políticas de
recursos naturais; Planejamento ambiental; mudanças climáticas; saúde e clima; a importância dos
sistemas de informação; os meios digitais de informação e circulação; a Geografia e cartografia na
formação profissional; Geografia e suas tecnologias; interpretações de imagens e cartogramas
Dimensão do Conhecimento - DC
Realização de projetos de extensão intervenções didáticas nas escolas, campo de exercício da futura
profissão.
Dimensão Prática Profissional - DP
Desenvolver práticas extensionistas consistentes inerentes à área do conhecimento, adequadas ao
contexto dos estudantes, de modo que as experiências de aprendizagem sejam ativas, incorporem as
inovações atuais e garantam o desenvolvimento intencional das competências da BNCC.
Dimensão do Engajamento Profissional - DEP
Engajar-se profissional e coletivamente na construção de conhecimentos a partir da prática da
docência, bem como na concepção, aplicação e avaliação de estratégias para melhorar a dinâmica da
sala de aula, o ensino e a aprendizagem de todos os estudantes ou comunidades
Bibliografia Básica

88

ARANTES, Valéria Amorim (Org.) Profissão docente: pontos e contrapontos. São Paulo: Summus,
2009.
DERANI JÚNIOR, Alexandre; TOMMASELLI, Antonio Maria Garcia; ROSSETTO, Cássio
Fernando. Geoinformação: perspectivas de mercado. Curitíba, PR: Editora Espaço Geo Ltda, 2002.
44 p.
FITZ, Paulo Roberto. Geoprocessamento sem complicação. São Paulo: Oficina de Textos, 2008. 160
p. ISBN 9788586238826 (broch.).
MATOS, João Luís de. Fundamentos de informação geográfica. 6. ed. Lisboa: Lidel, c2008. ix, 405
p. (Geomática.). ISBN 9789727575145(broch.).
Bibliografia Complementar
BRASIL. Resolução CNE/CES nº 7/2018, de 18 de dezembro de 2018 que estabelece as Diretrizes
para a Extensão na Educação Superior Brasileira e regimenta o disposto na Meta 12.7 da Lei nº
13.005/2014, que aprova o Plano Nacional de Educação – PNE 2014-2024.
BRASIL. Resolução nº. 65/2014-CONSUNI/UFAL, de 03 de novembro de 2014. estabelece a
atualização das diretrizes gerais das atividades de extensão no âmbito da UFAL.
INSTRUÇÃO NORMATIVA PROEX nº 01/2021 de 09 de abril de 2021. Dispõe sobre os
procedimentos para implantação da extensão como componente curricular obrigatório nos projetos
pedagógicos dos cursos de graduação da UFAL.
MANUAL DA CURRICULARIZAÇÃO NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS, 2019.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Instituto de Geografia, Desenvolvimento e Meio Ambiente
Curso de Licenciatura em Geografia EaD
Unidade
Componente
Curricular

IGDema
ACE V – Projeto de Extensão
CH/DC

CH/DP

CH/DEP

CH/TOTAL

20

30

14

64

Carga horária
Período Letivo

7º.

Pré-requisito

ACE 4

Ementa
O papel social da Universidade; a importância da extensão na formação discente; o Programa de
Extensão do IGDema; Ações de extensão coletiva em diferentes escalas (locais, bairros, cidades,
estado); Ações educativas em comunidades e grupos sociais; A Geografia em ambientes degradados;
Relação da sociedade e natureza; Educação ambiental; Agenda 21; Sistemas ambientais; políticas de
recursos naturais; Planejamento ambiental; mudanças climáticas; saúde e clima; a importância dos
sistemas de informação; os meios digitais de informação e circulação; a Geografia e cartografia na
formação profissional; Geografia e suas tecnologias; interpretações de imagens e cartogramas
Dimensão do Conhecimento - DC
Realização de projetos de extensão intervenções didáticas nas escolas, campo de exercício da futura
profissão.
Dimensão Prática Profissional - DP
Desenvolver práticas extensionistas consistentes inerentes à área do conhecimento, adequadas ao
contexto dos estudantes, de modo que as experiências de aprendizagem sejam ativas, incorporem as
inovações atuais e garantam o desenvolvimento intencional das competências da BNCC.

89

Dimensão do Engajamento Profissional - DEP
Engajar-se profissional e coletivamente na construção de conhecimentos a partir da prática da
docência, bem como na concepção, aplicação e avaliação de estratégias para melhorar a dinâmica da
sala de aula, o ensino e a aprendizagem de todos os estudantes ou comunidades.
Bibliografia Básica
ARANTES, Valéria Amorim (Org.) Profissão docente: pontos e contrapontos. São Paulo: Summus,
2009.
ROCHA, RMG. A Construção do Conceito de Extensão universitária na America Latina. In: FARIA
DSd, editor. Construção Conceitual da Extensão na America Latina. Brasilia: UNB; 2001
Bibliografia Complementar
BRASIL. Resolução CNE/CES nº 7/2018, de 18 de dezembro de 2018 que estabelece as Diretrizes
para a Extensão na Educação Superior Brasileira e regimenta o disposto na Meta 12.7 da Lei nº
13.005/2014, que aprova o Plano Nacional de Educação – PNE 2014-2024.
BRASIL. Resolução nº. 65/2014-CONSUNI/UFAL, de 03 de novembro de 2014. estabelece a
atualização das diretrizes gerais das atividades de extensão no âmbito da UFAL.
INSTRUÇÃO NORMATIVA PROEX nº 01/2021 de 09 de abril de 2021. Dispõe sobre os
procedimentos para implantação da extensão como componente curricular obrigatório nos projetos
pedagógicos dos cursos de graduação da UFAL.
MANUAL DA CURRICULARIZAÇÃO NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS, 2019.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Instituto de Geografia, Desenvolvimento e Meio Ambiente
Curso de Licenciatura em Geografia EaD
IGDema

Organização do Trabalho Acadêmico (OTA)
CH/DC

CH/DP

CH/DEP

TOTAL

30

14

10

54

Carga horária
Período Letivo

1º.

Pré-requisito

------

Ementa

As ciências e o conhecimento; a natureza e o modo de construção nas Ciências
Humanas e Sociais; Diferentes formas de conhecimento da realidade; A construção
do conhecimento científico e a pesquisa em educação; Aspectos técnicos do trabalho
científico; Diretrizes para a leitura, análise e interpretação de textos; A normatização
técnica do trabalho acadêmico; Os instrumentos de análise científicos em Geografia.

90

Dimensão do Conhecimento - DC
Dominar os objetos de conhecimento e saber como ensiná-los.
Dimensão Prática Profissional - DP

Identificar, descrever, analisar, compreender e explicar as diferentes práticas e concepções
concernentes ao processo de produção do conhecimento.

Dimensão do Engajamento Profissional - DEP
Não se aplica
Bibliografia Básica

ALVES, M, A. J.; GWANDSZNAJDER, F. O método nas ciências naturais e
sociais: pesquisa quantitativa e qualitativa. São Paulo: Pioneira, 1998.
BRANDÃO, Z. (org.) A crise dos paradigmas e educação. São Paulo: Cortez, 1994
CARVALHO, M. C. M. de (Org.) Construindo o saber: metodologia científica fundamentos e técnicas. Campinas/SP: Papirus, 1994.
CHIZZOTTI, A. Pesquisa em ciências humanas e sociais. São Paulo: Cortez, 1995.
CRUZ, A. da C.; MENDES, M. T. R. Trabalhos acadêmicos, dissertações e teses:
estrutura e apresentação. 2.ed. Niterói/RJ: Intertexto, 2004.
Bibliografia Complementar

DEMO, P. Introdução à metodologia da ciência. São Paulo: Atlas, 1987.
_________Educar pela pesquisa. São Paulo: Autores Associados, 2000.

2.12.3 Ementas do Grupo III – Práticas Pedagógicas
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Instituto de Geografia, Desenvolvimento e Meio Ambiente
Curso de Licenciatura em Geografia EaD
Unidade
Componente
Curricular

IGDema
Prática I - Letramento Cartográfico
CH/DC

CH/DP

CH/DEP

CH/TOTAL

40

40

20

100

Carga horária

91

Período Letivo

1º

Pré-requisito

---

Ementa
O Letramento Geográfico; Desenvolver a Alfabetização Cartográfica no Ensino de Geografia;
Compreender a Cartografia Escolar em suas diferentes Escalas; construir o letramento geográfico
conforme os fundamentos didáticos-pedagógicos da BNCC; utilização de mapas simples para
localizar elementos do local de vivência; linguagens cartográficas e iconográficas, de diferentes
gêneros textuais e das geotecnologias; elaboração de croquis; elaboração de mapas conceituais.
Dimensão do Conhecimento - DC
Os conceitos de alfabetização e de letramento; cidadania enquanto domínio da língua escrita e falada
e dos conhecimentos básicos curriculares da cartografia.
Dimensão Prática Profissional - DP
Reflexões do ensino, observações na escola, estudos de caso, situações simuladas, planejamento e
desenvolvimento de aulas, a construção de saberes necessários à docência.
Dimensão do Engajamento Profissional - DEP
Comprometer-se com o próprio desenvolvimento profissional
Bibliografia Básica
ALMEIDA, R. D. de (Org.). Cartografia escolar. São Paulo: Contexto, 2007.
CASTELLAR, S.; VILHENA, J. Ensino de Geografia. São Paulo: CENGAGE Learning, 2010.
GOULART, C. M. A. O conceito de letramento em questão: por uma perspectiva discursiva da
alfabetização
Disponível
em:
https://www.scielo.br/j/bak/a/cPYgcqRbX3pXX38WJS4mnbm/?format=pdf&lang=pt Acesso em:
jan.2022.
PASSINI, E. Y. Alfabetização cartográfica e a aprendizagem de geografia. São Paulo: Cortez,
2012.
Bibliografia Complementar
GOULART, C. M. A. Letramento e polifonia: um estudo de aspectos discursivos do processo de
alfabetização. Revista Brasileira de Educação, São Paulo, n. 18, p.5-21, set./dez. 2001.
KLEIMAN, A. B. (Org.). Os significados do letramento. Campinas: Mercado de Letras, 1995.
BRASIL. Temas Contemporâneos Transversais na BNCC. Contexto histórico e pressupostos
pedagógicos. Brasília: MEC, 2019.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Instituto de Geografia, Desenvolvimento e Meio Ambiente
Curso de Licenciatura em Geografia EaD
Unidade
Componente
Curricular

IGDema
Prática II - Ensino da geopolítica e da organização do espaço brasileiro
CH/DC

CH/DP

CH/DEP

CH/TOTAL

40

40

20

100

Carga horária
Período Letivo

3º

Pré-requisito

---

92

Ementa
Geografia política e geopolítica; concepções clássicas e contemporâneas de Estado, poder, nação,
território; as esferas do poder, do Estado e da gestão do território; Geografia Política dos países
industrializados e dos países não industrializados; geopolítica das nações hegemônicas; geopolítica
no Brasil; Continente africano e o Brasil; e discussão de um dos temas contemporâneos transversais
(TCTs).
Dimensão do Conhecimento – DC
Demonstrar conhecimento sobre as estratégias de alfabetização, literacia e numeracia, que possam
apoiar o ensino da Geografia e que sejam adequados à etapa da Educação Básica.
Dimensão Prática Profissional - DP
Reflexões do ensino, observações na escola, estudos de caso, situações simuladas, planejamento e
desenvolvimento de aulas, a construção de saberes necessários à docência.
Dimensão do Engajamento Profissional - DEP
Comprometer-se com o próprio desenvolvimento profissional
Bibliografia Básica
ANDRADE, M. C. de. Geopolítica do Brasil. São Paulo: Papirus, 2001.
CASTRO, I. E. de. Geografia e política: território, escalas de ação e instituições. Rio de Janeiro:
Bertrand Brasil, 2005.
COSTA, W. M. Geografia política e geopolítica. São Paulo: EDUSP/HICITEC, 1992.
Bibliografia Complementar
ANDRADE, M. C. de. A questão do território no Brasil. São Paulo: Hucitec, 2004.
BOBBIO, N. Dicionário de política. 5. ed. Brasília: Editora da UnB, 1993.
CLAVAL, P. Espaço e poder. Rio de Janeiro: Zahar, 1979.
COUTO E SILVA, G. Geopolítica. Rio de Janeiro: José Olímpio. 1966.
RAFFESTIN, C. Por uma Geografia do poder. São Paulo: Ática. 1993.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Instituto de Geografia, Desenvolvimento e Meio Ambiente
Curso de Licenciatura em Geografia EaD
Unidade
Componente
Curricular

IGDema
Prática III - Ensino de Geografia das Alagoas

CH/DC

CH/DP

CH/DEP

CH/TOTAL

40

40

20

100

Carga horária
Período Letivo

5º

Pré-requisito
Ementa

----

93

Educação para valorização do multiculturalismo nas matrizes históricas e culturais brasileiras; o
espaço geográfico de alagoas; aspectos da história; evolução socioeconômica da atualidade;
perspectiva de desenvolvimento e o entendimento do espaço produzido no território alagoano;
culturas afro-brasileiras e indígenas; e um ou mais dos Temas Contemporâneos Transversais (TCTs).
Dimensão do Conhecimento – DC
Demonstrar conhecimento sobre espaço geográfico e os processos pelos quais as pessoas aprendem,
devendo adotar as estratégias e os recursos pedagógicos alicerçados nas ciências da educação que
favoreçam o desenvolvimento dos saberes e eliminem as barreiras de acesso ao currículo.
Dimensão Prática Profissional - DP
Reflexões do ensino, observações na escola, estudos de caso, situações simuladas, planejamento e
desenvolvimento de aulas, a construção de saberes necessários à docência.
Dimensão do Engajamento Profissional - DEP
Engajar-se, profissionalmente, com as famílias e com a comunidade
Bibliografia Básica
BRASIL – IBGE. Meso e microrregiões geográficas. Brasília: IBGE, 1990.
CRAVEIRO, C. História das Alagoas (resumo) debate. São Paulo: Cia. Melhoramentos, 1983.
DIEGUES, J. M. l. O bangüe nas Alagoas: traços da influência do sistema econômico do engenho
de açúcar na vida e na cultura regional. Maceió: Edufal, 1980.
ESPÍNDOLA, T. A Geografia alagoana. Clássicos de Alagoas, n. 1. Maceió: Catavento, 2001.
LIMA, I. F. Ocupação espacial do estado de Alagoas. Maceió: Catavento, 2001.
SILVA, J.R.P. A Geografia de Alagoas, por Ivan Fernandes Lima, de 1965. 150 f. 2015.
Dissertação (Mestrado em Geografia) - Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa, 2015. Acesso
em: mai. 2022. Disponível em:
https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/tede/9851?locale=pt_BR. Acesso em: 23 maio 2022.
Bibliografia Complementar
OLIVEIRA, M. R. de. Itinerário geo-histórico das paisagens e dos lugares de Maceió. In: ARAÚJO,
L. M. de. (Org.). Geografia: espaço, tempo e planejamento. ARAÚJO, L. M. de. (Org.). Maceió:
Edufal, 2004.
WAGNER, M. N.L. O amargo doce da cana: em torno do enfoque da sustentabilidade do
desenvolvimento. Maceió: Edufal, 2000.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Instituto de Geografia, Desenvolvimento e Meio Ambiente
Curso de Licenciatura em Geografia EaD
Unidade
Componente
Curricular

IGDema
Prática IV - Ensino de Geografia dos Solos

CH/DC

CH/DP

CH/DEP

CH/TOTAL

40

40

20

100

Carga horária
Período Letivo

6º

Pré-requisito
Ementa

---

94

Abordagens conceituais de ensino solos e relação com a ciência geográfica; Constituição do solo;
Gênese e fatores de formação e seus agentes; Morfologia dos solos; Análise física dos solos;
Distribuição dos solos em diferentes escalas; Classificação dos solos; Degradação e conservação dos
solos; Orientações da BNCC; Temas Contemporâneos Transversais (TCTs) como meio ambiente e
saúde.
Dimensão do Conhecimento – DC

Adotar um repertório adequado de estratégias de ensino e atividades didáticas orientadas para uma
aprendizagem ativa e centrada no estudante. Reflexões sobre a temática solos relacionado ao
conteúdo geográfico, incluindo o meio ambiente, à produção de alimentos e o planejamento territorial
e ambiental, para a construção de saberes necessários à docência.

Dimensão Prática Profissional - DP
Sequências didáticas, progressão e complexidade de conhecimentos abordados, experiências práticas,
planejamento.
Dimensão do Engajamento Profissional - DEP
Participar do Projeto Pedagógico da escola.
Bibliografia Básica

LEPSCH, I. F. Solos: formação e conservação. São Paulo: Melhoramentos, 1976. OLIVEIRA, J. B.
De; et alli. Classes gerais de solos do Brasil: guia auxiliar para seu reconhecimento. Jaboticabal:
Funep, 1992.
PALMIERI, F. LARACH, J. O. I. Pedologia e geomorfologia. Cap. 2, 59-119. In: GUERRA, A. J.
T.; CUNHA, S. B. da. Geomorfologia e meio ambiente. Rio de Janeiro: Bertrand do Brasil.
RESENDE, M.; CURI, N.; REZENDE, S. B. de.; CORRÊA, G. F. Pedologia: bases para distinção de
ambientes. 3 ed. Viçosa: NEPUT, 1999. 338p.

Bibliografia Complementar
BRASIL. Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Educação é a base. Disponível em:
http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf. Acesso
em: mar.2021.
BRASIL. MA/EPE - MINTER/SUDENE. Levantamento exploratório-reconhecimento de solos do
Estado de Alagoas. Rio de Janeiro, 1972.
RESENDE, M.; CURI, N.; REZENDE, S. B. de.; CORRÊA, G. F. Pedologia: bases para distinção de
ambientes. 3 ed. Viçosa: NEPUT, 1999.

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Instituto de Geografia, Desenvolvimento e Meio Ambiente
Curso de Licenciatura em Geografia EaD
Unidade
Componente

IGDema
Estágio Curricular Supervisionado I

95

Curricular
CH/DC

CH/DP

CH/DEP

CH/TOTAL

20

20

60

100

Carga horária
Período Letivo

5º

Pré-requisito

Sem Pré-requisito

Ementa
Vivência no espaço escolar do Ensino Fundamental; Observação participante na escola; Análise do
ensino de Geografia na etapa de ensino; Observação da organização escolar; análise do sistema
educativo através dos programas: educação infantil, educação especial, educação à distância e
educação de jovens, adultos e adultos (EJAI).
Dimensão do Conhecimento – DC
Analisar a lei de Estágio; Discussão dos documentos BNCC e Referências Curriculares de Alagoas;
Conceito de observação participante; definição dos instrumentos de análise; conteúdos curriculares
em Geografia; e Elaboração do Plano de Estágio para o Ensino Fundamental.
Dimensão Prática Profissional - DP
Observação participante em sala de aula e na escola campo de estágio. Identificar os recursos
pedagógicos (material didático, ferramentas e outros artefatos para a aula) e sua adequação para o
desenvolvimento dos objetivos educacionais previstos, de modo que atendam às necessidades, os
ritmos de aprendizagem e as características identitárias dos estudantes.
Dimensão do Engajamento Profissional - DEP
Participação nas atividades de rotina da escola; reuniões pedagógicas; conselho escolar; reuniões de
pais/responsáveis; eventos escolares e outros. Construir um planejamento profissional utilizando
diferentes recursos, baseado em autoavaliação, no qual se possa identificar os potenciais, os
interesses, as necessidades, as estratégias, as metas para alcançar seus próprios objetivos e atingir sua
realização como profissional da educação.
Bibliografia Básica
ALAGOAS. Referencial Curricular de Alagoas para Educação Infantil. Disponível em:
https://www.escolaweb.educacao.al.gov.br/pagina/recal-da-educacao-infantil. Acesso em: 23 maio
2022.
ALAGOAS. Referencial Curricular de Alagoas para Ensino Fundamental. Disponível
em:https://www.escolaweb.educacao.al.gov.br/pagina/recal-do-ensino-fundamental. Acesso em: 23
maio 2022.
GHEDIN, E.; OLIVEIRA, E.S.; ALMEIDA, W.A. Estágio com Pesquisa. São Paulo, Cortez,
2015.PASSINI, Elza (Org). Prática de ensino de Geografia e estágio supervisionado. São Paulo:
Contexto, 2007.
Bibliografia Complementar
ALAGOAS. Material de Apoio para as aprendizagens complementares. Orientações de
priorização das habilidades do referencial Curricular de Alagoas - ReCAL 2020.
BRASIL. Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Educação é a base. Disponível em:
http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf. Acesso
em: 02 jan.2019.

96

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Instituto de Geografia, Desenvolvimento e Meio Ambiente
Curso de Licenciatura em Geografia EaD
Unidade
Componente
Curricular

IGDema
Estágio Curricular Supervisionado II

CH/DC

CH/DP

CH/DEP

CH/TOTAL

20

20

60

100

Carga horária

Período Letivo

6º

Pré-requisito

Sem Pré-requisito

Ementa
Vivência direta no ambiente escolar; articulação ensino e pesquisa no Ensino Médio; observação na
formação básica em Geografia; conhecer as habilidades e Competência das Ciências Humanas e
Sociais Aplicadas; participar da construção do projeto de vida no Ensino Médio; conhecimento e
atuação nos itinerários formativos: investigação científica, processos criativos, mediação e
intervenção sociocultural e empreendedorismo.
Dimensão do Conhecimento – DC
Compreender e conectar os saberes sobre a estrutura disciplinar e a BNCC, utilizando este
conhecimento para identificar como as dez competências da Base podem ser desenvolvidas na
prática, a partir das competências e conhecimentos específicos de sua área de ensino de Geografia e
etapa de atuação, e a interrelação da área com os demais componentes curriculares.
Dimensão Prática Profissional - DP
Fazer uso de sistemas de monitoramento, registro e acompanhamento das aprendizagens utilizando os
recursos tecnológicos disponíveis. Compartilhar responsabilidades e contribuir para a construção de
um clima escolar favorável ao desempenho das atividades docente e discente.
Dimensão do Engajamento Profissional - DEP
Compartilhar responsabilidades e contribuir para a construção de um clima escolar favorável ao
desempenho das atividades docente e discente.
Bibliografia Básica
BRASIL. Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Educação é a base. Disponível em:
http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf. Acesso
em: mar.2021.
PASSINI, Elza (Org). Prática de ensino de Geografia e estágio supervisionado. São Paulo:
Contexto, 2007.
Bibliografia Complementar
ALAGOAS. Referencial Curricular de Alagoas para Ensino Médio. Disponível em:
https://www.escolaweb.educacao.al.gov.br/pagina/recal-do-ensino-medio. Acesso em: fev.2022.
MATURANA, H. Cognição, ciência e vida cotidiana. Belo Horizonte: Editora da UFMG, 2001.
200 p.
PIMENTA, S. G.; LIMA, M. S. L. Estágio e Docência. São Paulo: Cortez, 2004.

97

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Instituto de Geografia, Desenvolvimento e Meio Ambiente
Curso de Licenciatura em Geografia EaD
Unidade
Componente
Curricular

IGDema
Estágio Curricular Supervisionado III

CH/DC

CH/DP

CH/DEP

CH/TOTAL

20

20

60

100

Carga horária

Período Letivo

7º

Pré-requisito

Sem pré-requisito

Ementa
Vivência direta no ambiente escolar; articulação ensino e pesquisa no Estágio Supervisionado;
Regência nas aulas de Geografia nos anos escolares do Ensino Fundamental II; conhecimento dos
programas educacionais na escola: educação à distância, educação indígena, educação especial,
educação rural e Educação de Jovens, Adultos e Idosos (EJAI) e outros.
Dimensão do Conhecimento - DC
Elaboração dos planos de aulas; discussão dos conteúdos escolares; dominar o Conhecimento
Pedagógico do Conteúdo (CPC) tomando como referência as competências e habilidades esperadas
para os anos escolares do ensino fundamental, campo de estágio.
Dimensão Prática Profissional
Elaborar o planejamento do campo de experiência, da área de estudo, dos componentes curriculares,
das unidades temáticas e dos objetos de conhecimento, visando ao desenvolvimento das
competências e habilidades previstas pela BNCC.
Dimensão do Engajamento Profissional - DEP
Engajar-se profissional e coletivamente na construção de conhecimentos a partir da prática da
docência, bem como na concepção, aplicação e avaliação de estratégias para melhorar a dinâmica da
sala de aula, o ensino e a aprendizagem de todos os estudantes.
Bibliografia Básica
BRASIL. Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Educação é a base. Disponível em:
http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf. Acesso
em: 02 jan.2019.
CAVALCANTI, Lana. Geografia e práticas de ensino. Goiânia: Alternativa, 2002.
PASSINI, Elza (Org). Prática de ensino de Geografia e estágio supervisionado. São Paulo:
Contexto, 2007.
PIMENTA, S. Garrido. Estágio e docência. 5ª. ed. São Paulo: Cortez, 2010.
Bibliografia Complementar
SANTOS, M. F. P. dos. A relação teoria e prática no Estágio Supervisionado em Geografia. In:
CASTROGIOVANNI, A. C. et al. (Org). Movimentos para ensinar Geografia. Porto Alegre:
Compasso/Imprensa Livre, 2013.
SILVA, L. Cristina; MIRANDA, M. Irene. Estágio Supervisionado e prática de ensino: desafios e
possibilidades. Araraquara, SP: Junqueira & Marin: Belo Horizonte, 2008.

98

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Instituto de Geografia, Desenvolvimento e Meio Ambiente
Curso de Licenciatura em Geografia EaD
Unidade
Componente
Curricular

IGDema
Estágio Curricular Supervisionado IV

CH/DC

CH/DP

CH/DEP

CH/TOTAL

20

20

60

100

Carga horária

Período Letivo

8º.

Pré-requisito

Sem pré-requisito

Ementa
Vivência direta no ambiente escolar; articulação ensino e pesquisa no Ensino Médio; regência na
formação básica em Geografia; conhecer as habilidades e Competência das Ciências Humanas e
Sociais Aplicadas; participar da construção do projeto de vida no Ensino Médio; conhecimento e
atuação nos itinerários formativos: investigação científica, processos criativos, mediação e
intervenção sociocultural e empreendedorismo.
Dimensão do Conhecimento - DC
Elaboração dos planos de aulas; discussão dos conteúdos escolares; dominar o Conhecimento
Pedagógico do Conteúdo (CPC) tomando como referência as competências e habilidades esperadas
para os anos escolares do ensino médio, campo de estágio.
Dimensão Prática Profissional
Elaborar o planejamento do campo de experiência, da área de estudo, dos componentes curriculares,
das unidades temáticas e dos objetos de conhecimento, visando ao desenvolvimento das
competências e habilidades previstas pela BNCC.
Dimensão do Engajamento Profissional - DEP
Engajar-se profissional e coletivamente na construção de conhecimentos a partir da prática da
docência, bem como na concepção, aplicação e avaliação de estratégias para melhorar a dinâmica da
sala de aula, o ensino e a aprendizagem de todos os estudantes.
Bibliografia Básica
ALMEIDA, R. D. de (Org.). Cartografia escolar. São Paulo: Contexto, 2007.
ALAGOAS. Referencial Curricular de Alagoas para Ensino Médio. Disponível em:
https://www.escolaweb.educacao.al.gov.br/pagina/recal-do-ensino-medio. Acesso em:23 maio 2022.
REGO, N.; CASTROGIOVANNI, A. C.; KAERCHER, N. A. (Org.). Geografia: práticas
pedagógicas para o ensino médio. Porto Alegre: Artmed, 2007.
Bibliografia Complementar
BRASIL. Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Educação é a base. Disponível em:
http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf. Acesso
em: mar.2021.
SILVA, O. A. da. Geografia: metodologia e técnicas de ensino. Feira de Santana, BA: Universidade
Estadual de Feira de Santana, 2004.

99

3 METODOLOGIA

A Metodologia de ensino será desenvolvida considerando as três dimensões a
saber: Conhecimento Profissional: dominar os objetos de conhecimento e saber como
ensiná-los; demonstrar conhecimento sobre os estudantes e como eles aprendem;
reconhecer os contextos de vida dos estudantes; conhecer a estrutura e a governança
dos sistemas educacionais; Prática Profissional: Planejar as ações de ensino que
resultem em efetivas aprendizagens; criar e saber gerir os ambientes de aprendizagem;
avaliar o desenvolvimento do educando, a aprendizagem e o ensino; e conduzir as
práticas pedagógicas dos objetos do conhecimento, as competências e as habilidades; e
Engajamento Profissional: comprometer-se com o próprio desenvolvimento
profissional; comprometer-se com a aprendizagem dos estudantes e colocar em prática
o princípio de que todos são capazes de aprender; participar do Projeto Pedagógico da
escola e da construção de valores democráticos; e engajar-se, profissionalmente, com
as famílias e com a comunidade, visando melhorar o ambiente escolar.
Conforme as ementas e o ordenamento da matriz curricular do curso os
componentes curriculares estão organizados para atender as competências e
habilidades apresentados no perfil do egresso e no item 3 que dispõem dos Objetivos
geral e específicos. Assim, a deve incentivar a interrelação dos conteúdos por meio de
atividades das práticas profissionais e do engajamento profissional, desenvolvidas
individualmente ou em grupo, inclusive em outras instituições, envolvendo também as
pesquisas temáticas e bibliográficas.
Portanto, a linha metodológica proposta tem procurado alcançar as
competências e habilidades previamente delineados neste PPC conforme a Resolução
CNE/CP no. 2/2019, buscando garantir uma formação plena por meio do
desenvolvimento dos conhecimentos na área de Geografia que favoreçam atuação
colaborativa do Licenciado em Geografia, com ética e responsabilidade social.
Nesta perspectiva, os docentes do curso são incentivados a desenvolverem as
suas ações levando em consideração: a integração do ensino, pesquisa e extensão; as
diretrizes curriculares nacionais; e o perfil do egresso. As formas de acessibilidade
pedagógica e atitudinal devem permitir o entendimento da realidade socioambiental
(local, regional e global); o debate sobre as soluções e mitigações de problemas
socioambientais a partir da pesquisa científica; a proposição de temas que possam ser

100

abordados em conferências virtuais, vídeos gravados, blogs, lives, debates, aulas
expositivas e aulas de campo.
A realização de aulas síncronas, assíncronas e presenciais com suporte das
Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) e de Ambientes Virtuais de
Aprendizagens (AVA) e práticas extensionistas que possam contribuir com o
desenvolvimento do espírito científico e a formação de sujeitos autônomos e cidadãos
ao longo dos oito períodos do curso, perfazendo o total de 3.200 horas (ver gráfico
A).

Gráfico A - Carga horária do curso por período

Os períodos serão organizados em módulos, distribuindo os componentes
curriculares de carga horária de até 100 horas, nos módulos iniciais de cada período e
os demais componentes com carga horária inferior a 64 horas na segunda etapa do
período, conforme a oferta do curso e a etapa que cada componente deverá ser
ofertado.
O acompanhamento do desenvolvimento dos discentes se dará diretamente
pelo Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) a avaliação nas disciplinas e
componentes curriculares ofertados pelo curso Geografia Licenciatura, bem como,
abordagens considerando a distância espacial e temporal (professor/aluno/instituição);
utilização sistemática de meios e recursos tecnológicos nos processos de comunicação;
autoaprendizagem individual e/ou colaborativa; formas tutoriais de acompanhamento e

101

apoio ao discente; formas de comunicação bidirecional, multidimensional e/ou
interativo, a partir das competências-chave, como se observa na Figura 4.
Figura n⁰. 4 – As competências-chave da educação a Distância

Os discentes terão acesso a atendimentos educacionais especializados, com
necessidades específicas: tradução e interpretação em Libras, descrição, materiais
didáticos especializados, dentre outros, com o apoio da Pró-reitora Estudantil (Proest)
e com o suporte do Núcleo de Acessibilidade (NAC) da Ufal.

102

4 ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO
A Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008, define o estágio como “o ato
educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa à
preparação para o trabalho produtivo do estudante”. A Resolução n⁰ 71/2006
(CONSUNI) vai disciplinar o funcionamento dos Estágios Curriculares dos Cursos de
Graduação da Universidade Federal de Alagoas.
O Estágio Curricular Supervisionado é o espaço de articulação entre a teoria e
a prática, de maneira que contribui para os/as discentes refletem sobre as suas
atuações, respeitando as realidades das instituições de ensino, cujas reflexões
possibilitam as intervenções positivas nos espaços escolares observados. Os
embasamentos teóricos e as participações dos/das discentes nas observações do campo
de trabalho, reuniões pedagógicas, aulas e oficinas ministradas e em outras ações das
escolas, que assegurem conforme a Resolução CNE/CP n⁰ 2/2019 a oferta na
modalidade EaD, as 400 horas do componente estágio curricular, como componente
curricular ao longo do curso, serão obrigatórias e devem ser integralmente realizadas
de maneira presencial, entre as dez competências para a docência, destacam-se aqui a
Base Nacional Comum para a formação inicial de professores da educação básica
(BNC-FORMAÇÃO)

como

dimensões

a

serem

perseguidas

nos

estágios

supervisionados:
✓ Pesquisar, investigar, refletir, realizar a análise crítica, usar a criatividade e
buscar soluções tecnológicas para selecionar, organizar e planejar práticas
pedagógicas desafiadoras, coerentes e significativas;
✓ Valorizar a formação permanente para o exercício profissional, buscar
atualização na sua área e afins, apropriar-se de novos conhecimentos e
experiências que lhe possibilitem aperfeiçoamento profissional e eficácia e
fazer escolhas alinhadas ao exercício da cidadania, ao seu projeto de vida,
com liberdade, autonomia, consciência crítica e responsabilidade;
✓ Exercitar a empatia, o diálogo, a resolução de conflitos e a cooperação,
fazendo-se respeitar e promovendo o respeito ao outro e aos direitos
humanos, com acolhimento e valorização da diversidade de indivíduos e de
grupos sociais, seus saberes, identidades, culturas e potencialidades, sem
preconceitos de qualquer natureza, para promover ambiente colaborativo
nos locais de aprendizagem.
O estágio supervisionado é gerenciado pelo Colegiado de Curso e pela
Coordenação de Estágio, que organizam para que os estágios ocorram na educação

103

básica, nas instituições de ensino concedentes, sendo orientado por um docente do
curso. O docente orientador deverá conduzir os estudantes para vivências nas escolas
campo de estágio, mediante aprovação do Plano de Estágio elaborado pelo aluno.
Os estágios curriculares serão de duas naturezas: obrigatórios e não
obrigatórios. O Estágio Supervisionado Curricular Obrigatório (ESCO) deverá ocorrer
ao longo do curso com a carga horária mínima 400h, previsto para ser realizada na
segunda metade do curso. Enquanto, o Estágio Supervisionado Não Obrigatório
(ESNO), ocorre quando o estudante exerce de forma remunerada ou não o estágio em
instituições de ensino.
O ESCO constitui-se em um componente pedagógico para a formação
profissional do estudante, que se caracteriza por:
✓ Orientação de forma coletiva, configurando-se como atividade coletiva;
✓ Ser acompanhado pelo profissional da unidade concedente (supervisor de
estágio) vinculado ao campo de estágio;
✓ Contar com orientação e supervisão por docente do componente curricular de
estágio;
✓ Desenvolver-se em quatro etapas: Estágio Supervisionado I; Estágio
Supervisionado II; Estágio Supervisionado III e Estágio Supervisionado IV
(Quadro 10).
Quadro N⁰ 9 – Estágios Supervisionados e os Períodos
Componente Curricular
Estágio Supervisionado 1
Estágio Supervisionado 2

Período
5º.
6º

Estágio Supervisionado 3

7º.

Estágio Supervisionado 4

8º

O componente curricular Estágio Supervisionado 1 não terá pré-requisito, pois
trate-se do primeiro exercício de ambientação profissional. Assim como os demais
estágios (2,3 e 4) direcionado para aproveitamento previsto em lei ou caso de
reprovação não ficar retino no período posterior, para cursar, ou seja, sem a exigência
de aprovação do estágio anterior para progredir nas demais etapas.

104

Além de observar a Resolução No. 25/2005 CEPE em que o sistema acadêmico
será organizado para considerar os pré-requisitos e co-requisitos estabelecido no
Projeto Pedagógico de cada Curso. No entando, o Projeto do Curso não adotará para
os estágios nenhum destes (pré-requisitos/co-requisitos).
ESCO será normatizado pelo Colegiado do Curso e Coordenação de Estágio
sob forma de Instrução Normativa, considerando a INSTRUÇÃO NORMATIVA da
PROGRAD Nº 5, (16.12.2019) que disciplina e orienta os processos de
aproveitamento de atividades laborais.
Quanto as atribuições do docente Orientador do curso deverão constar da
responsabilidade de assegurar que sejam atendidos os requisitos legais para o
desenvolvimento do estágio supervisionado tais como:
1. Termo de Compromisso de Estágio (TCE);
2. Seguro obrigatório;
3. Plano de Estágio;
4. Orientador (a);
5. Supervisor (a)
6. Documento de encaminhamento (ofício de autorização da concedente);
7. Relatório das atividades (parcial ou final);
8. Frequência (mensal)
9. Avaliação (supervisor/a e orientador/a)
Compete ao Professor Orientador da instituição de ensino do Estágio
Supervisionado, além do acompanhamento das atividades desenvolvidas pelos
estagiários fazer o levantamento das escolas e horários referentes as aulas de Geografia
nas instituições de ensino concedente, fazer uso dos documentos necessários, orientados
pela Coordenação de Estágio, como também fazer a avaliação dos estagiários.
A avaliação dos estagiários será feita em parceria pelo Professor Orientador da
instituição de ensino e o Professor Supervisor da parte concedente, através:
✓ Das visitas periódicas as escolas, caberá ao Supervisor da escola concedente dos
estágios 3 e 4 assistir as aulas dos estagiários, devendo também subsidiá-los na
busca de soluções para eventuais dificuldades.
✓ Das fichas de avaliação a serem preenchias pelo Professor Supervisor da instituição
de ensino concedente em parceria com o Orientador da Instituição de Ensino;

105

✓ Dos Relatórios de Conclusão de Estágio (Relatórios de Atividades) que deverão ser
entregues no final do período em data definida pelo Orientador da Instituição de
Ensino.
A Resolução Nº 2/2002 do Conselho Nacional de Educação, o aluno que
comprove estar em efetiva atividade docente na educação básica, sendo previsto no
presente projeto o tempo mínimo de 2 anos ininterruptos ou ainda normativas internas
do curso para definir o tempo, que poderá ter a redução da carga horária do estágio
curricular supervisionado de até no máximo de 200 (duzentas) horas.
Em consonância com INSTRUÇÃO NORMATIVA PROGRAD Nº 5
(16.12.2019) os estudantes que solicitarem dispensa de uma ou mais etapa dos estágios
supervisionados, deverão apresentar a seguinte documentação com as devidas
comprovações necessárias para abertura do processo de dispensa:
✓ Cópia do comprovante de vínculo em uma das etapas dos Estágios
supervisionado, passíveis de dispensa, sendo a carteira de trabalho ou
Declaração da Escola;
✓ Certificado, declaração ou ofício emitido pela empresa/instituição/órgão
público - nos casos de vínculo empregatício ou de ESNO, ou pela Unidade
Acadêmica/Ensino - nos casos de monitoria, iniciação científica ou extensão,
em papel timbrado, contendo: a. Identificação do estagiário (nome completo,
curso e número de matrícula na Ufal);
✓ Relatório final de atividades que faça referências aos planos e/ou planejamento
da instituição de ensino em exercício contendo as seguintes informações
✓ O aproveitamento das práticas pedagógicas conforme a Resolução CNE/CP
02/2019 - XII “aproveitamento dos tempos e espaços da prática nas áreas do
conhecimento, nos componentes ou nos campos de experiência, para efetivar o
compromisso com as metodologias inovadoras e os projetos interdisciplinares,
flexibilização curricular, construção de itinerários formativos, projeto de vida
dos estudantes, dentre outros”. Sendo necessário a criação de instrumento
disciplinares

pelo

Colegiado,

avaliação

acompanhados e avaliações das atividades.

do

Programa

ou

Projeto,

106

Resolução Nº 25/2005-CEPE (26.10.2005) instituiu a regulamentação e o
funcionamento do regime acadêmico semestral nos cursos de graduação da UFAL,
considerou, para efeito de avaliação, o ESCO, quanto ao registro no sistema
acadêmico, comum aos demais componentes curriculares em que a cada bimestre, o
aluno que tiver deixado de cumprir 01 (um) ou mais dos instrumentos de avaliação
terá a sua nota, na Avaliação Bimestral (AB) respectiva, calculada considerando-se a
média das avaliações programadas e efetivadas pelo componente curricular. E as
avaliações no sistema acadêmico exigirá que o estudante alcance uma nota inferior a
7,0 (sete) em uma das 02 (duas) Avaliações Bimestrais, tendo o direito, no final do
semestre letivo, a ser reavaliado naquela em que obteve menor pontuação,
prevalecendo, neste caso, a maior nota.
Para efeito, da reavaliação e Prova final, caberá ao docente orientador, avaliar com
base no desenvolvimento do Estágio Supervisionado e nos instrumentos avaliativos
definidos para avaliação como Plano de Estágio e Relatórios.

4.1Estágio Curricular Supervisionado: Educação Básica

A integração com a rede escolar se dará principalmente pelos convênios na
esfera municipal, estadual e Federal, com a finalidade de desenvolver os Estágios
Supervisionados. As escolas concedentes de estágio ou escolas parceiras, devidamente
conveniadas com a UFAL, através da Pró-Reitoria de Graduação (Prograd), devem
estar cadastradas no Módulo de Gerenciamento de Estágio (MGE) da UFAL, além de
se localizar nos municípios polos da EaD. Na possibilidade de integração com escola
não conveniada com a UFAL, a Coordenação de Estágio do Curso deverá providenciar
o convênio com a Coordenadoria de Estágios Curriculares da Pró-Reitoria de
Graduação e o cadastramento.
É oportuno destacar as referências educacionais adotada no Estado de Alagoas,
cujo documento expressa as orientações de priorização das habilidades do Referencial
Curricular de Alagoas - ReCAL (2020). A proposta de priorização de habilidades do
Referencial Curricular de Alagoas, enquanto documento norteador para o
planejamento dos professores, que busca a implementação da BNCC da educação
infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio.
Ensino Fundamental: É importante destacar a compreensão da BNCC (2018)
sobre os Anos Iniciais do Ensino Fundamental, em que visa a

107

[...] progressão do conhecimento ocorre pela consolidação das
aprendizagens anteriores e pela ampliação das práticas de linguagem e da
experiência estética e intercultural das crianças, considerando tanto seus
interesses e suas expectativas quanto o que ainda precisam aprender.
Ampliam-se a autonomia intelectual, a compreensão de normas e os
interesses pela vida social, o que lhes possibilita lidar com sistemas mais
amplos, que dizem respeito às relações dos sujeitos entre si, com a natureza,
com a história, com a cultura, com as tecnologias e com o ambiente
(BRASIL, 2018, p. 64).

Enquanto o Ensino Fundamental – Anos Finais, os estudantes se deparam com
desafios de maior complexidade, sobretudo devido à necessidade de se apropriarem
das diferentes lógicas de organização dos conhecimentos relacionados às áreas. Tendo
em vista essa maior especialização, é importante, nos vários componentes curriculares,
retomar e ressignificar as aprendizagens do Ensino Fundamental – Anos Iniciais no
contexto das diferentes áreas, visando ao aprofundamento e à ampliação de repertórios
dos estudantes (BRASIL, 2018).
Ensino Médio: é importante destacar as orientações da BNCC (2018) que
destaca a importância de recontextualizar as finalidades do Ensino Médio,
estabelecidas pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB, Art. 35) há mais de
vinte anos, em 1996:
I – A consolidação e o aprofundamento dos conhecimentos adquiridos no
ensino fundamental, possibilitando o prosseguimento de estudos; II – A
preparação básica para o trabalho e a cidadania do educando, para continuar
aprendendo, de modo a ser capaz de se adaptar com flexibilidade a novas
condições de ocupação ou aperfeiçoamento posteriores; III – O
aprimoramento do educando como pessoa humana, incluindo a formação
ética e o desenvolvimento da autonomia intelectual e do pensamento
crítico; IV – a compreensão dos fundamentos científico-tecnológicos dos
processos produtivos, relacionando a teoria com a prática, no ensino de
cada disciplina (BRASIL, 1996, p. 4).

O currículo do ensino médio será composto pela Base Nacional Comum
Curricular e por itinerários formativos, que são, no Brasil, a expressão “itinerário
formativo” tem sido tradicionalmente utilizada no âmbito da educação profissional,
em referência à maneira como se organizam os sistemas de formação profissional ou,
ainda, às formas de acesso às profissões. No entanto, na Lei nº 13.415/17, a expressão
foi utilizada em referência a itinerários formativos acadêmicos, o que supõe o
aprofundamento em uma ou mais áreas curriculares, e também, a itinerários da
formação técnica profissional.

108

Os itinerários formativos deverão ser organizados por meio da oferta de
diferentes arranjos curriculares, conforme a relevância para o contexto local e a
possibilidade dos sistemas de ensino, a saber: I – linguagens e suas tecnologias; II –
matemática e suas tecnologias; III – ciências da natureza e suas tecnologias; IV –
ciências humanas e sociais aplicadas; V – formação técnica e profissional (LDB,
Art. 36; ênfases adicionadas).
A área de Ciências Humanas, tanto no Ensino Fundamental como no Ensino
Médio, define aprendizagens centradas no desenvolvimento das competências de
identificação, análise, comparação e interpretação de ideias, pensamentos, fenômenos
e processos históricos, geográficos, sociais, econômicos, políticos e culturais. Essas
competências permitirão aos estudantes elaborar hipóteses, construir argumentos e
atuar no mundo, recorrendo aos conceitos e fundamentos dos componentes da área.
No Ensino Médio, com a incorporação da Filosofia e da Sociologia, a área de
Ciências Humanas e Sociais Aplicadas propõe o aprofundamento e a ampliação da
base conceitual e dos modos de construção da argumentação e sistematização do
raciocínio, operacionalizados com base em procedimentos analíticos e interpretativos.
Nessa etapa, como os estudantes e suas experiências como jovens cidadãos
representam o foco do aprendizado, deve-se estimular uma leitura de mundo
sustentada em uma visão crítica e contextualizada da realidade, no domínio conceitual
e na elaboração e aplicação de interpretações sobre as relações, os processos e as
múltiplas dimensões da existência humana (BRASIL, 2018).
A oferta de diferentes itinerários formativos pelas escolas deve considerar a
realidade local, os anseios da comunidade escolar e os recursos físicos, materiais e
humanos das redes e instituições escolares de forma a propiciar aos estudantes
possibilidades efetivas para construir e desenvolver seus projetos de vida e se integrar
de forma consciente e autônoma na vida cidadã e no mundo do trabalho.
Os itinerários devem garantir a apropriação de procedimentos cognitivos e o
uso de metodologias que favoreçam o protagonismo juvenil, e organizar-se em torno
de um ou mais dos seguintes eixos estruturantes conforme orientação da BNCC:
I – Investigação científica: supõe o aprofundamento de conceitos fundantes
das ciências para a interpretação de ideias, fenômenos e processos para
serem utilizados em procedimentos de investigação voltados ao
enfrentamento de situações cotidianas e demandas locais e coletivas, e a

109

proposição de intervenções que considerem o desenvolvimento local e a
melhoria da qualidade de vida da comunidade;
II – Processos criativos: supõem o uso e o aprofundamento do conhecimento
científico na construção e criação de experimentos, modelos, protótipos
para a criação de processos ou produtos que atendam a demandas para a
resolução de problemas identificados na sociedade;
III – Mediação e intervenção sociocultural: supõem a mobilização de
conhecimentos de uma ou mais áreas para mediar conflitos, promover
entendimento e implementar soluções para questões e problemas
identificados na comunidade;
IV – Empreendedorismo: supõe a mobilização de conhecimentos de
diferentes áreas para a formação de organizações com variadas missões
voltadas ao desenvolvimento de produtos ou prestação de serviços
inovadores com o uso das tecnologias (RESOLUÇÃO CNE/CEB nº
3/2018, Art. 12, § 2º).

4.2 Estágio Curricular Supervisionado: Teoria e Prática

O Curso de Licenciatura em Geografia EaD organiza o Estágio Supervisionado
em 4 etapas, em que somente o Estágio Supervisionado I não haverá registro de prérequisitos, considerando a Resolução No. 69/2010 (CONSUNI/UFAL) que torna
facultativo fazer uso dos pré-requisitos e co-requisitos, conforme a definição do
Projeto Pedagógico de Curso (PPC). As demais etapas seguem sem pré-requisitos como
se observa no Quadro 9. Para atingir o objetivo proposto em cada etapa do Estágio
Supervisionado, eles estão organizados com a seguinte finalidade:
Estágio Supervisionado 1 – os estagiários serão orientados para desenvolver
atividades pertinentes ao exercício docente nas instituições concedentes no Ensino
Fundamental com o objetivo de aprender e experienciar as formas de organização e
gestão escolar, o exercício do magistério, as relações internas e externas do ambiente
escolar, uso de ferramentas conceituais da pesquisa como a observação e a
participação nas atividades direcionadas ao exercício da docência na Educação Infantil
e no Ensino Fundamental (anos iniciais e finais) e nas modalidades vigentes conforme
a BNCC e relevante para educação Geográfica;

110

Estágio Supervisionado 2 – os estagiários serão orientados para desenvolver
atividades pertinentes ao exercício profissional nas instituições concedentes ao Ensino
Médio, considerando as orientações da BNCC-EM e o ReCAL EM , contemplando a
orientação da pesquisa que vise fundamentar, pensar a concepção, formulação,
implementação, avaliação e revisão dos currículos, examinando as propostas
pedagógicas das instituições escolares, para o desenvolvimento do exercício da
docência em Geografia. Considerar a compreensão dos itinerários formativos –
estratégicos para a flexibilização da organização curricular do Ensino Médio, pois
possibilitam opções de escolha aos estudantes – podem ser estruturados com foco em
uma área do conhecimento, na formação técnica e profissional ou, também, na
mobilização de competências e habilidades de diferentes áreas, compondo itinerários
integrados (DCNEM/2018).
Estágio Supervisionado 3 – os estagiários serão orientados para desenvolver
atividades pertinentes ao exercício profissional nas instituições concedentes ao Ensino
Fundamental (6º ao 9º ano) objetivando a vivência e a regência em Geografia nas
atividades do magistério e outras modalidades de educação orientadas pela BNCC
relevante para educação geográfica.
Estágio Supervisionado 4 – os estagiários serão orientados para desenvolver
atividades pertinentes ao exercício profissional nas instituições concedentes ao Ensino
Médio objetivando a vivência e a regência em Geografia nas atividades do magistério e
outras modalidades de educação orientadas pela BNCC e ReCAL EM relevante para
educação geográfica. Considerar a compreensão dos itinerários formativos –
estratégicos para a flexibilização da organização curricular do Ensino Médio, pois
possibilitam opções de escolha aos estudantes – podem ser estruturados com foco em
uma área do conhecimento, na formação técnica e profissional ou, também, na
mobilização de competências e habilidades de diferentes áreas, compondo itinerários
integrados (DCNEM/2018). Além de buscar:
VII - Integração entre a teoria e a prática, tanto no que se refere aos
conhecimentos pedagógicos e didáticos, quanto aos conhecimentos
específicos da área do conhecimento ou do componente curricular a
ser ministrado;
VIII - Centralidade da prática por meio de estágios que enfoquem o
planejamento, a regência e a avaliação de aula, sob a mentoria de
professores ou coordenadores experientes da escola campo do estágio,
de acordo com o Projeto Pedagógico do Curso (PPC).
IX - Reconhecimento e respeito às instituições de Educação Básica
como parceiras imprescindíveis à formação de professores, em
especial as das redes públicas de ensino;

111

X - Engajamento de toda a equipe docente do curso no planejamento e
no acompanhamento das atividades de estágio obrigatório (BRASIL,
2019, p. 04).

O estagiário deverá apresentar, na finalização de cada etapa do Estágio
Supervisionado, um relatório final, como condição para aprovação. O Relatório de
Estágio é um documento individual ou elaborado em dupla, que registra todas as
atividades desenvolvidas durante o estágio supervisionado.
A documentação referente ao estágio supervisionado para arquivos obrigatórios:
Termos de Compromisso de Estágio (TCE); Fichas de frequência; Fichas de Avaliação;
e Relatório da etapa de estágio. Será de responsabilidade do docente orientador ao fim
do período, encaminhar para o Coordenador de Estágio ou Coordenador de Curso, toda
documentação do estágio supervisionado.

112

5 ATIVIDADES ACADÊMICA-CIENTÍFICA E CULTURAIS
As atividades acadêmica-científica e culturais são componentes curriculares
que possibilitam o exercício de habilidades e competências do discente, tanto no
âmbito da Universidade quanto fora dela, que incluem práticas de estudos e atividades
independentes, de forma interdisciplinar, colaborando para a sua aproximação com o
mercado de trabalho, com as diferentes manifestações artístico culturais, com as
inovações tecnológicas e com a comunidade.
De acordo com a Resolução do CNE/CP nº 2/ 2015, o curso deve destinar 200
(duzentas) horas para as atividades teórico-práticas de aprofundamento em áreas
específicas de interesse dos estudantes, por meio da iniciação científica, da iniciação à
docência, da extensão e da monitoria, entre outras, consoante o projeto de curso da
instituição. E a Resolução CONSUNI/UFAL nº 06/2018 define como Atividades
Acadêmica-Científica e Culturais, mantendo a carga horária mínimo, de 200
(duzentas) horas.
Os acadêmicos poderão desenvolver as Atividades a partir do primeiro ano do
curso. As atividades de pesquisa, extensão e estágio não obrigatórios podem ser
computadas como atividades Acadêmica-Científica e Culturais, desde que não haja
sobreposição, isto é, não sejam apresentadas como Trabalho de Conclusão de Curso.
Além das experiências de pesquisa e extensão, também contemplam as atividades
Acadêmica-Científica e Culturais aquelas relacionadas aos projetos do Programa
Institucional de Bolsa de Iniciação Científica (PIBIC); Programa de Bolsa Iniciação à
Docência (PIBID); Programa de Residência Pedagógica e outros. Em destaques
algumas modalidades de Atividades Acadêmica-Científica e Culturais:

- Participação em ações voluntárias desenvolvidas por organizações públicas e da
sociedade civil;
- Programa de Monitorias (PROGRAD/IGDEMA);
- Participação em Programas de iniciação científica, de iniciação à docência,
extensão, pesquisa, estágios curriculares não-obrigatórios e treinamento
profissional;
- Participação em eventos, tais como, Encontros, Fóruns, Jornadas, Simpósios,
Colóquios, Congressos, Palestras, Conferências, Seminários, Cursos de curta duração,
entre outros eventos de divulgação acadêmico-científica, tecnológica e cultural;

113

- Participação com aproveitamento em disciplinas oferecidas por outras instituições e/ou
unidades acadêmicas não contempladas no currículo do curso;
- Participação em entidades estudantis, colegiados de curso, conselhos de unidade
acadêmica, conselhos superiores, empresas juniores, núcleos temáticos e de
pesquisas.

A Coordenação e o Colegiado do Curso de Licenciatura em Geografia EaD,
farão avaliação dos casos omissos nas modalidades, acima citadas, decidindo sobre
sua validade para a integralização da carga horária como atividade AcadêmicaCientífica e Culturais. Para o computo da carga horária das atividades
complementares, o discente deverá preencher o Requerimento de solicitação para o
registro, onde deverá listar as atividades realizadas durante o curso.
O Requerimento será disponibilizado pela Coordenação do curso e deverá ser
entregue à coordenação, juntamente com as cópias de comprovação das atividades
realizadas por meio digital ou físico. Os documentos comprobatórios se caracterizam
por: diplomas, certificados, declarações, materiais gráficos, entre outros.
Os quadros 8 e 9 mostram a carga horária correspondente a cada atividade
apresentada, para o cálculo das 200 (duzentas) horas obrigatórias das Atividades
Complementares.
Quadro N⁰ 10 – Atividades acadêmicas de Ensino, Pesquisa, e Representação
Estudantil
Atividade
Monitoria
Disciplina eletiva na UFAL
Pesquisa com bolsa ou sem
bolsa
Pesquisa com bolsa ou sem
bolsa em um grupo de pesquisa
do IGDEMA
Representação
estudantilColegiado da Graduação, CA,
DCE e UNE

Comprovação
Documento
emitido
pela
Coordenação de Monitoria.
Histórico Analítico
Documento emitido pelo Órgão
ou relatórios.

Carga horária
Mínimo de 100h
Máximo de 150h
Até 60 horas
Mínimo de 90h
Máximo de 180h

Documento emitido pelo (a)
coordenador (a) do Grupo de
Pesquisa.
Atas ou documentos similares
que atestem a nomeação e/ou
término do mandato, emitidas
pelo Órgão Colegiado

Mínimo de 90h
Máximo de 180h

Quadro N⁰ 11 - Atividades científico e de divulgação
Atividade
Comprovação
Participação como ouvinte, em Certificado
minicursos, cursos de extensão,
oficinas,
seminários,
entre
outros

Mínimo de 60h
Máximo de 120h

Carga horária
Até 60h

114

Apresentação de comunicações
ou
posters
em
eventos
científicos
Publicação
de
trabalhos
completos em anais de eventos
científicos
Resumos em anais de eventos
científicos.
Publicação de artigos em
periódicos
de
divulgação
científica com ISSN e Conselho
Editorial
Publicação de artigos em
periódicos
de
divulgação
científica ou de caráter não
científico
Desenvolvimento
ou
participação no desenvolvimento
de
material
informacional
(divulgação
científica)
ou
didático (livros, CD-ROM.
Vídeos, exposições
Desenvolvimento
ou
participação na elaboração de
instrumentos de pesquisa, guias
ou catálogos de acervo de
memória e/ou exposições
Organização ou participação na
organização
de
eventos
científicos.

Certificado do evento

Até 80h

Certificado do organizador dos
anais do evento

Até 10h
Máximo 40h

Certificado do evento.

Mínimo de 5h
Máximo de 20h
Mínimo de 30h
Máximo de 60h

Cópia do material publicado

Cópia do material publicado

Mínimo de 15h
Máximo de 60h

Cópia do material desenvolvido
e certificado do Coordenador ou
organizador do projeto

Mínimo de 20h
Máximo de 80h

Cópia do material desenvolvido
e certificado do Coordenador ou
organizador do projeto

Mínimo de 20h
Máximo de 80h

Certificado
emitido
promotora.

Mínimo de 10h
Máximo de 40h

de
pela

participação
entidade

Fonte: Projeto do Curso de Licenciatura presencial, 2018
O estudante do Curso de Geografia Licenciatura (EaD) deverá dividir sua carga
horária em pelo menos três atividades diferentes e deverá integralizá-las ao longo do
curso, procurando evitar a acumulação nos últimos períodos.

115

6 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC)
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), é definido no Projeto Pedagógico
do Curso (PPC) como uma atividade curricular obrigatória, constituindo-se em
trabalhos que podem ser: relatório de pesquisa, relato de experiência vinculado a
extensão universitária e/ou revisão bibliográfica. O Trabalho de Conclusão de Curso
(TCC) está institucionalizado, consistindo em componente curricular obrigatório, mas
não se constitui como disciplina, mas, terá carga horária definida na matriz curricular,
conforme a Resolução No. 06/2018 Consuni que determina a definição da carga
horária do TCC e que sua natureza atenda aos aspectos da atuação profissional.
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), elaborado individualmente ou em
dupla, consiste em um estudo aprofundado sobre determinado tema de interesse,
vinculado a área do conhecimento do Curso e relacionado à profissão do licenciado
em Geografia sendo apresentado em um dos formatos apresentados:
✓

Relatório de experiência (ensino, pesquisa e extensão);

✓

Memorial

✓

Artigo

✓

Monografia

✓

Instrumento didático em Geografia;

✓

Ferramentas digitais de educação Geográfica

O TCC não se constitui em disciplina e poderá ser apresentado a partir da
escolha de um dos formatos, quanto a sua descrição definida no quadro 11.
Quadro N⁰ 12 – Formato de TCC e Descrição
Formatos de TCC
Relatório de
Experiência (ensino,
pesquisa e extensão)
Memorial Acadêmico

Artigo Científico

Proposta de

Descrição
Relatório fruto das experiências em Programas e/ou
Projetos de Ensino (Estágios), Pesquisa (PIBIC e outros)
e Extensão (Projetos de extensão).
É um texto narrativo-descritivo em que o estudante
analisa e reflete sobre acontecimentos de sua
trajetória acadêmico-profissional e intelectual, avaliando
cada etapa de sua experiência.
ABNT (NBR 6022, 2003, p.2), o artigo científico pode
ser definido como a “publicação com autoria declarada,
que apresenta e discute ideias, métodos, técnicas,
processos e resultados nas diversas áreas do
conhecimento” em especial, na área de geografia.
É a criação ou adaptação de instrumentos didáticos para
o ensino de Geografia, no qual, poderá ser de original

116

Instrumento didático
em Geografia

e/ou adaptado para auxiliar o exercício docente em
Geografia.

Proposta de utilização É a apresentação do uso de ferramentas digitais (meios
digitais) que sejam pertinentes ao processo de ensino e
Ferramentas digitais de
aprendizagem em Geografia.
educação em Geografia

Monografia

É um trabalho de investigação científica e crítica sobre os
estudos já existentes sejam eles já publicados ou não na área
de Geografia. Adota uma metodologia e visa alcançar um
objetivo ao se abordar uma determinada temática ou
problema específico.

Os formatos de TCC descritos serão normatizados e orientados quanto a sua
apresentação (template) em Instrução Normativa em consonância com o Projeto
vigente. O TCC possui carga horária total equivalente a 44 (quarenta e quatro) horas e
poderá ter suas as atividades iniciadas a partir do 6° período, por meio da formalização
com o orientador, por meio de um Termo de Aceite assinado por ambos.
A temática abordada no TCC deverá ter relação com as atribuições e
competências do exercício profissional do Licenciado em Geografia. bem como
deverá seguir as normas definidas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas
(ABNT).
O docente orientador de TCC poderá pleitear a concessão de bolsa se compor o
quadro de Professor Formador I ou II do IGDEMA; ou de outros cursos da UFAL que
tenho submetido ao processo de credenciamento via edital (CIED/UFAL/UAB).
O curso de Licenciatura em Geografia EaD definirá uma coordenação de TCC,
prevista para ser formada por dois membros do Colegiado de Curso, sendo as atribuições da
coordenação de TCC especificadas através da Instrução Normativa de TCC, além de outros
procedimentos considerados essenciais para funcionalidade do componente curricular
obrigatório.

117

7 APOIO DISCENTE
7.1 Acolhimento e Permanência
As ações de acolhimento e permanência estão organizadas e presente ao longo
do curso, em destaque ações permanentes e emergenciais, tais como:
a) Inclusão Digital – trata-se de um Processo seletivo simplificado para o auxílio
de inclusão digital publicado em edital pela Coordenadoria Institucional de
Educação a Distância da Universidade Federal de Alagoas (CIED/UFAL),
torna público o processo para a concessão de Auxílio de Inclusão Digital, que
confere recurso emergencial para a contratação de serviços de acesso à internet
aos discentes dos cursos da Universidade Aberta do Brasil na Ufal,
matriculados em disciplinas obrigatórias e eletivas no período letivo, para o
curso de Geografia, e para os demais cursos, em situação de vulnerabilidade
socioeconômica autodeclarada, no Período de Pandemia.
b) Aula de abertura: primeira receptividade aos calouros com aula de abertura
presencial nos Polos com temáticas que abordam o universo do curso de
Educação à distância;
c) Identidade estudantil (mobilidade estudantil) - Os estudantes que residem em
Maceió podem fazer uso do cartão Vamu Estudantil. O Cartão vamu Escolar é
o cartão que substituiu o Cartão Eletrônico de Transporte Escolar (CETE),
destinado aos estudantes regularmente matriculados e que tenham frequência
comprovada às aulas, nos estabelecimentos de ensino fundamental, médio e
superior, credenciados pelo MEC (Ministério da Educação e Cultura), na
Secretaria Estadual de Educação e Secretaria Municipal de Educação,
localizadas no município de Maceió;
d) Monitoria - Os objetivos do Programa de Monitoria é despertar no segmento
discente o interesse pela docência, estimulando o desenvolvimento de
habilidades relacionadas ao seu exercício, promover a melhoria do ensino de
graduação através da interação dos monitores com os segmentos docentes e
discentes e auxiliar o docente em suas atividades acadêmicas de ensino,
associadas com a pesquisa e a extensão. O Programa Geral de Monitoria da
UFAL é efetivado sob duas modalidades: Monitores com Bolsa e Monitores
sem Bolsa. Os selecionados Com Bolsa recebem uma bolsa no valor de R$
400,00 por mês. No IGDEMA com os sucessivos cortes aos recursos, o
Programa faz uma cota por curso, definido os critérios para o quantitativo de
bolsas para cada Curso da Unidade;
e) Estágios não curriculares – Informar aos acadêmicos sobre as seleções para
estagiários de licenciatura nas escolas da rede pública, com carga horária de 30
horas semanais, bolsa de R$ 575,00 e vale transporte.
f) Apoio psicopedagógico - O Núcleo de Acessibilidade (NAC) conta com
professionais para orientar os docentes, veja o item 7.2 acessibilidades.

118

7.2 Acessibilidade
O Núcleo de Acessibilidade (NAC), órgão de apoio vinculado à Pró-reitora
Estudantil, tem por finalidade garantir o acesso, a permanência e a aprendizagem com
sucesso do público alvo da educação especial (pessoas com deficiência, transtorno do
espectro autista e altas habilidades/superdotação) na Ufal, através da remoção de
barreiras atitudinais, arquitetônicas, comunicacionais, digitais, curriculares e/ou
pedagógicas, em conformidade com as diretrizes nacionais que orientam a inclusão
educacional na Educação Superior (UFAL, 2022).
O NAC atua nos respectivos Campus: A.C. Simões, Campus Arapiraca e no
Campus Sertão. Em 2020, a Proest em parceria com a Prograd criou o Laboratório de
Acessibilidade (LAC), localizado na Biblioteca Central do Campus A.C. Simões. Os
serviços disponibilizados pelo LAC, quanto a materiais adaptados, estão assim
listados:
✓ Item 1: Formato de entrega do material: digital acessível (PDF, DOC, EPUB);
quantidade de páginas: até 100 páginas sem figuras, notas de rodapé e citações;
prazo de entrega: até 7 dias úteis.
✓ item 2: Formato de entrega do material: digital acessível (PDF, DOC, EPUB);
quantidade de páginas: até 100 páginas com figuras, notas de rodapé e
citações; prazo de entrega: até 10 dias úteis.
✓ item 3: Formato de entrega do material: digital acessível (PDF, DOC, EPUB);
quantidade de páginas: mais de 100 páginas sem figuras, notas de rodapé e
citações; prazo de entrega: até 13 dias úteis.
✓ item 4: Formato de entrega do material: digital acessível (PDF, DOC, EPUB);
quantidade de páginas: mais de 100 páginas com figuras, notas de rodapé e
citações; prazo de entrega: até 16 dias úteis.
✓ item 5: Formato de entrega do material: áudio por meio de sintetizador de
voz; quantidade de páginas: até 100 páginas; prazo de entrega: até 13 dias
úteis.
✓ item 6: Formato de entrega do material: áudio por meio de sintetizador de
voz; quantidade de páginas: mais de 100 páginas; prazo de entrega: até 19 dias
úteis.

119

O Núcleo de Acessibilidade está voltado para o entendimento das necessidades
postas para o seu corpo social, no sentido de promoção de acessibilidade e de
atendimento diferenciado às pessoas com necessidades especiais em atenção à Política
de Acessibilidade adotada pelo MEC e à legislação pertinentes: decretos nº 5.296/2004;
e nº 5.626/2005.
O próprio dimensionamento dessas necessidades merece um cuidado especial,
haja vista a forma atual de identificação dos alunos acerca da acessibilidade:
pedagógica, metodológica, de informação e de comunicação. Como se pode observar
nos acessos a informação e solicitação de serviços também previsto em lei.

Possibilidade e condição de alcance para utilização, com segurança e
autonomia, de espaços, mobiliários, equipamentos urbanos, edificações,
transportes, informação e comunicação, inclusive seus sistemas e
tecnologias, bem como de outros serviços e instalações abertos ao público,
de uso público ou privados de uso coletivo, tanto na zona urbana como na
rural, por pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida (BRASIL,
2015 Lei 13.146/2015 – Art. 3º, inciso I).

A Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (LBI) considera como
barreira qualquer entrave, obstáculo, atitude ou comportamento que limite ou impeça a
participação social da pessoa, bem como o gozo, a fruição e o exercício de seus
direitos à acessibilidade, à liberdade de movimento e de expressão, à comunicação, ao
acesso à informação, à compreensão, à circulação com segurança, entre outros
(SALTON; AGNOL; TURCATTI, 2017).
O Curso de Licenciatura em Geografia EaD compreende que a Acessibilidade
digital é “ausência de barreiras na disponibilidade de comunicação, de acesso físico,
de tecnologias assistivas, compreendendo equipamentos e programas adequados, de
conteúdo e apresentação da informação em formatos alternativos” (BRASIL, 2018,
p.48). É a promoção do acesso indiscriminado ao meio digital, considerando
diferenças entre usuários, tecnologias e contextos de uso. É pensar em garantir que
todas as pessoas possam acessar, compreender, utilizar, interagir e contribuir com o
meio digital, seja em documentos digitais, páginas da web ou recursos educacionais
digitais, tecnologias de informação e comunicação ou meios correlatos disponíveis.
Desta forma, a acessibilidade digital é um direito garantido pela legislação
brasileira, inicialmente através de decretos e portarias, e mais recentemente, pela Lei

120

Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (SALTON; AGNOL; TURCATTI,
2017).
É importante citar a forma como está organizado as orientações acerca da
Acessibilidade na IES em instrumento e ações normativas, expressos em diferentes
Documentos Digitais, na página do site da Ufal, tais como:
✓ Acessibilidade
✓ Apoio à Produção Cultural
✓ Apoio e Acompanhamento Pedagógico
✓ Apoio Emergencial
✓ Atenção à Saúde
✓ Atividade Física, Esporte e Lazer
✓ Auxílio à Participação em Eventos
✓ Auxílios financeiros para estudantes em vulnerabilidade socioeconômica
✓ Bolsa Pró-Graduando, Auxílio Alimentação, Auxílio Moradia e Auxílio Creche
✓ Cadastramento

Socioeconômico

de

estudantes

em

vulnerabilidade

socioeconômica
✓ Inclusão Digital
✓ Residência Universitária
✓ Restaurante Universitário
É importante esclarecer que no instrumento de avaliação e reconhecimento de
cursos pelo INEP os quesitos que são especificamente quanto aos polos como
exemplo: Apoio à Produção Cultural, Apoio e Acompanhamento Pedagógico, Apoio
Emergencial, Atenção à Saúde, Atividade Física, Esporte e Lazer, Auxílio à
Participação em Eventos, Auxílios financeiros para estudantes em vulnerabilidade
socioeconômica, Cadastramento Socioeconômico de estudantes em vulnerabilidade
socioeconômica, Inclusão Digital, Rsidência Universitária e Restaurante Universitário,
não são itens de responsabilidade dos polos, mas da IES que oferta o curso. Esses itens
não são elementos de avaliação dos polos e, nesse sentido, os polos não oferecem
esses serviços.
Desta forma, o Núcleo de Acessibilidade (NAC) tem o objetivo de garantir o
acesso, a permanência e a aprendizagem com sucesso do público alvo da Educação
Especial (pessoas com deficiência, Transtorno do Espectro Autista e Altas
Habilidades/Superdotação) na Ufal, através da remoção de barreiras atitudinais,
arquitetônicas,

comunicacionais, digitais, curriculares e/ou pedagógicas, em

121

conformidade com as diretrizes nacionais que orientam a inclusão educacional na
Educação Superior (UFAL, 2018).
É importante destacar o Núcleo de Atendimento Educacional Especializado
(AEE) aos estudantes, sendo o público-alvo pessoas com deficiência, pessoas com
Transtornos Globais de Desenvolvimento e pessoas com Altas Habilidades. Esse
atendimento tanto pode ser feito através de acompanhamento nas salas de aulas que os
alunos frequentam, quanto em atividades na sala do NAC em horário oposto ao das
aulas, assessorando na elaboração de trabalhos acadêmicos, adaptações de materiais
didáticos e também capacitando os alunos a utilizar tecnologias assistivas.
O Atendimento Educacional Especializado (AEE) é um serviço da Educação
Especial que identifica, elabora e organiza recursos pedagógicos e de acessibilidade
buscando eliminar barreiras para a plena participação dos alunos, considerando as suas
necessidades específicas. O AEE complementa e/ou suplementa a formação do aluno
com vistas à autonomia e independência na escola e fora dela, atendendo,
prioritariamente, os estudantes de graduação.
O Curso de Licenciatura em Geografia EaD, que se estende em diferentes polos
situados no estado de Alagoas, conta com o apoio e orientação do NAC para
desenvolver as atividades de acessibilidade, considerando as individualidades dos
acadêmicos e auxiliando na condução de instrumentos de acessibilidade para os
estudantes.

7.3 Centro Acadêmico
Os estudantes do Curso de Licenciatura em Geografia podem fazer parte do
Centro Acadêmico de Geografia da UFAL denominado pela sigla CAGEO, como
entidade estudantil tem como nome Prof. José da Silveira Camerino e o nome da sala
de sua sede intitula-se Profª. Jovesi de Almeida Costa é uma entidade democrática de
representação estudantil dos alunos regularmente matriculados no curso, é filiado ao
Diretório Central dos Estudantes DCE - e a Coordenação Executiva Regional dos
Estudantes de Geografia do Nordeste CEREGENE, sem fins lucrativos, de duração
indeterminada. Participam do CAGEO todos os alunos regularmente matriculados nos
cursos: bacharelado, licenciatura e Licenciatura EaD.

122

8 ATIVIDADES DE EXTENSÃO
8.1 Introdução
A extensão universitária é um dos pilares basilares da Universidade,
possibilitando um espaço de vivências, experiências e intercâmbios da Instituição, seus
docentes, técnicos administrativos, discentes e colaboradores com a sociedade.
Contribuindo para a construção de uma formação profissional crítica e conectada com
as demandas sociais e as mudanças do mundo do trabalho (IGDEMA, 2019).
É fundamental considerar o Plano Nacional de Educação (2014-2024), pois o
referido documento está organizado em 20 metas, sendo que as metas referentes ao
ensino superior são: Meta 12, Meta 13 e Meta 14. Entre os pressupostos apresentados,
é relevante destacar a Meta 12 que determina a elevação da “taxa bruta de matrícula na
educação superior para 50% (cinquenta por cento) e a taxa líquida para 33% (trinta e
três por cento) da população de 18 (dezoito) a 24 (vinte e quatro) anos, assegurada a
qualidade da oferta e expansão para, pelo menos, 40% (quarenta por cento) das novas
matrículas, no segmento público” (BRASIL, 2014, p.18).
A Resolução do CNE Nº 7 (18.12.2018) que regulamentou as Diretrizes para a
Extensão na Educação Superior Brasileira, considerando as atividades acadêmicas de
extensão dos cursos de graduação, como componentes curriculares obrigatórios para
os cursos, que se vinculam à formação dos estudantes, assegurados no Plano de
Desenvolvimento Institucional (PDI), e no Projeto Político Institucional (PPI). É
importante destacar o Art. 5º que estrutura a concepção e a prática das Diretrizes da
Extensão na Educação Superior nos respectivos aspectos:
✓ a interação dialógica da comunidade acadêmica com a sociedade por
meio da troca de conhecimentos, da participação e do contato com as
questões complexas contemporâneas presentes no contexto social;
✓ a formação cidadã dos estudantes, marcada e constituída pela vivência
dos

seus

conhecimentos,

que,

de

modo

interprofissional

e

interdisciplinar, seja valorizada e integrada à matriz curricular;
✓ a produção de mudanças na própria instituição superior e nos demais
setores da sociedade, a partir da construção e aplicação de
conhecimentos, bem como por outras atividades acadêmicas e sociais;

123

✓ a articulação entre ensino/extensão/pesquisa, ancorada em processo
pedagógico único, interdisciplinar, político educacional, cultural,
científico e tecnológico.
✓ Os princípios normativos da extensão é fruto da política de extensão
universitária no Brasil, em destaque a Política Nacional de Extensão
Universitária proposta pelo Fórum de Pró-Reitores de Extensão das
Universidades Públicas Brasileiras, expresso na Resolução nº 7
(18.12.2018) do Ministério da Educação/Conselho Nacional de
Educação/Câmara de Educação Superior.
Na Universidade Federal de Alagoas (UFAL) as discussões da política de
extensão universitárias estão expressas nos instrumentos normativas, tais como:
Resolução No. 65/2014 CONSUNI UFAL(03.11.2014) que estabelece a atualização
das diretrizes gerais das atividades de extensão no âmbito da ufal em que as atividades
de extensão foram orientadas para seguir as respectivas diretrizes: I - interação
dialógica; II - interdisciplinaridade e interprofissionalidade; III - indissociabilidade do
ensino, da pesquisa e da extensão; IV - impacto na formação do discente; V - impacto
e transformação social.
A Resolução No. 04/2018 CONSUNI/UFAL regulamentou as ações de
extensão como componente curricular obrigatório nos projetos pedagógicos dos cursos
de graduação da Ufal. E por último se pode citar a INSTRUÇÃO NORMATIVA
PROEX Nº01/2021 (09.04.2021) que instrumentaliza sobre os procedimentos para
implantação da extensão como componente curricular obrigatório nos projetos
pedagógicos dos cursos de graduação da Ufal.
O Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI 2019 – 2023) da UFAL
compreende “a Extensão Universitária como processo educativo, cultural e científico
que articula o Ensino e a Pesquisa de forma indissociável e viabiliza a relação
transformadora entre Universidade e Sociedade” (UFAL/PDI, 2019, p.49). É
importante ressaltar que a extensão na UFAL considera relevante que as atividades de
extensão possam envolver:
✓ a promoção da arte e do conhecimento, a democratização do acesso ao
saber, e a intervenção solidária junto à comunidade, para a transformação
social, inclusive a relação respeitosa entre expressões artísticas e culturais,
populares e eruditas, bem como entre o conhecimento popular e o
conhecimento científico e filosófico;

124

✓ o respeito à liberdade científica, artística e cultural da comunidade
universitária e aos direitos de cidadania e autonomia da comunidade
externa;
✓ os compromissos sociais, éticos e políticos com os interesses coletivos da
Sociedade e com os valores da cidadania, particularmente com os da
região Nordeste e do Estado de Alagoas.
✓ A Extensão é um meio de articular a ações conjuntas entre a universidade
e a sociedade, em temáticas pertinentes aos interesses sociais. Assim,
pensar a extensão é ampliar ou aproximar a universidade da sociedade para
além de seu ambiente institucionalizado, buscando interagir com a
comunidade como exercício da cidadania e do aprimoramento do
conhecimento e sobretudo compartilhar saberes.
Desse modo, a Extensão Universitária da UFAl, alinhada a Lei N° 13.005/2014
busca “assegurar no mínimo 10% (dez por cento) do total de créditos curriculares
exigidos para a graduação em programas e projetos de extensão universitária,
orientando sua ação prioritariamente, para áreas de grande pertinência social” (UFAL,
2019, p.7). Em consonância com as normativas vigentes o curso de licenciatura em
Geografia na modalidade EaD se mantém alinhado as orientações institucionais.
8.2 Características do Curso
Considerando a Instrução Normativa No. 01/2021, em especial o Art.4º - que
no item sobre a relação do curso com as diretrizes nacionais e locais para as
atividades de extensão deve constar os objetivos do curso e o perfil do egresso. Assim
sendo, destacam dois aspectos do perfil do egresso que estão coerentes com as
atividades de extensão:
✓ Realizar pesquisas que proporcionem conhecimento sobre os
estudantes e sua realidade sociocultural, sobre processos de ensinar e
de aprender, em diferentes meios ambiental-ecológicos, sobre
propostas curriculares e sobre organização do trabalho educativo e
práticas pedagógicas, entre outros;
✓ Utilizar instrumentos de pesquisa adequados para a construção de
conhecimentos pedagógicos e científicos, objetivando a reflexão sobre
a própria prática e a discussão e disseminação desses conhecimentos

125

Desta forma, o Curso de Licenciatura em Geografia (EaD) tem a finalidade de
desenvolver a compreensão do conhecimento da Ciência Geográfica, com parte da
construção de uma visão crítica da sociedade, perseguida ao longo do curso, criando
contextos ou situações reflexivas e críticas. Desse modo, os componentes curriculares
de extensão obrigatórios contribuem de forma objetiva para construção e formação do
profissional em Geografia.
A proposta das atividades de extensão se mantém coerente com o perfil do
egresso em dá as devidas condições teóricas e práticas para estar apto para exercer a
docência na educação básica, com atuação consciente e crítica, pautada em uma
formação científica e metodológica calçada na concepção nuclear do curso que lhe
faculte condições para exercer influência efetiva nas atividades pedagógicas,
colaborando na formação do cidadão.
A oferta dos componentes curriculares de extensão, em número e duração
correspondente num mínimo 10% da carga horária total do curso. Os componentes
curriculares recebem a nomenclatura de Atividades Curriculares de Extensão (ACE)
que serão ofertadas a partir do Programa Integralizado de Extensão (PIEx), submetido
a cadastrado junto à PROEX, anterior à sua oferta, no sistema acadêmico de registro
das atividades de extensão vigente, com o objetivo de avaliação, acompanhamento e
monitoramento (INSTRUÇÃO NORMATIVA PROEX Nº 01/2021).

8.3 Atividades de Extensão da Unidade (IGDema)
O primeiro Projeto Pedagógico do Curso de Licenciatura em Geografia (EaD)
foi formulado em 2010, coerente com as normativas vigentes, em destaque o Parecer
CNE/CES 492/2001, de 03/04/2001, que trata das Diretrizes Curriculares Nacionais
dos Cursos, especificamente à Geografia. Nesse sentido, a curricularização da
extensão ainda não estava considerada como componente obrigatório na matriz
curricular. As turmas ingressas no Curso a partir do ano de 2013, foram e estão sendo
formadas com a Matriz Curricular 2013, cadastrada no sie web, cuja última turma de
2018 encontra-se com status atual “cursando”.
É importante ressaltar que “a extensão universitária como prática social
ocorrem desde os primórdios da existência das universidades. Um exemplo são as
experiências de caráter religioso, como ações filantrópicas de atendimento aos mais

126

pobres realizada pelo mosteiro de Alcabaça, em Portugal (1269) (MIGUENS JR.;
CELESTE, 2014, p. 06).
Nesse sentido, o Projeto de 2013 do Curso de Licenciatura em Geografia
(EaD) não previa obrigatoriamente atividades de extensão no currículo. Mas, as
atividades como eventos, projetos, cursos na Ufal ou em outras IES, eram
considerados como Atividades Complementares (horas flexíveis), assumindo um
caráter eventual ou conforme o interesse do acadêmico. Entretanto, A Instrução
Normativa 01/2021, no Artigo 4º expressa que se deve mencionar o “nome de ações
extensionistas desenvolvidas e/ou consolidadas do Curso e/ou da Unidade à qual o
Curso está vinculado, destacando a experiência acumulada no campo da Extensão”
(UFAL, 2021).
As ações extensionistas desenvolvidas e/ou consolidadas da Unidade
(IGDema) à qual o Curso está vinculado, se destacam na qualidade de atividade de
extensão, bem como também está apresentado no Quadro 4 o quantitativamente, o
número de discentes, docentes e técnicos atuantes em atividades de extensão, nos
cursos presenciais de licenciatura da unidade acadêmica.
Desse modo, a Unidade Acadêmica a qual o curso está vinculado, os docentes
do Instituto coordenam uma série de eventos ao longo dos semestres letivos, ações
regidas pelos editais de extensão da Ufal e submetidas na plataforma digital
SIGAA/Ufal. Além desses esforços individuais, a Unidade apresenta um conjunto de
ações que são desenvolvidas esporadicamente todos os anos. Os eventos realizados
no Instituto são gratuitos e todos os discentes, docentes e técnicos-administrativos são
convidados a participar, a exemplo:
a) Semana de Geografia da Ufal - Maceió, evento organizado anualmente pelas
coordenações de cursos, com cronograma variado, juntamente com o Centro
Acadêmico de Geografia (CAGEO), a sua programação tem sido marcada pelo
amplo debate político, técnico e científico, bem como, pela comemoração do
dia do Geógrafo. Os discentes dos Cursos de Geografia participam ora como
monitores, sendo selecionados pelos docentes, ora como participantes a partir
de suas inscrições individuais. Essa ação visa a publicização dos
conhecimentos geográficos junto à comunidade acadêmica do IGDema e da
Ufal, bem como, atrair a sociedade para as discussões realizadas no âmbito da
Geografia, trazendo à tona temas de interesse e intercâmbio científico;

127

b) Ciclos de conferências do Programa de Pós-Graduação em Geografia
(PPGG), conferências, palestras e mesas redondas, promovendo a integração
de conhecimentos e intercâmbio entre docentes e discentes do IGDema. Esse
evento é promovido pelo PPGG, com organização e monitores constituída por
membros da Pós-Graduação, mas com abertura de inscrições para os alunos
dos Cursos de Graduação. No semestre de realização do evento, os docentes
das ACE deverão inserir em seus planejamentos a participação dos discentes
das disciplinas de extensão no evento. Essa ação visa a publicização dos
conhecimentos geográficos junto à comunidade acadêmica do IGDema e da
Ufal, bem como, atrair a sociedade para as discussões realizadas no âmbito da
Geografia, trazendo à tona temas de interesse e intercâmbio científico;
c) Agosto Legal, evento que tem como finalidade principal promover ciclo de
palestras e mini cursos acerca das propostas teórico-metodológicas voltadas
para o Ensino de Geografia, realizadas nos meses de agosto de cada ano pelo
Laboratório de Educação Geográfica de Alagoas (LEGAL). Constitui um
espaço de diálogos e intercâmbios entre pesquisadores e estudiosos visando
fomentar reflexões acerca da construção do conhecimento geográfico, e dos
saberes e fazeres docentes no contexto da Educação Geográfica;

d) Arena Geográfica, seminário realizado anualmente, envolvendo os discentes
dos cursos de Geografia do IGDema. Engloba uma série de atividades de
extensão, exposições, oficinas e palestras, a partir da organização e realização
de debates sobre temas e conteúdos geográficos. A cada ano o evento engloba
uma das quatro áreas genéricas, Ensino de Geografia, Geografia Humana,
Geografia Física e Geotecnologias;
e) Fronteiras do Conhecimento Geográfico, iniciativa que tem como finalidade
principal promover um ciclo de palestras e oficinas envolvendo temáticas
desenvolvidas no Ensino de Geografia, realizadas semestralmente. Espaço de
intercâmbio entre especialistas e estudantes em temas que contribuem para a
formação dos futuros Profissionais da Geografia no estado de Alagoas. Essa
ação visa a publicização dos conhecimentos geográficos junto à comunidade
acadêmica do IGDema e da Ufal, bem como, atrair a sociedade para as

128

discussões realizadas no âmbito da Geografia, trazendo à tona temas de
interesse e intercâmbio científico;
f) Colóquio Cidade Educadora, constituem encontros científicos, que buscam
promover espaços para debater entre os participantes e os palestrantes
convidados: fundamentos teóricos; obras clássicas; projetos de ações e
sobretudo articulação entre Academia, Escola, Instituições e Sociedade. É uma
das metas propor a inclusão da cidade de Maceió na Rede Internacional de
Cidades Educadoras.
g) Ciclo de Debates Urbanos, são encontros científicos com objetivo de
propiciar o diálogo entre docentes, discentes e técnicos da Ufal, assim como
agentes externos à Ufal do setor público, privado, Egressos do Curso de
Geografia, profissionais em diversas áreas das ciências sociais e humanas,
ONG´s, Movimentos Sociais em seus diferentes espectros de atuação
interessados em debater a problemática urbana no estado de Alagoas.
Promovido pelo Laboratório de Dinâmica Urbana, Planejamento e Gestão em
parceria com o Programa de Pós-Graduação em Dinâmicas Territoriais e
Cultura (ProDic) da UNEAL, propõe a partir de palestras o conhecimento e
proposições para o enfrentamento de questões hoje evidenciadas e vivenciadas
pelas cidades em seus diversos tamanhos (metrópoles, cidades grandes, médias
e pequenas), tais como: a violência urbana, a segregação urbana, a exclusão
urbanística, territorial e social, a qualidade de vida urbana entre outras.
h) Fim de Semana no Museu, constitui uma série de atividades culturais e
científicas realizadas pelo Museu de História Natural da Ufal com vistas a
popularização dos conhecimentos referentes a Natureza e ao Meio Ambiente.
Esse evento é realizado em finais de semana no espaço do referido Museu, com
ampla divulgação e convite a toda a Comunidade Acadêmica e Sociedade
Alagoana.
E a experiência com Cursos de Extensão da Unidade, se destacam com a
iniciativa de docentes do IGDEMA e professores de outras instituições em âmbito
local, regional, nacional e internacional, convidados pela Direção, Coordenações,
docentes, Centro Acadêmico e discentes, ministram cursos de extensão voltados aos
alunos de Graduação e Pós-Graduação do Instituto.

129

Esses cursos permitem a possibilidade de aprendizagem de saberes e fazeres
geográficos nas diversas linhas de extensão: Organização da Sociedade e Movimentos
Sociais; Desenvolvimento de Produtos; Desenvolvimento Regional; Desenvolvimento
Urbano; Desenvolvimento Tecnológico; Divulgação Científica e Tecnológica; Grupos
Sociais Vulneráveis; Gestão Informacional; Inovação Tecnológica; Questões
Ambientais;

Recursos

Hídricos

e

Tecnologia

da

Informação;

Turismo

e

Desenvolvimento Humano. Os principais temas dos cursos promovidos estão descritos
a seguir:
✓ Cursos sobre geotecnologias aplicadas, atividades de formação
complementar, ligadas ao aprendizado profissional dirigido aos
discentes da Ufal e profissionais de nível superior, em especial, em
atuação na área das geotecnologias. Constituem cursos variados e
gratuitos nos quais os docentes podem inserir em seus planejamentos de
disciplinas, em especial as ACE, a participação dos discentes;
✓ Cursos sobre a natureza, meio ambiente e a sustentabilidade,
atividades de formação complementar, ligadas ao aprendizado
profissional dirigido aos discentes da Ufal e profissionais de nível
superior, em especial, em atuação na Geografia Física, dada a sua
afinidade teórico-metodológica com a temática. Constituem cursos
variados e gratuitos nos quais os docentes podem inserir em seus
planejamentos de disciplinas, em especial as ACE, a participação dos
discentes;
✓ Cursos sobre processos, fenômenos e convívio social, atividades de
formação complementar, ligadas ao aprendizado profissional dirigido
aos discentes da Ufal e profissionais de nível superior, em especial, em
atuação na Geografia Humana, dada a sua afinidade teóricometodológica com a temática. Constituem cursos variados e gratuitos
nos quais os docentes podem inserir em seus planejamentos de
disciplinas, em especial as ACE, a participação dos discentes;

130

✓ Cursos e oficinas sobre Ensino de geografia, atividades de formação
complementar, ligadas ao aprendizado profissional dirigido aos
discentes da Ufal e profissionais de nível superior, em especial, em
atuação no Ensino de Geografia, dada a sua afinidade teóricometodológica com a temática. Constituem cursos, oficinas e fazeres
pedagógicos variados e gratuitos nos quais os docentes podem inserir
em seus planejamentos de disciplinas, em especial as ACE, a
participação dos discentes.

Além das ações permanentes de extensão previstas e realizadas todos os anos,
o IGDEMA conta com uma séria de atividades de caráter esporádico, voltadas para a
promoção da Extensão Universitária. Essas ações são organizadas pelos diversos
docentes, laboratórios e grupos de pesquisa do Instituto e configuram ricos espaços de
diálogos e intercâmbios, com participação de profissionais de outras instituições e
centros de ensino do Brasil e do Exterior.
As ações esporádicas são submetidas na plataforma digital SIGAA/Ufal e são
cuidadosamente analisadas no âmbito do Instituto e da PROEX, tanto como propostas
quanto como ações concluídas, após a sua finalização. Correspondem a uma séria de
cursos, seminários, ciclos de palestras, oficinas, intervenções e outros modelos de
atividade que possam promover a extensão universitária.
E importante mostrar o exemplo do curso de Licenciatura em Geografia
presencial que organizou as atividades de extensão conforme Resolução 04/2018
CONSUNI/UFAL, em que foram instituídos cinco componentes curriculares voltadas
para a extensão intitulados de Atividades Curriculares de Extensão em Geografia I
(ACEG I) (64h), ACEG II (64h), ACEG III (64h), ACEG IV (64h), ACEGEO V
(94h), totalizando 350 horas. Os componentes curriculares estão articulados com o
Ensino e a Pesquisa, capazes de promover a incorporação da extensão universitária à
formação docente por meio da imersão, prospecção, proposição e desenvolvimento de
ações sistemáticas e contextualizadas no âmbito da formação acadêmica, nas suas mais
diversas dimensões. Contudo, é importante ressaltar que a “Resolução 04/2019 e sua
respectiva IN 01/2019 PROEX/Ufal, definiu-se que as atividades extensionistas
inseridas no currículo obrigatório dos cursos de graduação, teriam a denominação de
ACE” (UFAL, 2019, p.11).

131

Atendendo Resolução 04/2018 (CONSUNI/UFAL), cada discente dos cursos
de Graduação do IGDEMA participa obrigatoriamente de no mínimo dois projetos de
extensão, cada participação com duração mínima de dois semestres seguidos, no
primeiro semestre haverá uma imersão nas ações planejadas e no semestre seguinte,
uma segunda imersão, somando quatro semestres de participação, dois em cada
projeto. Além dos projetos, os discentes participarão de mais um tipo de atividade de
extensão que podem ser cursos, eventos ou produtos. Essas atividades serão
desenvolvidas ao longo das disciplinas ACEG, tendo como base o planejamento das
referidas disciplinas e atendendo a carga horária. Os docentes mediarão a inserção,
participação, acompanhamento e avaliação dos discentes ao longo das atividades dos
projetos e demais modalidades de atividades de extensão.
A proposta contempla quatro subáreas da Geografia, Ensino de Geografia,
Geografia Física; Geografia Humana e Cartografia, Técnicas e Geotecnologias, os
discentes, com a anuência dos docentes ministrantes das disciplinas de ACE e de seus
planejamentos pedagógicos, ao longo dos semestres letivos, poderão escolher em quais
projetos, eventos, cursos e produtos cumprirão as atividades. Para isso, cada ACEG em
seu planejamento articula os projetos e as demais ações previstas no Programa de
Extensão do Instituto, bem como, respeita a sequência de disciplinas, saberes e
competências construídos ao longo da formação dos discentes.

Quadro N⁰ 13 - Síntese das Atividades de Extensão da Unidade

Atividade
ACEG I Geografia nas
comunidades
ACEG II Geografia nas
comunidades e Geografia e meio
ambiente
ACEG III Geografia e meio
ambiente e Geografia e suas
tecnologias
ACEG IV Geografia e suas
tecnologias e Geografia e o
planejamento dos territórios
ACEG V A atuação dos
profissionais da Geografia

Quantitativo
Discente

Quantitativo
Docente

40*

04

Quantitativo
TécnicoAdministrativo
2

40*

04

2

40*

04

2

40*

04

2

40*

04

2

(*) Médio geral do número de estudantes dos Cursos de Licenciatura em Geografia nos turnos

vespertino e noturno por período de ingresso de 20 alunos por turno.

132

8.4 Programa de Extensão

O Projeto do Curso de Licenciatura em Geografia EaD considera as orientações da
Resolução N° 04/2018 CONSUNI/UFAL, que regulamentou as ações de extensão
como componente curricular obrigatório nos projetos pedagógicos; a Instrução
Normativa PROEX Nº 01/2021; o Manual da Curricularização com as definições teóricometodológicas-procedimentais para inserção da extensão como componente obrigatório
(PROEX, 2019) e observando as atividades curriculares de extensão da Unidade Acadêmica
(IGDema, 2019) buscando contemplar de forma intrínseca às ações de ensino, de pesquisa e
extensão, na forma de Projetos de extensão, Cursos/oficinas de extensão e Eventos,
utilizando-se do conjunto de componentes curriculares obrigatórios, obedecendo o
quantitativo de 10% da carga horária total do curso.
Os estudantes participarão das linhas programáticas inseridas no Programa
definido como um:
Conjunto articulado de projetos e outras ações de extensão (cursos, eventos,
prestação de serviços), preferencialmente integrando as ações de extensão,
pesquisa e ensino. Tem caráter orgânico-institucional, clareza de diretrizes

133

e orientação para um objetivo comum, sendo executado a médio e longo
prazo.
(FÓRUM DE PRÓ-REITORES DE EXTENSÃO DAS UNIVERSIDADES
PÚBLICAS BRASILEIRAS, 2007 p.35).

O Programa Geografia e Sociedade institucionalizado como ação de
extensão na Unidade Acadêmica, que planeja vivência junto às comunidades, de forma
coletiva, nos períodos letivos do curso, a partir do terceiro período do curso,
totalizando uma carga horária mínima de 320 horas.
Em atendimento as Legislações e normatizações que regulamentam as
atividades de extensão, em âmbito Federal e da UFAL, na formação Universitária,
elaborou-se o seguinte Programa de Extensão, intitulado: Geografia e Sociedade.
Compreendendo um conjunto de ações e possibilidades a serem vivenciadas ao longo
da formação dos estudantes.

8.4.1 Projetos de Extensão, Cursos de Extensão e Eventos

As atividades de extensão no âmbito do IGDEMA, constam de Projetos,
Cursos, Oficinas e Eventos, nos quais poderão abranger os grupos de pesquisa,
coordenadores de laboratórios e docentes do Instituto ou da UFAL. E considerando a
RESOLUÇÃO Nº 7/2018 do MEC/CNE e a RESOLUÇÃO Nº. 65/2014CONSUNI/UFAL, sendo que a última estabeleceu a atualização das diretrizes gerais
das atividades de extensão no âmbito da UFAL. Assim, entende-se que as ações de
extensão compreendem:
Os Projetos – Conforme o Art. 7° - Projeto é um conjunto de atividades
processuais e contínuas, de caráter educativo, social, artístico, científico ou
tecnológico, com objetivo definido e prazo determinado trata-se de uma ação
processual e contínua de caráter educativo, social, cultural, científico ou tecnológico,
com objetivo específico e prazo determinado. Estará vinculado ao Programa
Geografia e Sociedade, dois projetos, como parte de uma nucleação de ações.
Os Cursos – em consonância com a Resolução Nº. 65/2014-CONSUNI/UFAL
no Art. 8° - explica que o curso é uma ação pedagógica, de caráter teórico e/ou prático,
presencial e/ou a distância, planejada e organizada de modo sistemático, com carga
horária e critérios de avaliação definidos.
É importante esclarecer que os cursos estão classificados como minicurso,
curso livre, curso de qualificação profissional e aperfeiçoamento, a saber:

134

a) Minicurso: com duração entre 04 horas e 08 horas, destinados à comunidade
em geral para o atendimento flexível de demandas sociais;
b) Curso Livre: com duração acima de 08 horas destinados à comunidade em
geral para o atendimento flexível de demandas sociais;
c)Curso de Qualificação Profissional: Destina-se ao atendimento da demanda
local, regional ou nacional para a qualificação em qualquer área profissional
educativa, social, artística, cultural, científica ou tecnológica, conforme a
regulamentação da Educação Profissional (UFAL, 2014);
Os eventos – Segundo a Resolução 65/2014 no Art. 9° - Evento é uma ação
pontual de divulgação do conhecimento ou produto cultural, artístico, científico,
filosófico, político e tecnológico desenvolvida ou reconhecida pela Universidade, ou
direcionada ao público alvo específico, que pode ou não integrar programas e/ou
projetos de extensão. são ações que implicam na apresentação e/ou exibição pública,
livre ou com clientela específica, do conhecimento ou produto cultural, artístico,
esportivo, científico e tecnológico desenvolvido, conservado ou reconhecido pela
Universidade (UFAL, 2014).
Todas as ações de extensão serão discutidas e deferidas ou indeferidas pelo
Colegiado do Curso e Conselho da Unidade. As atividades estarão intituladas em
Geografia nas Comunidades; Geografia e Meio Ambiente; Geografia e Suas
Tecnologias, organizados para serem desenvolvidos como mostra o quadro 6. Assim
sendo, pode-se observar no referido quadro que ACE I e ACE II correspondem a uma
ação contínua no desenvolvimento de Projetos, com duração de dois períodos
consecutivos; ACE III destina-se a oferta de cursos de extensão, oficinas ou eventos;
ACE IV e ACE V se destinam ao desenvolvimento de Projetos de extensão com
duração de dois períodos contínuos (Quadro No. 6).

135

Quadro N⁰. 14 - ACE/Período, Modalidade, Carga Horária, Docentes e Tutores
Programa Curricular de Extensão de Licenciatura em Geografia EaD
PIEX/Período

Atividade

Modalidade

Curricular

C/H

No. De

No. De

docente

Tutores

128

03

05

64

03

05

128

03

05

de

Extensão I (ACE I) - 3º.
Atividade

Curricular

de

Projetos

Extensão II (ACE II) – 4º.
Atividade

Curricular

de

Extensão III (ACE III) – 5º.
Atividade

Curricular

Cursos/Oficinas/Eventos

de

Extensão IV (ACE IV) – 6º.
Atividade

Curricular

de

Projetos

Extensão V (ACE V) – 7º.
Carga horária total:

320h = 10% de 3.200h

Os componentes estão organizados por programa com a identificação: título,
justificativa, abrangências, áreas temáticas e linhas de extensão do programa, objetivo
do programa, ementa do programa, metodologia, acompanhamento, indicadores e
avaliação. Conforme os elementares textuais apresentado na Instrução Normativa
PROEX nº01/2021.
8.4.2 Programa Integralizado de Extensão (PIEX)
Programa Integralizado de Extensão (PIEX)
01 Título do Programa

Geografia e Sociedade

02 Justificativa

O conhecimento geográfico tem como objeto de
estudo o espaço geográfico, que visa analisar as
transformações, os movimentos e as ações que a
sociedade realiza para organizar e produzir
espaços territoriais, regionais e locais. Numa
relação híbrida entre sociedade e natureza. Desse
modo, espera-se criar ações articuladas, capazes
de promover atividades extensionistas através
das áreas de extensão como: Direitos humanos e
Justiça, Meio Ambiente e Tecnologia e
Produção.
Compreende-se que as ações de extensão têm
alcancem multidisciplinar e transdisciplinar

Fundamentada

136

03 Unidades
Envolvidas

abrangendo diferentes segmentos da sociedade
em suas formas complexas de interações e
organização geográfica.
É oportuno destacar que o Índice de
Desenvolvimento Humano (IDH) do estado de
Alagoas correspondente a 0,683, considerado um
dos mais baixo do país, associado a outros
indicadores negativos relacionados a mortalidade
infantil, violência, concentração de renda e a
menor expectativa de vida entre os estados
brasileiros. Essa condição é revelada, quando se
constata que mais de 70% dos seus municípios
estão entre os 20% com menor IDH do País.
Atestamos que muitas sedes de municípios
em Alagoas, são pequenas localidades que se
emanciparam, mas que nunca perderam a
condição dependente da antiga sede municipal,
tais como, Pindoba, Mar Vermelho, Palestina,
Olho d´Água Grande, Belém, Tanque d´Arca
Coqueiro Seco, Minador do Negrão, Jundiá e
Paulo Jacinto que possuem uma economia
inferior a alguns bairros de Maceió.
O estado de Alagoas apresentou nos
últimos anos resultados positivos nos 102
municípios, elevando Índice de Desenvolvimento
da Educação Básica (IDEB), nos 4ª. e 5º. ano para
5,2; de 8º. a 9º. ano alcançou 4,4. Continua com
resultados ainda baixos o ensino médio com
apenas 2,9 (IDEB/INEP, 2019).
É
fundamental
a
inserção
de
problemáticas teóricas que embasem o conteúdo
relacionado a temática em questão (econômica,
social, ambiental, pedagógica). Desse modo,
propor que o problema conduza a pensar um
processo de pesquisa de extensão, bem como
preparar as atividades práticas. E como
consequência, a elaboração de apontamentos de
resoluções, de reflexões teóricas e práticas da
ação extensionista, permitindo analisar as
diferentes estratégias adotadas pelos acadêmicos
em consonância com o público-alvo. O campo de
ação não se limita aos meios institucionais, como
as escolas, mas, as comunidades organizadas e
vulneráveis no meio que vivem.
Acadêmicas IGDema
Curso: Licenciatura em Geografia EaD
Curso: Licenciatura em Geografia
Curso: Bacharelado em Geografia

137

04 Abrangências do Programa O Programa Geografia e Sociedade elege três
campos de abrangências, sendo o primeiro de
de Extensão
alcance Interinstitucionalidade por tratar de uma
ação interinstitucional que se caracteriza pelo
envolvimento de outras organizações externas à
UFAL no desenvolvimento das ações de
Extensão, seja na forma de coparticipação nas
ações extensionistas ou envolvimento direto de
profissionais destes órgãos nas atividades de
extensão, preferencialmente nas cidades polos do
Curso EaD.
Interdisciplinaridade esta visa uma ação
interdisciplinar que se caracteriza pelo
envolvimento de docentes e/ou técnicos de áreas
do conhecimento distintas no desenvolvimento da
atividade de extensão do curso. E a terceira
Interprofissionalidade por visar uma ação
interprofissional que se caracteriza pelo
envolvimento de pessoas e setores com perfil
profissional distintos ao da formação do
estudante, no desenvolvimento das ações de
Extensão de cursos, oficinas e/ou eventos.
05 Público Alvo pretendido Estudantes do Ensino Fundamental; Ensino
Médio;
Comunidades;
Instituições
(justificativas)
governamentais e não governamentais; Educação
informal e outros. O público representa as
possibilidades de atuação no campo profissional
ou de grande relevância social.
06 Áreas Temáticas e Linhas 1.Área: Direitos Humanos e Justiça
de Extensão vinculadas ao Linha de Extensão: Direitos individuais e
coletivos;
Programa
2. Área: Meio ambiente
Linha: Questão ambiental;

07 Objetivo/s do Programa

08 Ementa do Programa

3.Tecnologia da Informação
Linha: Tecnologia e Produção.
Apoiar, incentivar e desenvolver atividades de
extensão, vinculadas as áreas extensionistas que
contemplem projetos, cursos e eventos, dando
ênfase aos direitos individuais e coletivos, as
relações sociedade e natureza, debatendo
questões ambientais e o uso das tecnologias de
informação no campo profissional
O papel social da Universidade; a importância da
extensão na formação discente; o Programa de
Extensão do IGDema; Ações de extensão coletiva em
diferentes escalas (locais, bairros, cidades, estado);
Ações educativas em comunidades e grupos sociais; A
Geografia em ambientes degradados; Relação da
sociedade e natureza; Educação ambiental; Agenda

138

09 Metodologia do Programa

21; Sistemas ambientais; políticas de recursos
naturais;
Planejamento
ambiental;
mudanças
climáticas; saúde e clima; a importância dos sistemas
de informação; os meios digitais de informação e
circulação; a Geografia e cartografia na formação
profissional; Geografia e suas tecnologias;
interpretações de imagens e cartogramas.
Espera-se organizar os ACEs Projetos através da
participação das subáreas do conhecimento
Geográfico tais como: Ensino de Geografia;

Geografia Física, Geografia Humana e Cartografia.
Nas ACEs projetos I, II, IV e V – Terão um
coordenador (a) ou articulador (a) de uma das
subáreas de Geografia, que terá o papel de orientar e
informar aos docentes credenciados em Edital
UAB/CAPES dos procedimentos para elaboração do
Projeto, que deverá contemplar uma das linhas de
extensão definida.
Os Projetos deverão ser submetidos a avaliação antes de
iniciar o período da oferta do Curso, para assegurar
tempo hábil de cadastro no sistema eletrônico (SIGAA).
Cada subárea deverá ofertar um número superior ou
igual ao quantitativo de alunos matriculados por polo,
com duração de dois períodos letivos (3º./4º.) ou (6º/
7º.). O coordenador da ACE projetos deverá orientar a
inserção dos projetos no Programa Integralizado de
Extensão (PIEx), submetido a cadastrado junto à
PROEX, no sistema acadêmico de registro das
atividades de extensão vigente, com o objetivo de
avaliação, acompanhamento e monitoramento
(INSTRUÇÃO NORMATIVA PROEX Nº 01/2021).
O número de docentes responsáveis pelos Projetos de
extensão será de um docente por subárea, sendo o
coordenador vinculado a uma das áreas, totalizando
quatros docentes pesquisadores nas ACEs projetos.
Cada docente das subáreas de geografia fará jus a
bolsa,
sendo
aquele docente
devidamente
credenciado, em consonância com as normas vigente
para concessão a bolsa (PORTARIA Nº 102,10.05.
2019).
O cadastro dos docentes responsáveis estará
vinculado aos sistemas: Ambiente Virtual de
Aprendizagem (AVA) e SIE WEB de forma
unificados com os quatros nomes dos docentes com
projetos aprovados e no SIGAA de forma individual,
ou seja, por Projeto de Extensão.
Espera-se que o acadêmico do Curso de Licenciatura
em Geografia seja o protagonista das atividades de
extensão. Ao participar de forma que valorize em sua
atuação:
1) A formação cidadã dos estudantes, marcada e
constituída pela vivência dos seus
conhecimentos,
que,
de
modo
interprofissional e interdisciplinar, seja
valorizada e integrada à matriz curricular;

139

2) A produção de mudanças na própria
instituição superior e nos demais setores da
sociedade, a partir da construção e aplicação
de conhecimentos, bem como por outras
atividades acadêmicas e sociais;
3) A articulação entre ensino/extensão/pesquisa,
ancorada em processo pedagógico único,
interdisciplinar,
político
educacional,
cultural, científico e tecnológico.
Enquanto, ACE III cursos/oficinas e eventos - um

docente assumirá o papel de coordenador (a) ou
articulador (a) para orientar e informar aos
discentes dos Curso os procedimentos para
elaborar e organizar os cursos, oficinas ou
eventos. Os acadêmicos assumirão um papel de
ministrantes ou idealizadores dos cursos em
diferentes formatos (mini curso, curso livre e/ou
curso profissionalizante), que deverão estar
devidamente credenciados, cujo método
participativo-colaborativo
envolverão
docentes/orientadores das subáreas de Ensino de
Geografia; Geografia Física, Geografia Humana e
Cartografia, Técnicas e Geotecnologias. Os cursos
ou eventos devem obedecer a uma carga horária
mínima de 4 horas ou conforme a modalidade do
curso especificado, que deverão ser submetidos a
avaliação antes de iniciar o período da oferta, para
assegurar tempo hábil no cadastro no sistema
(SIGAA).
Cada subárea deverá orientar a execução de um
número superior ou igual ao quantitativo de alunos
matriculados por Polo, com carga horária
estabelecida durante um período letivo ou como
cursos de férias com as turmas do 5º período. O
coordenador da ACE III deverá orientar a inserção
dos Cursos ou eventos de Extensão no Programa
Integralizado de Extensão (PIEx), submetido a
cadastrado junto à PROEX, anterior à sua oferta,
no sistema acadêmico de registro das atividades
de extensão vigente, com o objetivo de
avaliação, acompanhamento e monitoramento
(INSTRUÇÃO NORMATIVA PROEX Nº
01/2021).
O número de docentes responsáveis pelos cursos
de extensão será de um docente por subárea,
sendo o coordenador vinculado a uma das áreas,
totalizando quatro docentes pesquisadores em
ACE III. E fará jus a bolsa, o docente
devidamente credenciado, em consonância com
as normas vigente para concessão a bolsa

140

10

11

12

13

14

15

(PORTARIA Nº 102,10.05. 2019).
Os Cursos serão organizados obedecendo ao Art.
9º em que os cursos superiores, na modalidade a
distância, as atividades de extensão devem ser
realizadas,
presencialmente,
em
região
compatível com o polo de apoio presencial, no
qual o estudante esteja matriculado. E os eventos
de natureza da linha de extensão definidos,
seguindo também os mesmos procedimentos de
inserção no sistema.
Carga horária total do 3.200h
Curso de Licenciatura em
Geografia EaD
O total da carga horária 320h
(10%)
destinada
à
execução dos PIEXs.
Tipos de modalidades de Modalidade presencial conforme a natureza da
atividades de extensão ação.
Resolução
04/2018/CONSUNI/UFAL
As formas de ofertas dos Presencial
PIEX
(presencial,
semipresencial e /ou à
Distância)
Possibilidades
de O curso através do colegiado pode criar uma
aproveitamento da carga instrução
normativa
para
orientar
o
horária de atividades de aproveitamento de projetos que atendam uma das
extensão
não linhas de extensão, que alunos/as tenham
curricularizadas para o participado considerando o objetivo de cada
cumprimento da carga ACE.
horárias dos PIEX
Formas
de Espera-se acompanhar e avaliar os projetos
Acompanhamento,
através da socialização de conhecimentos com a
Indicadores e Avaliação comunidade acadêmica e parceiros da pesquisa;
dos PIEX em consonância produções e apresentações das atividades; e
com os indicadores de socialização de matérias via web em websites e
Extensão
da
UFAL mídias sociais; entre outros meios de divulgação.
(PDI/UFAL/2019-2023)
Os projetos de extensão da ACE I, ACE II, ACE
IV e ACE V passarão por duas etapas de
avaliação, a primeira etapa (ACE), para efeito do
registro de notas no sie web (AB1; AB2;
Reavaliação e Prova final) os docentes devem
atribuir uma nota para as atividades da Primeira
Etapa do Projeto, tais como Relatórios Parciais;
elaborações ou definições dos instrumentos do
projeto de extensão e outras etapas que serão
definidas nos Projetos de Extensão. A segunda
Etapa das ACEs Projetos poderá ser o registro das
fases finais em forma de Relatório Final, sendo
expressos em formatos de produtos ou artigos

141

publicados em eventos ou revistas indexadas
(SciELO) e outras formas de difundir o trabalho
desenvolvido, previsto também como parte da
avaliação.
Ao longo da execução das ações, deverão ser
aplicados instrumentos e indicadores processuais
e participativos do discente com o registro de
faltas e a obrigatoriedade de 75% de presença do
discente, que avaliem a organicidade e vínculo
entre as ações com foco no desenvolvimento das
atividades de extensão e seu impacto na
sociedade. O coordenador das ações deverá
realizar o acompanhamento e avaliação contínua
das atividades dos discentes. Sendo elas, em
aspecto amplo, serão acompanhadas pela
Coordenação de Extensão e Monitoria se
possível, responsável pelo acompanhamento das
atividades de extensão no Instituto, regidas pelo
presente Programa de Extensão.
ACE III - Espera-se que os alunos, técnicoadministrativos e docentes possam trocar
experiências vividas nos ambientes estudados e
socializem conhecimentos com a comunidade
acadêmica e grupos de atividades extensionistas.
Os alunos deverão construir propostas de cursos
de extensão, com carga horária definidas junto ao
docente orientador, programados para ocorrer nas
férias ou no período letivo com carga horária
mínima de até 4h. Os cursos serão registrados no
sistema de notas considerando a participação
efetiva na condição de expositor, monitor e
ministrante em sala de aula presencial e/ou
ambiente virtual de aprendizagem na execução
das ações, a partir das discussões e aplicações dos
exercícios durante a apresentação dos conteúdos,
como também durante o curso e minicurso ou
oficinas feitas com um determinado público-alvo.
Espera-se acompanhar e avaliar o projeto de
extensão
através
da
socialização
de
conhecimentos com a comunidade acadêmica e
parceiros da pesquisa; produções e apresentações
das atividades; e socialização de matérias via web
em websites e mídias sociais; entre outros meios
de divulgação
16 Referências
legais
e INSTRUÇÃO NORMATIVA PROEX nº
bibliográficas
utilizadas 01/2021 de 09 de abril de 2021. Dispõe sobre os
durante a elaboração.
procedimentos para implantação da extensão
como componente curricular obrigatório nos
projetos pedagógicos dos cursos de graduação da
UFAL.

142

MANUAL DA CURRICULARIZAÇÃO NA
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS,
2019.
RESOLUÇÃO CNE/CES nº 7/2018, de 18 de
dezembro de 2018 que estabelece as Diretrizes
para a Extensão na Educação Superior Brasileira
e regimenta o disposto na Meta 12.7 da Lei nº
13.005/2014, que aprova o Plano Nacional de
Educação – PNE 2014-2024.
RESOLUÇÃO nº. 65/2014-CONSUNI/UFAL, de
03 de novembro de 2014. estabelece a atualização
das diretrizes gerais das atividades de extensão no
âmbito da UFAL.
As demais referências estão no item: Referências

143

9 GESTÃO DO CURSO E PROCESSOS DE AVALIAÇÃO INTERNA E
EXTERNA
O Curso de Licenciatura em Geografia na modalidade a distância da UFAL
possui estrutura administrativo-pedagógica vinculada à estrutura organizacional do
Instituto de Geografia, Desenvolvimento e Meio Ambiente (IGDEMA).
A avaliação do Curso será coordenada pela Comissão de Auto Avaliação
(CAA), em caráter permanente, pelos membros do Núcleo Docente Estruturante
(NDE). Na primeira situação, o processo é conduzido pela CAA que coleta dados
através de diferentes estratégias junto ao corpo docente, discente e técnico
administrativo da Unidade Acadêmica ou Polos dos Estudantes da Unidade. Há,
também, o acesso espontâneo da comunidade acadêmica através de formulários online, disponibilizados, segundo cronograma de desempenho divulgado pela CPA. Em
ambas as situações os participantes se expressam sobre a condução do Projeto
Pedagógico do Curso, entre outros aspectos como a atuação, a qualificação e a relação
com os docentes e as condições da infraestrutura disponibilizada para a realização das
atividades acadêmicas. Desta forma, os dados computados são organizados e
analisados pela Comissão de Auto Avaliação (CAA) e enviados para serem
consolidados pela CPA/UFAL e incorporados ao Relatório de Avaliação Institucional,
de periodicidade anual.
Em relação ao NDE, há um acompanhamento permanente da implementação e
desenvolvimento do PPC de forma a garantir a melhor qualidade educativa em todas
as suas etapas. Através de reuniões periódicas os seus membros avaliam a pertinência
das disciplinas, seu ordenamento, a atualização da bibliografia referenciada e as
condições de realização de práticas e estágios supervisionados, de modo a ter
condições concretas de intervir sempre que necessária no sentido do aperfeiçoamento
do PPC.
As ações visando à avaliação dos cursos se orientam pelas normatizações
oriundas da Comissão Nacional de Avaliação do Ensino Superior (CONAES) e se
expressa de diferentes formas. Assim, o processo de avaliação do PPC do Curso de
Licenciatura em Geografia EaD é realizada por uma comissão representativa dos
diferentes segmentos da comunidade acadêmica, com predomínio de docentes,
identificada no Projeto de Autoavaliação da UFAL como Comissão de Auto-avaliação

144

(CAA), instalada em cada Unidade Acadêmica e/ou Unidade Educacional, no caso dos
campi interioranos.

9.1 Avaliação de Curso
As Metodologias de Ensino serão desenvolvidas a partir de práticas pedagógicas que
promovam a participação e a colaboração dos estudantes na constituição gradual da sua
autonomia nos processos de aprendizagem. Além desses aspectos, a metodologia adotada no
Curso de Licenciatura em Geografia (EaD) deve incentivar a interrelação dos conteúdos por
meio de atividades práticas e teóricas, desenvolvidas individualmente ou em grupo, inclusive
em outras instituições, envolvendo também as pesquisas temáticas e bibliográficas.
Portanto, a linha metodológica proposta tem procurado alcançar os objetivos e metas
previamente delineados neste PPC buscando garantir uma formação adequada por meio do
desenvolvimento de competências e habilidades que favoreçam atuação colaborativa do
Licenciado em Geografia, com ética e responsabilidade social.
Nesta perspectiva, os docentes do curso são incentivados a desenvolverem as suas
ações levando em consideração: a integração do ensino, pesquisa e extensão; as diretrizes
curriculares nacionais; e o perfil do egresso.
As formas de acessibilidade pedagógica e atitudinal devem permitir o
entendimento da realidade socioambiental (local, regional e global); o debate sobre as
soluções e mitigações de problemas socioambientais a partir da pesquisa científica; a
proposição de temas que possam ser abordados em seminários, debates, aulas expositivas
dialogadas e aulas práticas; e a realização de aulas semipresenciais com suporte das
Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) e de Ambientes Virtuais de
Aprendizagens (AVA) e demais práticas que possam contribuir com o desenvolvimento
do espírito científico e a formação de sujeitos autônomos e cidadãos.
O acompanhamento do desenvolvimento dos discentes se dará diretamente
pela avaliação nas disciplinas e componentes curriculares ofertados pelo Curso
Licenciatura em Geografia, bem como, a partir de programas de tutorias, monitorias e
orientações. Também será ofertado atendimentos educacionais especializados aos
alunos com necessidades específicas: tradução e interpretação em Libras, descrição,
materiais didáticos especializados, dentre outros, juntamente do apoio da Pró-reitoria
Estudantil (Proest) e com o suporte do Núcleo de Acessibilidade (NAC) da Ufal.

145

A avaliação do rendimento escolar será feita através de: I. Avaliação por
módulo (AB), em número de 02 (duas), por período letivo; ainda havendo a
possibilidade de Prova Final (PF), quando for o caso: e por fim o Trabalho de
Conclusão de Curso (TCC).
Considerando o Regimento Interno da UFAL se destacam os seguintes
dispositivos legais:
§ 1º Não poderá ser realizada qualquer atividade de avaliação, inclusive prova
final, antes de decorridas, pelo menos, 48 (quarenta e oito) horas da divulgação das
notas obtidas pelo discente em avaliações anteriores.
§ 2º O discente terá direito de acesso aos instrumentos e critérios de avaliação
e, no prazo de 48 (quarenta e oito) horas após a divulgação de cada resultado, poderá
solicitar revisão de sua avaliação, por uma comissão de professores designada pelo
Colegiado do Curso.
§ 3º Será também considerado, para efeito de avaliação, o Estágio Curricular
Obrigatório, quando previsto no Projeto Pedagógico do Curso.
Art. 42. Cada Avaliação Bimestral (AB) deverá ser limitada, sempre que
possível, aos conteúdos desenvolvidos no respectivo bimestre e será resultante de mais
de um instrumento de avaliação.
Art. 43. A Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais será a média aritmética,
apurada até centésimos, das notas obtidas nas 02 (duas) Avaliações Bimestrais.
§ 1º Será considerado aprovado, livre de prova final, o discente que alcançar
Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais, igual ou superior a 7,00 (sete).
§ 2º Será automaticamente reprovado o discente cuja Nota Final (NF) das
Avaliações Bimestrais for inferior a 5,00 (cinco).
§ 3º O discente que alcançar nota inferior a 7,00 (sete), em uma das duas
Avaliações Bimestrais (AB), terá direito, no final do semestre letivo, a ser reavaliado
naquela em que obteve a menor pontuação, prevalecendo, neste caso, a maior nota.
A avaliação do aluno será processual, durante o desenvolvimento da disciplina, o
aluno será avaliado pelo desempenho na realização das atividades, prazo de envio de
atividades, participação em fóruns (não avaliar somente pelo acesso, mas pela
fundamentação dos argumentos apresentados nas discussões), colaboração na
construção e ampliação de conceitos. A disciplina deve possuir várias atividades
avaliativas, porém ressaltamos que lidamos com o modelo de notas do sistema
acadêmico da UFAL (modalidade presencial), onde cada disciplina semestral deve

146

obter duas médias (que serão lançadas no sistema acadêmico) gerando a média do
aluno.
É importante destacar o Art. 9º - O regime de aprovação do aluno em cada
disciplina será efetivado mediante a apuração: frequência nas atividades didáticas e o
do rendimento escolar. Assim, o estudante que não tiver o registro de 75% (setenta e
cinco) de presença será considerado reprovado por falta o aluno que não comparecer a
mais de 25% (vinte e cinco por cento) das atividades didáticas realizadas no semestre
letivo. Parágrafo Único - O abono, compensação de faltas ou dispensa de freqüência,
só será permitido nos casos especiais previstos nos termos do Decreto-Lei nº 1.044
(21/10/1969), Decreto-Lei nº 6.202 (17/04/1975) e no Regimento Geral da UFAL.
É importante observar que o professor da disciplina ou do componente curricular
deve elaborar atividades avaliativas para o caso de haver necessidade em aplicar
reavaliação e prova final para o aluno que não atingiu a média 7,0 (sete).

9.2 Avaliação do Projeto Pedagógico

Os procedimentos utilizados para avaliar o PPC obedecerão ao disposto no
Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES), conforme Lei nº
10.861, de 14 de abril de 2004. O curso adotará ações que possibilitem a sua autoavaliação, a partir de reuniões periódicas, aplicação de questionários/entrevistas,
debates, ouvidorias e os resultados obtidos no Exame Nacional de Desempenho dos
Estudantes (ENADE).
A avaliação do PPC é um processo imprescindível, prevendo ainda, ações que
implicam melhorias para o curso, que poderão gerar informações para o Plano de Ação
Pedagógica (PAP).
Além dos docentes, discentes, técnicos administrativos, tal processo também
poderá envolver profissionais interessados, visando analisar o desempenho do curso, como
também, realizar os ajustes necessários e o planejamento de ações que favoreçam o
aperfeiçoamento da proposta, podendo, após quatro anos, o PPC do curso passar por uma
nova estruturação. Cabe ao Colegiado do Curso a sistematização deste processo de
avaliação, e ao Coordenador de Curso, ou a Grupo de Trabalho nomeado pelo
Colegiado para este fim, sua execução.

147

9.3 Avaliação Institucional

A avaliação concebida no Projeto Pedagógico Institucional (PPI) é um fator de
gestão no sentido de possibilitar correções, reorientar práticas pedagógicas, refletir sobre os
projetos pedagógicos e delimitar os obstáculos administrativos. No âmbito do curso, essa
avaliação é realizada pelo acompanhamento do Projeto Pedagógico e pela avaliação de
ensino/aprendizagem.
A avaliação é um mecanismo que contribui para as respostas dadas às
demandas da sociedade e da comunidade científica e deve ser entendida como um
processo amplo e co-participativo, respeitando os critérios estabelecidos no
regulamento geral dos cursos de graduação. Ela transcende a concepção de avaliação
da aprendizagem e deve ser capaz de contribuir consistentemente na ação pedagógica
do curso, de maneira que garanta a flexibilização curricular e que permita a adequação
do desenvolvimento acadêmico à realidade na qual se insere a Ufal.
A avaliação requer, portanto, por parte de todos os atores envolvidos com o
processo educacional, uma permanente aferição do Projeto Pedagógico em relação aos
fins pré-constituídos, às metas e às ações definidas.
Assim sendo, a concepção deste Projeto Pedagógico deve ser percebida como
movimento de reflexão sobre os constitutivos do processo de ensino-aprendizagem e
das atividades curriculares.

148

10 ATIVIDADE DE TUTORIA

Os tutores/as devem ser licenciados em Geografia que atuam no Polo de Apoio
Presencial ou na Instituição, cujas funções são orientar o processo de aprendizagem
dos alunos, garantindo o cumprimento dos objetivos do ensino; criar propostas de
atividades e auxiliar na sua resolução, sugerindo, quando necessário, fontes de
informação alternativas; interagir com os alunos em encontros presenciais e/ou
virtuais, de forma individual ou em grupos, visto que ele atua como um agente
dinamizador, organizador e principalmente orientador, fazendo com que o aluno possa
se autoavaliar e assim perceber a construção do seu próprio conhecimento;
desenvolver competência tecnológica; assiduidade no feedback; capacidade de
gerenciamento de equipes e gestão de pessoas; domínio sobre o conteúdo;
competência de comunicação; e competências de mediação.
O tutor atua como um mediador entre os professores, alunos e a instituição.
Cumpre o papel de auxiliar o processo de ensino e aprendizagem ao esclarecer dúvidas
de conteúdo, reforçar a aprendizagem, coletar informações sobre os estudantes e
prestar auxílio para manter e ampliar a motivação dos alunos. O tutor é o profissional
responsável pelo bom andamento das atividades. Este profissional assume a missão de
articulação de todo o sistema de ensino-aprendizagem, quer na modalidade
semipresencial ou à distância.
O tutor deverá acompanhar, motivar, orientar e estimular a aprendizagem
autônoma do aluno, utilizando-se de metodologias e meios adequados para facilitar a
aprendizagem. Ele assume função estratégica, tendo como finalidade resolver os
problemas de comunicação, bem como outros que surjam ao longo do processo de
ensino. Há dois tipos de tutorias: presencial e a distância.
A tutoria presencial ocorrerá quando o aluno sozinho ou em pequenos grupos,
se dirigir ao Polo para esclarecer dúvidas a respeito de questões administrativas e
acadêmicas do curso, bem como sobre as disciplinas que está cursando com o tutor
presencial nos polos. Será destinado um tutor presencial para cada polo.
Na tutoria à distância o tutor é um orientador da aprendizagem do aluno
solitário e isolado que, frequentemente, necessita do docente ou de um orientador para
indicar o que mais lhe convém em cada circunstância. Essa tutoria ocorre quando o
aluno busca contato com o tutor, através dos seguintes meios de comunicação:

149

telefone (WhatsApp), fax, carta, ferramenta do ambiente virtual de ensino e de
aprendizagem e e-mail.
O curso se propõe a desenvolver um fluxo de comunicação interativa e
bidirecional, mediada pela ação tutorial com acompanhamento pedagógico e avaliação
sistemática da aprendizagem. Concebe-se a educação como uma ação consciente e
coparticipativa que possibilite ao aluno a construção de um projeto profissional
político e inovador. É nesta perspectiva que se situa a ação tutorial, com o propósito de
propiciar ao estudante a distância um ambiente de aprendizagem personalizado, capaz
de satisfazer suas necessidades educativas. O curso de Licenciatura em Geografia EaD
adota a metodologia orientada pelo CIED de dividir os tutores por áreas do
conhecimento, considerando um tutor/a para cada disciplina específica e considerando
o quantitativo de 18 alunos por tutor on line.
10.1 Tutoria: conhecimentos, habilidades e atitudes necessárias às atividades de
tutoria
As atividades desempenhadas pelo tutor podem-se elencadas em destaque no
quadro cinza, das quais os conhecimentos, habilidades e atitudes que o tutor deve
possuir para ocupar o cargo: Conhecimento das rotinas de trabalho: conhecimento de
como devem ser realizadas as atividades no processo de tutoria:
1. Conhecimento em informática básica/ ambiente virtual de ensino aprendizagem: conhecimento,
capacidade de operacionalização de softwares, ferramentas de buscas pela internet e das ferramentas
disponíveis no ambiente virtual de ensino-aprendizagem;
2. Conhecimento pleno da disciplina ministrada: conhecimento, capacidade de entendimento do
conteúdo da disciplina que será ministrada;
3. Conhecimento sobre educação a distância/sobre o curso: Conhecimento e capacidade para entender
os fundamentos, estruturas e metodologias referentes a educação a distância, compartilhando a filosofia
dela;
4. Relacionamentos interpessoais: capacidade, competência para administrar relacionamentos e criar
redes. Capacidade de encontrar pontos em comum e cultivar afinidades;
5. Comunicação (oral/escrita): capacidade de receber e transmitir informações de forma clara, concisa e
pertinente no ambiente de trabalho;
6. Trabalho em equipe: capacidade para trocar informações, conhecimentos, com o intuito de agilizar o
cumprimento de metas e o alcance de objetivos compartilhados. Organização e Planejamento:
capacidade para determinar o conjunto de procedimentos, ações necessárias para a consecução das
atividades de forma organizada, com o intuito de aperfeiçoar os procedimentos e conseguir melhores
resultados;
7. Proatividade: capacidade de oferecer soluções e ideias novas por iniciativa própria, antecipando-se a
possíveis problemas que poderão surgir, disposição para iniciar e manter ações que irão alterar o
ambiente;
8. Automotivação: forte impulso para a realização. Capacidade para perseguir os objetivos por conta
própria, com energia e persistência;
9. Empatia: capacidade para tratar as pessoas de acordo com suas reações emocionais e perceber as
necessidades alheias, tentando identificar se com a mesma, sentir o que ela sente;
10. Equilíbrio emocional: capacidade para manter o bom humor, não sofrendo alterações bruscas devido
ao surgimento de situações adversas;

150

11. Flexibilidade: capacidade para adaptar-se rapidamente a variações na realização ou surgimento de
novas atividades; maleabilidade de espírito para se dedicar a vários estudos ou ocupações;
12. Comprometimento e assiduidade: capacidade para estar sempre presente, apegado ao trabalho,
disponibilizando todo o seu potencial 9 em prol do alcance dos objetivos e metas do curso, colaborando,
dando suporte, com total dedicação;
13. Liderança: capacidade para inspirar, fazer com que os outros a trabalhem com insistência, visando
realizar tarefas importantes; e
14. Criatividade: capacidade para sugerir novas maneiras para realização das tarefas, para resolver
problemas de maneira inovadora, para maximizar o uso dos recursos disponíveis.
Fonte: UAB/UFAL/CIED, 2016

10.2 Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) no processo ensinoaprendizagem
É importante compreender que as denominadas Tecnologias de Informação e
Comunicação (TIC) são as tecnologias que mediam a informação e comunicação entre
as pessoas como por exemplo: rádio, televisão, jornal e outros. Feito esse primeiro
esclarecimento, podemos listar aqui alguns aliados para o processo de ensinoaprendizagem na Educação a Distância (EaD), sobretudo para o Ensino Superior, para
que a utilização de tais recursos tecnológicos possam integrar e ajudar a promover
uma educação mais acessível e inclusiva na formação inicial em Geografia.
Entretanto, apesar dos benefícios do uso da Tecnologias de Informação e
Comunicação (TIC) sua implementação carrega desafios sobre como desenvolver
habilidades cognitivas mais complexas, exigindo que os estudantes colaborem e
interajam na produção do seu próprio conhecimento.
Em destaque algumas das estratégias, por categoria, em que as TICs são
divididas e como é possível inseri-las no processo de ensino aprendizagem do Curso
de Licenciatura em Geografia EaD:
a)

Ambientes

virtuais

imersivos:

são

dispositivos

que promovem

experiências que combinam o mundo real com o mundo virtual. Eles permitem o
aprendizado através da experiência e da interação entre os alunos. Exemplo:
Equipamentos de realidade aumentada.
b) Ferramentas de comunicação: são ferramentas que facilitam a
comunicação entre as pessoas envolvidas no processo educativo. Estreitam o
relacionamento e também simplificam a troca de informação, com o envio de recados
e comunicados importantes. Exemplos: e-mail; aplicativos como WhatsApp; site;
redes sociais.

151

c) Ferramentas de trabalho: refere-se uso de programas ou aplicativos
que auxiliam na realização de tarefas e na organização de arquivos, que também
podem ser armazenados na nuvem. Podem ser utilizados tanto por professores quanto
por alunos. Exemplos: ferramentas de edição de textos; Conteúdos multimídia.
d) Ferramentas de gestão: são ferramentas que simplificam e facilitam a
organização dentro e fora da sala de aula, permitindo que o corpo docente gaste menos
tempo com as tarefas burocráticas. Exemplo: simulados e correção de provas online.
e) Ferramentas para acervo de conteúdo: vistas como ferramentas que
auxiliam na distribuição de diversos conteúdo das disciplinas do curso e permitem
o acompanhamento de maneira individualizada. Exemplos: biblioteca digital; revistas
em Geografia on line e outros.
f) Ferramentas de experimentação: aqueles dispositivos que possibilitam o
desenvolvimento de projetos, em que os alunos precisam fazer pesquisas e elaborar
um produto diferenciado. Auxiliam no trabalho com as competências cognitivas, as
habilidades socioemocionais, a comunicação e o trabalho em equipe. Exemplos: kits
de robótica; plataformas de programação e de produção audiovisual.
g) Objetos Digitais de Aprendizagem (ODA): considerados recursos digitais
que auxiliam a prática pedagógica, seja dentro ou fora da sala de aula. Podem
ser utilizados para trabalhar conteúdos e habilidades de maneira mais criativa.
Exemplo: livros digitais; animações; jogos; videoaulas.
10.3 Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA)
O Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) é a plataforma de ensino e a
capacitação da Ufal para o uso das ferramentas da Tecnologia da Informação e
Comunicação (TIC), têm sido o meio estruturante para a transformação das aulas
tradicionais (presenciais), levando a Universidade para um novo patamar de interação
e facilitando a acessibilidade, bem como a melhor integração de docentes e discentes
às atividades acadêmica na educação a distância.
De acordo com Coordenadoria Institucional de Educação a Distância (CIED,
2021) o Moodle é um programa que permite a viabilização de metodologia de estudos
de educação à distância, permitindo a criação de cursos on line, melhorias no contato
acadêmico tanto do aluno quanto do professor, adoção de grupos de trabalho. É um

152

programa utilizado pelo mundo acadêmico mundial sendo o elemento que possibilita
nos dias atuais a viabilização de estudos de longa distância (UFAL/CIED, 2021).
Desse modo, o Moodle além de viabilizar o ensino a distância quanto a sua
própria administração de dados e acompanhamento, apresenta diversos recursos de
apoio. Nesse guia mencionamos as principais ferramentas, porém o Moodle permite
várias outras utilizações para apoio didático de educação. Os recursos fornecem base
para o conteúdo que o aluno irá receber (UFAL/CIED, 2021).
As ferramentas de TIC estão disponibilizadas por meio de Ambientes Virtuais
de Aprendizagem (AVA), Plataforma Moodle, para aulas na modalidade a distância e
ou semipresenciais, mantendo o percentual presencial para as avaliações conforme a
carga horária total do curso.
O uso das TIC por parte dos estudantes com necessidades educacionais favorece
não só o aprendizado, mas a participação, com autonomia, na vida acadêmica. No Curso de
Licenciatura em Geografia EaD, os recursos tecnológicos são considerados
potencializadores no processo de ensino-aprendizagem. Nesta perspectiva, são
utilizados o portal do curso e blogs, além de AVA em disciplinas tanto na fase de
formação básica quanto profissional e específica do professor de Geografia.
Os estudantes também dispõem de laboratórios de Informatização nos campi
onde estão situados os Polos, como pode ser observado no item Infraestrutura.
No Curso de Licenciatura em Geografia EaD, as TICs estão integradas ao
processo de ensino-aprendizagem. As disciplinas fazem uso de instrumentos básicos
requeridos por curso da graduação universitária. São abordados fundamentalmente:
usos da linguagem, indução e dedução; novas tecnologias de comunicação, usos do
computador e da Internet; expressão escrita, análise, interpretação e crítica textual.

153

11 CORPO DOCENTE E TUTORIAL

11.1 Núcleo Docente Estruturante (NDE)

Em atendimento à Portaria MEC nº 147, de 02 de fevereiro de 2007; ao Parecer
Conaes nº 04, de 17 de junho de 2010, que trata dos seus princípios, criação e finalidade,
além da Resolução Conaes nº 01, de 17 de junho de 2010, que o normatiza e dá outras
providências, a Ufal instituiu, através da Resolução Consuni/Ufal nº 52, de 05 de
novembro de 2012, no âmbito de seus cursos de graduação os Núcleos Docentes
Estruturantes (NDE), em conformidade com as especificações legais. Estes são compostos
pelo mínimo de cinco membros, todos docentes com titulação de pós-graduação stricto
sensu e de formação na área do curso. Considera-se, igualmente, a afinidade da produção
científica com o eixo do curso e sua dedicação ao mesmo.
O NDE é um órgão consultivo, propositivo e de assessoramento, vinculado ao
colegiado do curso que tem como finalidade de executar, acompanhar e atuar no
processo de concepção, avaliação e atualização do projeto pedagógico do curso, como
também, de desenvolvê-lo e consolidá-lo, para que assim seja construída a identidade
do curso. As atribuições e os critérios de constituição serão deliberados por seus
colegiados superiores, à luz das legislações pertinentes.
Portanto, considerando os referidos dispositivos legais, que tratam da
normatização, dos princípios, da criação e da finalidade do NDE; o Regimento Geral da
Ufal, especificamente os artigos 25 e 26; e a Resolução Consuni/Ufal nº 52/2012, o Curso
de Licenciatura em Geografia EaD compreendendo a importância das atribuições do
NDE, tem indicado docentes para sua composição através do seu colegiado de curso. O
NDE se reúne ordinariamente sistematicamente e extraordinariamente, sempre que for
necessário com o objetivo de avaliar as estruturas curriculares previstas no PPC.
O material didático dos cursos da modalidade de Educação a Distância (EaD)
da Universidade Federal de Alagoas (UFAL) é planejado e estruturado de tal forma
que o conteúdo do que é produzido atende às questões científicas e epistemológicas,
metodologias e políticas contidas no Projeto Pedagógico do Curso. Dessa maneira, o
conhecimento é construído dialogicamente na interlocução entre aluno, professor e
tutor. A Coordenadoria Institucional de Educação a Distância (CIED) da Ufal,
acompanha e avalia todo esse processo no intuito de ajustá-lo e atualizá-lo a luz do

154

desenvolvimento de habilidades e competências específicas, onde as diversas mídias
utilizadas se aplicam ao contexto socioeconômico do público alvo.
Mais uma vez, buscando construir conhecimento, a elaboração do material
didático procura agregar tecnologias que incrementem e desenvolvam a interação e a
autonomia daqueles que aprendem. O material garante acessibilidade tanto nos
momentos síncronos como nos assíncronos, bem como nos momentos de estudos em
EaD como nos encontros presenciais. Todo o material didático é elaborado em com
abordagem do conteúdo específica da área, indicando bibliografias básicas e
complementares, atendendo às especificidades da modalidade de EaD, em particular
quanto à dialogicidade da linguagem, como promotor da autonomia de estudo.
O material didático é produzido por professores titulados e com experiências e
formações nas áreas contempladas pela matriz curricular do curso. Os professores
conteudistas são os profissionais que desenvolvem os conteúdos, a partir das ementas,
bibliografias básicas e complementares, selecionando e reunindo os materiais,
organizando e propondo o estudo de textos e a realização de atividades para a
disciplina sob sua responsabilidade. A construção dos materiais didáticos é
acompanhada por uma equipe multidisciplinar da Cied, composta por profissionais
capazes de desenvolver materiais, apoiando o professor conteudista e especialistas em
EaD.
A Cied acompanha e fomenta a produção de material didático sob os seguintes
aspectos:
• acompanhamento de subsistemas relacionados à concepção, produção e
avaliação da implementação dos cursos e/ou disciplinas na modalidade a
distância;
• auxílio na formação e orientação das ações pertinentes aos professores
conteudistas;
• revisão e compilação de materiais didáticos para EaD;
• auxilio no design das disciplinas; e
•elaboração nas animações, ilustrações (gráficos, tabelas, imagens, etc.),
incluindo o desenho e criação de recursos gráficos para facilitar a navegabilidade e
usabilidade dos materiais nas diferentes mídias.
Especial atenção é devotada à construção do material didático no que diz
respeito à garantia de unidade entre os conteúdos trabalhados e interação entre os

155

diferentes sujeitos envolvidos. Para atender a estas orientações, o material didático
deve:
• com especial atenção, cobrir de forma sistemática e organizada o conteúdo
preconizado pelas diretrizes curriculares, segundo documentação do Ministério da
Educação, para cada área do conhecimento, com atualização permanente;
• ser estruturados em linguagem dialógica, de modo a promover autonomia do
aluno desenvolvendo sua capacidade para aprender e controlar o próprio
desenvolvimento;
• prever um módulo introdutório que leve ao domínio de conhecimentos e
habilidades básicas, referentes à tecnologia utilizada e também forneça para o aluno
uma visão geral da metodologia em educação a distância a ser utilizada no curso,
tendo em vista ajudar seu planejamento inicial de estudos e em favor da construção de
sua autonomia;
• detalhar que competências cognitivas, habilidades e atitudes o aluno deverá
alcançar ao fim de cada disciplina, oferecendo-lhe oportunidades sistemáticas de
autoavaliação;
• dispor de esquemas alternativos para atendimento de alunos com deficiência;
• indicar bibliografia e sites complementares, de maneira a incentivar o
aprofundamento e complementação da aprendizagem.

O material didático está diretamente ligado ao ambiente virtual de
aprendizagem (AVA) que, por sua vez, serve de suporte ao apresentar uma interface
digitalmente intuitiva, buscando promover uma aprendizagem significativa para os
alunos. No AVA o aluno tem acesso às disciplinas do curso, podendo comentar seu
conteúdo, fazer exercícios, tirar dúvidas sobre este conteúdo ou sobre questões
operacionais e administrativas com professores e tutores. Pode também ler avisos e
recados, participar de fóruns e chats, entrar em contato com os seus colegas, etc.
Para além da disponibilização do material didático por meio do AVA, os
professores podem enviar material em outras mídias para os alunos. Há uma logística
que possibilita o envio dos materiais aos polos UAB.

156

11.3 Equipe multidisciplinar
Entende-se por equipe multidisciplinar o grupo de professores e servidores
técnicos com expertises adequadas e necessárias para o desenvolvimento,
acompanhamento e atualização das ações e métodos utilizados no cotidiano da EaD na
Ufal.
Tal equipe se debruça sobre a construção do material didático produzido para a
EaD, sobre análise dos PPC da EaD, sobre aspectos relacionados com o
layout/interface e design instrucional do AVA, sobre a formação específica de
professores e tutores para a EaD, sobre os projetos de extensão dos Cursos EaD, sobre
a organização de eventos que envolvem a EaD, dentre outras atividades.
Além dos professores e servidores concursados que atuam diretamente com o
apoio aos cursos, a equipe multidisciplinar conta com outros profissionais
selecionados para essa finalidade.
A equipe de elaboração de materiais didático é composto por um professor
conteudista, selecionado através de edital, que atuará na equipe multidisciplinar, com
vínculo com a Cied, em atividades típicas da função, referentes à Universidade Aberta
do Brasil, com carga horária de 20 horas semanais. As equipes são assim identificadas:
Equipe Multidisciplinar – Produção de materiais e Formação
Equipe Multidisciplinar – Orientação à Pesquisa
Equipe Multidisciplinar – Consultoria Pedagógica aos Cursos
Equipe Multidisciplinar – Desenvolvimento de Ferramentas Digitais
As atribuições dos participantes da equipe foram informadas no processo de
inscrição publicado em Chamada interna Nº 02/2021 – CIED/UFAL, de 11 de agosto
de 2021, seguindo as orientações da CAPES e definições da CIED, que se destacam:
a) Participar de grupo de trabalho com foco na produção de materiais didáticos
para a modalidade a distância;
b) Adequar conteúdos, materiais didáticos, mídias e bibliografia utilizadas para
linguagem da modalidade a distância;
c)Revisar, quando for o caso, os elementos de conteúdo do material didático;
d)Adequar e disponibilizar, para os coordenadores dos cursos, quando
solicitado, o material didático nas diversas mídias;
e) Auxiliar na produção de material de apoio, manuais e auxílio na elaboração
de material de divulgação dos cursos EaD

157

f) Organizar cursos de formação docente para o desenvolvimento de
habilidades específicas para o uso das ferramentas didáticas da plataforma Moodle;
g) Orientar e auxiliar os professores e tutores na organização do material
pedagógico na plataforma Moodle;
h) Participar de curso de formação na área de EaD ao menos uma vez por ano;
i) Planejar, produzir e desenvolver ferramentas digitais para utilização em EaD,
a serem disponibilizadas para a comunidade acadêmica;
j) Conduzir atividades de pesquisa relacionadas à EaD na Ufal;
h) Desenvolver as atividades docentes na capacitação de coordenadores,
professores e tutores, mediante o uso de recursos e metodologia previstos no plano de
capacitação;
l)Participar de grupo de trabalho para o desenvolvimento de metodologias na
modalidade a distância;
m)Desenvolver estratégias de acompanhamento das atividades de ensino
aplicadas aos cursos na modalidade à distância;
n) Ministrar cursos de formação presenciais ou através de outros recursos
tecnológicos nos polos de apoio presencial, atendidos pela UAB/UFAL;
o) Ter disponibilidade de tempo para os trabalhos relacionados à bolsa UAB,
que envolve reuniões com a equipe da CIED e com as Coordenações dos Cursos, em
horários definidos conforme as necessidades, e que poderão incluir o turno noturno e
finais de semana;
p) Apresentar um plano de trabalho semestral de acordo com as demandas
apresentadas pela CIED.

11.4 Coordenador de Curso
O coordenador é um professor ou pesquisador graduado em Geografia ou áreas
afins, com formação mínima de doutor, com experiência comprovada de 03 (três) anos
de magistério superior, responsável pelas articulações em setores específicos e que
transitará pelos diversos tipos de atividades no sistema geral.
E considerando a Portaria Nº 102, de 10 de maio de 2019 que Regulamenta o
Art. 7º da Portaria CAPES nº 183, de 21 de outubro de 2016, que prevê a realização de
processo seletivo com vistas à concessão das bolsas UAB criadas pela Lei nº 11.273,
de 6 de fevereiro de 2006.

158

O Coordenador de Curso também será escolhido conforme o Regimento
Geral da UFAL (2006), considerando o Artigo em destaque:
Art. 25. O Colegiado de Curso de Graduação é órgão vinculado à Unidade
Acadêmica, com o objetivo de coordenar o funcionamento acadêmico de
Curso de Graduação, seu desenvolvimento e avaliação permanente, sendo
composto de:
I.
05 (cinco) professores efetivos, vinculados ao Curso e seus
respectivos suplentes, que estejam no exercício da docência, eleitos em
Consulta efetivada com a comunidade acadêmica, para cumprirem mandato
de 02 (dois) anos, admitida uma única recondução;
II.
01 (um) representante do Corpo Discente, e seu respectivo
suplente, escolhido em processo organizado pelo respectivo Centro ou
Diretório Acadêmico, para cumprir mandato de 01 (um) ano, admitida uma
única recondução;
III.
01 (um) representante do Corpo Técnico-Administrativo, e seu
respectivo suplente, escolhidos dentre os Técnicos da unidade acadêmica,
eleito pelos seus pares, para cumprir mandato de 02 (dois) anos, admitida
uma única recondução. Parágrafo Único – O Colegiado terá 01 (um)
Coordenador e seu Suplente, escolhidos pelos seus membros dentre os
docentes que o integram (UNIVERSIDADE FEDERAL DE

ALAGOAS, 2006).
Dentre as suas funções estão a de supervisionar o funcionamento do curso e de
todo processo educacional, permitindo o bom andamento do processo pedagógico;
supervisionar as tutorias; indicar e avaliar a nomeação dos tutores e supervisores;
acompanhar os aspectos formais e administrativos do curso, como matrícula,
calendário de atividades, acompanhamento de oferta das disciplinas, recebimento e
distribuição do material.
11.5 Corpo docente: titulação
Quadro N⁰ 15 – Docente, título e carga horária
No.
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12

DOCENTE
Antonio Alfredo Teles de Carvalho
Bruno Ferreira
Cirlene Jeane Santos e Santos
Geraldo Inácio Martins
Gilcileide Rodrigues da Silva
Jose Vicente Ferreira Neto
Jório Bezerra Cabral Júnior
Kinsey Santos Pinto
Kleython de Araujo Monteiro
Maria Francineila Pinheiro dos Santos
Nivaneide Alves de Melo Falcão
Paulo Rogério de Freitas Silva

TÍTULO
Dr. Sc.
Dr. Sc.
Dr. Sc.
Dr. Sc
Dr. Sc
Dr. Sc.
Dr. Sc.
Dr. Sc.
Dr. Sc.
Dr. Sc.
Dr. Sc.
Dr. Sc.

C.H.
DE
DE
DE
DE
DE
DE
DE
DE
DE
DE
DE
DE

159

13
14

Silvana Quintella Cavalcanti Calheiros
Rodrigo Pereira

Dr. Sc.
Dr. Sc.

DE
DE

11.6 Experiência no exercício da docência na educação a distância
Quadro N⁰ 16 – Docente e Experiência
No.
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14

DOCENTE
Antonio Alfredo Teles de Carvalho
Bruno Ferreira
Cirlene Jeane Santos e Santos
Geraldo Inácio Martins
Gilcileide Rodrigues da Silva
Jose Vicente Ferreira Neto
Jório Bezerra Cabral Júnior
Kinsey Santos Pinto
Kleython Monteiro Araújo
Maria Francineila Pinheiro dos Santos
Nivaneide Alves de Melo Falcão
Paulo Rogério de Freitas Silva
Silvana Quintella Cavalcanti Calheiros
Rodrigo Pereira

EXPERIÊNCIA
EAD
Superior a 2 anos
Superior a 5 anos
Superior a 5 anos
Superior a 2 anos
Superior a 5 anos
Superior a 5 anos
Superior a 2 anos
Superior a 2 anos
Superior a 2 anos
Superior a 5 anos
Superior a 5 anos
Superior a 2 anos
Superior a 2 anos
Superior a 2 anos

11.7 Colegiado do Curso
O Curso de Licenciatura em Geografia EaD será conduzido de forma colegiada, por
meio de reuniões ordinária e extraordinária, estando vinculado ao IGDema, nos termos do
Artigo 25 e 26 do Regimento Geral da Ufal. A finalidade do colegiado é coordenar o
funcionamento acadêmico do curso, promover a avaliação permanente com vista no seu
desenvolvimento. Em observância ao Artigo 25 do Regimento Geral, o colegiado do curso
de Geografia Licenciatura é composto por 05 (cinco) professores efetivos, vinculados ao
Curso e seus respectivos suplentes; 01 (um) representante do Corpo Discente, e seu
respectivo suplente; e 01 (um) representante do Corpo Técnico-Administrativo, e seu
respectivo suplente.
Os integrantes do colegiado são eleitos pela comunidade acadêmica por meio
de consulta para cumprir mandato de 02 (dois) anos, sendo admitida uma única
recondução. O Colegiado terá 01 (um) Coordenador e 01 (um) Vice-Coordenador,
escolhidos pelos seus membros dentre os docentes que o integram. As normas gerais
para o processo de consulta dos membros do Colegiado do Curso de Graduação

160

constam do Regimento Interno do IGDema. O colegiado do curso irá se reunir
ordinariamente, pelo menos, 06 (seis) vezes por ano ou extraordinariamente, sempre
que convocados pelos seus coordenadores ou pela maioria simples de seus membros.
Com participação nas instâncias do IGDema, no Fórum dos Colegiados da Ufal, bem
como em ações de apoio aos discentes. O Colegiado do curso de Licenciatura em
Geografia EaD é representado pelo seu coordenador ou membro indicado.
No âmbito de suas atribuições, o colegiado coordena o processo de ensino e de
aprendizagem,

além

de

promover

a

integração

docente-discente,

a

interdisciplinaridade e a compatibilização da ação docente com os planos de ensino,
com vistas à formação profissional. A comunidade acadêmica do curso tem
participação frequente, mediante convite dos seus membros ou de forma voluntária.
As reuniões ordinárias também podem acontecer em parceria com o NDE do curso. As
decisões advindas do Colegiado são encaminhadas a coordenação do curso, a direção
da Unidade Acadêmica ou a instância administrativa competente para a sua posterior
execução, além de serem possíveis a criação de comissões simplificadas para a
resoluções de demandas especificas do curso.

11.8 Experiência no exercício da tutoria na educação a distância
As orientações acerca da tutoria estão amparadas nos dispositivos legais
vigentes, em destaque a Portaria CAPES No. 102/2019, que trata da seleção dos
bolsistas tutores, em que salienta os seguintes pontos: a) Seleção de tutores: deverá
ocorrer por Edital público, devidamente aprovado pelo setor jurídico da instituição de
ensino, e divulgado com 30 dias de antecedência ao término do prazo de inscrição. O
método de seleção ocorre a critério da instituição, podendo ser simplificado, por títulos
e provas, entrevistas, entre outros. Entretanto, a Portaria determina que o método tenha
caráter objetivo e observe o Art. 37 da Constituição Federal em que “a administração
pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do
Distrito Federal

e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade,

impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência” (BRASIL, 1988).
A experiência do docente tutor para o Curso de Licenciatura em Geografia fará
parte dos critérios explícitos em Edital, tais como:

Titulação mínima de graduado;

161

Formação na área de conhecimento; experiência docente na educação básica;
experiência na tutoria ou no ensino superior.

11.9 Titulação e formação do corpo de tutores do curso
O corpo de tutores do curso será selecionado através de Processo Seletivo para
Tutor UAB 202x - Edital xx/AAAA para acompanhar as disciplinas que estão
previstas para o período letivo. O Edital será elaborado pela CIED/UFAL que poderá
prever o processo seletivo para tutor bolsista, com titulação mínima de graduado na
área de conhecimento, experiência docente na educação básica ou ensino superior,
cumprindo as exigências para efetivo credenciamento para desenvolver as atividades
na Universidade Aberta do Brasil no âmbito da Universidade Federal de Alagoas
(UFAL), em seleção que se tornará público a abertura de inscrições para o Processo
Seletivo de tutores Presenciais e a Distância (UAB/UFAL).
Considerando a Lei nº 9.394/1996, no Artigo 80; na Lei nº 11.273/2006 e na
Lei nº 11.502/2007; no Decreto nº 9.057/2017 e no Decreto nº 5.800/2006; na Portaria
Nº 183, de 21 de outubro de 2016, e na Portaria Nº 15, de 23 de janeiro de 2017. A
referida seleção visará vagas com vistas à contratação temporária e formação do
cadastro de reserva para atuação nos cursos de graduação, conforme definido no
projeto pedagógico, e de acordo com o disposto nas cláusulas, subcláusulas e
condições adiante estabelecidas.

11.10 Experiência do corpo de tutores em educação a distância
Os Polos aprovados no Edital N⁰. 9/2022, ainda não têm tutores selecionados.
Contudo, ressaltamos que a experiência do corpo de tutores do Curso de Licenciatura
em Geografia fará parte dos critérios explícitos em Edital, tais como:

Titulação

mínima de graduado; Formação na área de conhecimento; experiência docente na
educação básica; experiência na tutoria ou no ensino superior.

11.11 Interação entre tutores
O Curso de Licenciatura em Geografia através de sua experiência acumulada,
prevê que a interação entre tutores presenciais e online devem ser realizadas através de
reuniões ordinárias, planejamentos e reuniões avaliativas do encerramento de cada

162

período. Todas as atividades devem buscar apoiar as fontes de informações e registros,
resolução de problemas, oferecer novas fontes de procedimentos que possam: guiar,
orientar e apoiar a promoção de uma compreensão profunda das atividades de tutoria.
11.12 Número de vagas
Considerando as orientações do Programa Universidade Aberta do Brasil
(UAB), publicado no Edital N⁰. 9/2022, em que definiram os parâmetros para oferta
dos Cursos de Licenciatura, segue a identificação dos polos ativos e número de vagas
para o curso, cotas de ações afirmativas e o total de vagas.
Quadro N⁰ 17 – Número de vagas - 150
Polo

Número de vagas Cotas de ações

Total

afirmativas
Maceió

15

15

30

Arapiraca

15

15

30

Maragogi

15

15

30

Cajueiro

15

15

30

São José da Laje

15

15

30

Total

75

75

150

Apesar de o curso ter manifestado a indicação de 5 polos, como previsto no
Edital, como parte inicial de apresentar as intenções de quais polos deseja ofertar. A
Cied adverte que existem outras instâncias posteriores que podem modificar, ampliar,
ajustar a indicação inicial, inclusive a própria Capes pode deferir ou não a indicação
dos polos realizada pela IES.
Assim sendo, não há garantias de que os polos indicados pelas Unidades
Acadêmicas serão os aprovados na articulação, como o que ocorreu no caso da oferta
para os cursos da Ufal neste edital. Neste momento não temos como fazer a alteração
no quantitativo de polos e nem em quais polos o curso vai oferecer vagas, até pelo fato
de que a aprovação pela Capes tem como referência a estratégia nacional de EAD.
Somente quando estiver na fase de elaboração dos PPCs iremos questionar a Capes
sobre eventuais mudanças, mesmo indo em desacordo com o edital e com o sistema de
manter os 5 polos identificados no quadro.

163

As vagas estão dispostas de acordo com a Resolução N° 86/2018
Consuni/Ufal, que regulamenta a implementação de Políticas de Ações Afirmativas
nos cursos e programas de pós-graduação da Ufal e com o Plano de Capacitação e
Qualificação dos Servidores da Ufal, obedecendo a seguinte distribuição:
(i)

20% das vagas ficam reservadas para candidatos negros (pretos e pardos);

(ii)

10% das vagas para candidatos indígenas;

(iii)

10% das vagas para candidatos com deficiência;

(iv)

10% das vagas para servidores da Ufal; e

(v)

50% das vagas para candidatos em condições de ampla concorrência.

164

12 INFRAESTRUTURA
12.1 Espaço de trabalho para o coordenador
A sala da coordenação está situada na Unidade Acadêmica (IGDema) junto
com as demais coordenações dos cursos presenciais (Bacharelado e Licenciatura). Na
sala há computador, acesso à internet, impressora sem funcionar, telefone, armário de
ferro de arquivos e armário de ferro. O ambiente conta com um ar condicionado em
péssimas condições, as paredes da sala precisam de uma pintura e as cadeiras estão em
bom estado de conservação. Os armários servem para as pastas de arquivos, guardar
materiais de consumo diversos e documentos gerais de alunos além de
correspondências recebidas e expedidas (Memorandos, Ofícios e Circulares) e outros.

12. 2 Infraestrutura dos Polos

12.2.1 Polo Arapiraca
Av. Manoel Severino Barbosa, CEP: 57309-005 (Campus da UFAL).
Coordenadora: Karol Fireman de Farias
Telefone: (82) 98574-8192; 99620-6444; 3482-1836
E-mail: karol.farias@arapiraca.ufal.br
Disponibilidade do imóvel: Próprio Tipo: Polo do sistema UAB Compartilhamento:
Universidade Federal de Alagoas
Dependências: 30 salas de aulas, sala de vídeo, auditório, biblioteca, reprografia, 12
banheiros, 03 laboratórios de ensino (química, biologia, enfermagem), laboratório de
matemática, laboratório de física, sala da coordenação UAB, secretaria UAB, e
laboratório de informática próprio da UAB.
Área total: 1500M² Capacidade de alunos por dependência: - Laboratório de
informática próprio da UAB: 30; - Auditório: 150; - Sala de vídeo: 30; - Salas de
aulas: 30; 121 - Biblioteca: 80; - Laboratórios de ensino: 20 cada; - Laboratório de
matemática: 15; - Laboratório de física: 20.

165

Quantidade de equipamentos (por dependência): - Laboratório: 30 computadores
equipados com estabilizadores; - Coordenação do Polo: 01 laptop, 01 scanner, 01 tela
de projeção, 02 Data shows.
12.2.2 Polo Maceió
Endereço: Av. Lourival De Melo Mota, Km 97,6 BR 104, S/N, Campus A. C. Simões,
UFAL, Bloco 14, 1º Andar.
Coordenador (a): Elielba Mendes Alves Pinto
Telefone: 3214-1397,
E-mail: polomaceio@gmail.com ou elielbamendes@gmail.com
Disponibilidade do imóvel: Cedido Tipo: Polo do sistema UAB Compartilhamento:
Universidade Federal de Alagoas.
Dependências: Laboratório de informática, sala de reunião, sala do coordenador, sala
dos tutores, secretaria, sala de vídeo, 9 salas de aula, 2 banheiros no térreo, 2 banheiros
no 1º andar, 1 biblioteca, laboratório de física, Laboratório de matemática. Área total:
900 m² Capacidade de alunos por dependência: - Laboratório: 40; - Salas de aulas: 40;
Biblioteca: 100; - Laboratórios de ensino: 20 cada; - Laboratório de matemática: 16; Laboratório de física: 24.
Quantidade de equipamentos (por dependência): - Laboratório de Informática: 40
computadores, data show, impressora, televisão, data show, computador, som, telão; Sala dos tutores: 5 computadores, 1 impressora; - Secretária: 2 computadores, 2
impressoras multiuso; 122 - Sala da coordenação: impressora multiuso, 1 computador,
5 data shows, 1 laptop.
12.2.3 Polo Maragogi
Endereço: Praça Maridite Acioli, s/n, Centro, Maragogi -AL. CEP: 57955000.
Coordenador (a): Cacilda Buarque Silva
Telefone: (82) 99302-9392
E-mail: polouabmaragogi@gmail.com
Disponibilidade do imóvel: Cedido Tipo: Polo do sistema UAB
Compartilhamento: Escola municipal
Dependências: Secretaria, Sala de coordenação, Sala de tutoria, Sala de reuniões, 8
banheiros, 03 Salas de aulas, 02 Laboratórios de Informática, Laboratório de biologia
e matemática, Sala de vídeo conferência, Biblioteca.

166

Área total: 1542,24 m² Capacidade de alunos por dependência: - Sala de reuniões: 10 Laboratório de informática: 15 cada; - Salas de aulas: 40; - Biblioteca: 24; Laboratórios de biologia: 20; - Sala de videoconferência: capacidade para 60 pessoas.
Quantidade

de

equipamentos

(por

dependência):

-

Secretaria:

Impressora,

Computador, Caixa de som, Telefone; - Sala da coordenação: Computador,
Impressora, Caixa de som, 3 data show, 3 telas de projeção; - Sala de tutoria: 02
Computadores, Caixa de som; - Sala de videoconferência: Data show, Caixa de som,
Notebook, TV 42”, Tela interativa; - Laboratório de informática 1: 01 Impressora, 25
computadores, Caixa de som, Tela de projeção, 25 Heads set, Webcam; - Laboratório
de informática 2: 25 Computadores, Caixa de som, 25 Headset, Webcam; - Biblioteca:
5 Computadores, Caixa de som.
12.2.4 Polo Cajueiro
Endereço: Escola Municipal João Teixeira Costa. Conj. Antônio P Soriano Melo I, s/n
Centro. CEP: 57770-000
Coordenador: Isa Maria Teixeira Guimarães
Telefone: 3284-1673
E-mail: uabcajueiro@gmail.com
Escola municipal: João Teixeira Costa
Dependências: Secretaria, Sala de coordenação, Sala de tutoria, Sala de reuniões,
Número de banheiros: 08
Número de Salas de aulas: 05
Laboratórios de Informática: 01
Biblioteca: 01
Área total: 24 m²
Capacidade de alunos por dependência:
Sala de reuniões: 10
Laboratório de informática: 49
Salas de aulas: 49
Biblioteca: 08
Laboratórios de biologia: aguardando os equipamentos para o laboratório.
Quantidade de equipamentos (por dependência): Secretaria: Impressora, Computador,
Caixa de som, Telefone; - Sala da coordenação: Computador, Impressora, Caixa de

167

som, data show, telas de projeção; Sala de tutoria: 02 Computadores, Caixa de som; Sala de videoconferência: Data show, Caixa de som, Notebook, TV 42”, Tela
interativa; - Laboratório de informática 1: 01 Impressora, 25 computadores, Caixa de
som, Tela de projeção, 25 Heads set, Webcam; - Laboratório de informática 2: 25
Computadores, Caixa de som, 25 Headset, Webcam; - Biblioteca: 5 Computadores,
Caixa de som.

12.2.5 Polo São José da Laje
Nome completo e contatos do corpo técnico-administrativos:
coordenador(a) NARA NÚBIA DE ALMEIDA MORAIS
secretário(a) MARIA DO SOCORRO LOPES DOS SANTOS
fone: 82 99433-4163
e-mail: socorrolili@yahoo.com.br
Técnicos TI: KEFFSON DE LIMA SILVA
fone: 82 99112-9692
e-mail: keffsonsilva@gmail.com
Técnicos TI: KEFFSON DE LIMA SILVA
fone: 82 99112-9692
e-mail: keffsonsilva@gmail.com
JUAN LUCAS OLIVEIRA DE BRITO
fone: 82 99178-3210
e-mail: juanlucas1998@gmail.com
Auxiliar de biblioteca: NIVEA LUCIA BRITO
fone: 82 99167-7722
e-mail: nivealucia3@gmail.com
Dependências do polo:
08 salas
01 laboratório de informática
01 biblioteca
01 pátio coberto
01 pátio aberto
WC Masculino (com 03 unidades)
WC Feminino (com 03 unidades)

168

sala coordenação
secretaria acadêmica
sala de reunião
banheiro
cozinha
Capacidade máxima de discentes por dependência:
45 a 50 Discentes (nas salas de aula)
30 Discentes (no laboratório de informática)
Área total utilizada pelo polo: 1.100m2 de área construída (mais 1.000m2 de terreno
aberto, aproveitado com o plantio de verduras e hortaliças)
PATRIMÔNIO DO POLO:
Quantidade de equipamentos de informática:
30 máquinas (porém bastante obsoletas, são de 2007 - pregão 45/2007)
30 estabilizadores
03 impressoras
sistema operacional utilizado nos computadores dos laboratórios:
linux
Tipo de internet e velocidade máxima de acesso à internet:
tipo fibra ótica
Velocidade 5MB
Acervo da biblioteca própria dos cursos UAB:
Biblioteca funciona exclusivamente para alunos UAB (o mec enviou livros sem
especificação para qual curso. o IFAL enviou livros para atender os cursos que eles
ofertam no polo [biologia, letras e administração]. notas fiscais seguem em anexo).
mobiliário próprio para uso do polo:
salas de aula
225 cadeiras universitárias
05 birôs
15 cadeiras estofadas sem braço
Sala da direção
01 mesa de reunião
03 birôs
02 bancadas
01 armário de aço para os tutores presenciais

169

13 cadeiras estofadas sem braço
02 jogos de cadeiras
01 bebedouro
01 armário de aço
02 arquivos de aço
02 estantes de aço
01 armário em MDF
biblioteca
01 birô
02 mesas grandes
01 mesa redonda pequena
16 estantes de aço
labin
04 bancadas para os computadores
01 birô
01 cadeira estofada sem braço
30 cadeiras giratórias
cozinha
01 geladeira
01 fogão
01 mesa redonda pequena
compartilhamento
no espaço funciona apenas o polo
3. quais instituições de ensino superior operam atualmente no polo:
UFAL, IFAL e UNCISAL
capacidade do polo em receber outras atividades de pesquisa e extensão:
disponibilidade total. Os dias da semana são livres a qualquer horário, pois o polo
funciona nos dois turnos.

170

REFERÊNCIAS
BRASIL. Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas
Educacionais Anísio Teixeira Diretoria de Avaliação da Educação Superior,
Coordenação Geral de Avaliação de Cursos de Graduação e IES. Referenciais de
Acessibilidade na Educação Superior e a Avaliação In Loco do Sistema Nacional
de Avaliação da Educação Superior (SINAES). - PARTE I - Avaliação de Cursos
de Graduação. Brasília, jul. de 2013, 52p.
BRASIL. Ministério da Educação, Secretaria de Educação Superior. Referenciais
Curriculares Nacionais dos Cursos de Bacharelado e Licenciatura do MEC.
Brasília, abr. de 2010, 104p.
BRASIL. Ministério da Educação, Secretaria de Educação Superior. Projeto
diagnóstico e avaliação do ensino de Geografia no Brasil. (Org. Aldo Paviani) Documento Final, Brasília, 1984. 33p.
PORTO A. L. A. O Curso de História na Universidade Federal de Alagoas: dos
Primórdios à sua Consolidação (1952-1979) IN: ANPUH – XXV SIMPÓSIO
NACIONAL DE HISTÓRIA – Fortaleza, 2009. 11p.
INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍTICAS (IBGE). Regiões de
influência das cidades: 2018, Coordenação de Geografia. Rio de Janeiro: IBGE, 2020.
192 p.
SALTON, Bruna Poletto; AGNOL, Anderson Dall; TURCATTI, Alissa. Manual de
acessibilidade em documentos digitais. Bento Gonçalves, RS: Instituto Federal de
Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul, 2017.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS, UFAL. Instituto de Geografia,
Desenvolvimento e Meio Ambiente, Coordenação do Curso de Geografia Licenciatura.
Projeto Político-Pedagógico (PPP 2006). Maceió, jan. de 2007. 62p.
UFAL, Universidade Federal de Alagoas, Instituto de Geografia, Desenvolvimento e
Meio Ambiente, Coordenação do Curso de Geografia Licenciatura. Projeto PolíticoPedagógico – PPP2012. Maceió, out. de 2011. 133p.
UFAL, Universidade Federal de Alagoas. Instituto de Geografia, Desenvolvimento e
Meio Ambiente (IGDema). Plano de Desenvolvimento da Unidade – PDU.
(IGDema). Maceió: 20/09/2012. s.n.t.
UFAL, Universidade Federal de Alagoas. Plano de Desenvolvimento Institucional –
PDI. Aprovado pela Resolução nº 38/2013-Consuni/Ufal, de 03 de junho de 2013.
homologa a resolução nº. 33/2013 Consuni/Ufal que aprovou,“Ad Referendum”,
o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI/Ufal).
UFAL, Universidade Federal de Alagoas. Documento de orientação para
elaboração dos projetos pedagógicos dos cursos de graduação da Ufal. Maceió:
Prograd, 2016. Não paginado.

171

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS, UFAL. Instituto de Geografia,
Desenvolvimento e Meio Ambiente (IGDema). Programa de Extensão do Instituto de
Geografia Desenvolvimento e Meio Ambiente (2019/2024). Geografia e Sociedade
LEGISLAÇÃO E INSTRUMENTOS NORMATIVOS
LEIS
BRASIL. Lei nº 3.867 de 25 de janeiro de 1961. Cria a Universidade de Alagoas e dá outras
providências.
BRASIL. Lei nº 6.664 de 26 de junho de 1979. Disciplina a profissão de Geógrafo e dá
outras providências. Publicada no D.O.U. DE 27 JUN 1979 - Seção I - p. 9.017.
BRASIL. Lei nº 7.399, de 4 de novembro de 1985. Altera a redação da Lei nº. 6.664,
de 2 de junho de 1979, que disciplina a profissão de Geógrafo. Publicada no D.O.U. de
05 nov. de 1985 - Seção II - pág. 16.113. * Regulamentada pelo Decreto nº 92.290 de
10/01/86.
BRASIL. Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da
educação nacional. Art. 66 - referente a titulação do corpo docente. Outras legislações
podem ser encontradas no site do MEC e da Ufal
BRASIL. Lei 9.795, de 27 de abril de 1999. Dispõe sobre a educação ambiental,
institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências.
BRASIL. Lei nº 10.172/2001 - Plano Nacional de Educação. Aprova o Plano Nacional
de Educação e dá outras providências.
BRASIL. Lei nº 10.436 de 24 de abril de 2002. Dispõe sobre a Língua Brasileira de
Sinais - Libras e dá outras providências.
BRASIL. Lei nº 10.639, de 9 de janeiro de 2003. Altera a Lei no 9.394, de 20 de
dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para
incluir no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática "História
e Cultura Afro-Brasileira", e dá outras providências.
BRASIL. Lei nº 11.645, de 10 de março de 2008. Altera a Lei no 9.394, de 20 de
dezembro de 1996, modificada pela Lei no 10.639, de 9 de janeiro de 2003, que
estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial
da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira e
Indígena”.
BRASIL. Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008. Dispõe sobre o estágio de
estudantes; altera a redação do art. 428 da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT,
aprovada pelo Decreto-Lei no 5.452, de 1o de maio de 1943, e a Lei no 9.394, de 20
de dezembro de 1996; revoga as Leis nos 6.494, de 7 de dezembro de 1977, e 8.859,
de 23 de março de 1994, o parágrafo único do art. 82 da Lei no 9.394, de 20 de
dezembro de 1996, e o art. 6o da Medida Provisória no 2.164-41, de 24 de agosto de
2001; e dá outras providências.

172

BRASIL. Lei nº 12.319, de 1º de setembro de 2010. Regulamenta a profissão de
Tradutor e Intérprete da Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS.
Lei n° 12.764, de 27 de dezembro de 2012. Institui a Política Nacional de Proteção dos
Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista; e altera o § 3o do art. 98 da
Lei no 8.112, de 11 de dezembro de 1990.
Lei nº 10.048, de 8 de novembro de 2000. Dá prioridade de atendimento às pessoas
que especifica, e dá outras providências.
Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Estabelece normas gerais e critérios
básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou
com mobilidade reduzida, e dá outras providências.
Lei Nº 10.436, de 24 de abril de 2002. Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais
(LIBRAS) e dá outras providências.
Lei nº 10.861, de 14 de abril de 2004. Institui o Sistema Nacional de Avaliação da
Educação Superior (SINAES) e dá outras providências.
LEI Nº 11.502, DE 11 DE JULHO DE 2007. Modifica as competências e a estrutura
organizacional da fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível
Superior - CAPES, de que trata a Lei no 8.405, de 9 de janeiro de 1992; e altera as Leis
nos 8.405, de 9 de janeiro de 1992, e 11.273, de 6 de fevereiro de 2006, que autoriza a
concessão de bolsas de estudo e de pesquisa a participantes de programas de formação
inicial e continuada de professores para a educação básica

DECRETOS
Decreto 7.824, de 11 de outubro de 2012. Regulamenta a Lei no 12.711, de 29 de
agosto de 2012, que dispõe sobre o ingresso nas universidades federais e nas
instituições federais de ensino técnico de nível médio.
Decreto nº 5.707/06, de 26 de fevereiro de 2006. Institui a Política e as Diretrizes para
o Desenvolvimento de Pessoal da administração pública federal direta, autárquica e
fundacional, e regulamenta dispositivos da Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990.
Decreto nº 61.897, de 13 de dezembro de 1967. Aprova o plano de Reestruturação da
Universidade Federal de Alagoas.
Decreto nº 7.234, de 19 de julho de 2010. Dispõe sobre o Programa Nacional de
Assistência Estudantil - PNAES.
Decreto nº 1.044, de 21 de outubro de 1969. Dispõe sobre tratamento excepcional para
os alunos portadores das afecções que indica.
Decreto nº 3.867, de 25 de janeiro de 1961. Cria a Universidade de Alagoas e dá outras
providências.

173

Decreto nº 6.202, de 17 de abril de 1975. Atribui à estudante em estado de gestação o
regime de exercícios domiciliares instituído pelo Decreto-lei nº 1.044, de 1969, e dá
outras providências.
Decretos nº 70.516, de 12 de maio de 1972. Altera o Decreto nº 60.999, de 13 de julho
de 1967, que aprovou o Quadro Único de Pessoal da Universidade Federal de Alagoas,
retificado pelos de nº s. 63.625, de 14 de novembro de 1968, e 65.250, de 30 de
setembro de 1969, e dá outras providências.
Decreto nº 85.138, de 15 setembro 1980. Regulamenta a Lei nº 6.664, de 26 JUN
1979, que disciplina a profissão de Geógrafo, e dá outras providências. Publicado no
D.O.U DE 17 SET 1980 - Seção II - P. 18.545.
Decreto nº 5.622/2005. Regulamenta o art. 80 da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de
1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional - referente a EaD.
Decreto nº 5.296/04, de 02 de dezembro de 2004. Regulamenta as Leis nos 10.048, de
8 de novembro de 2000, que dá prioridade de atendimento às pessoas que especifica, e
10.098, de 19 de dezembro de 2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos
para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com
mobilidade reduzida, e dá outras providências.
Decreto nº 4.281 de 25 de junho de 2002. Regulamenta a Lei no 9.795, de 27 de abril
de 1999, que institui a Política Nacional de Educação Ambiental, e dá outras
providências.
Decreto nº 5.626 de 22 de dezembro de 2005. Regulamenta a Lei no 10.436, de 24 de
abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras, e o art. 18 da
Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000.
Decreto nº 5.622, de 19 de dezembro de 2005. Regulamenta o art. 80 da Lei nº 9.394,
de 20 de dezembro de 1996 (LDB).
RESOLUÇÕES
RESOLUÇÃO Nº 113/95 – CEPE, de 13 de novembro de 1995. Estabelece normas para o
funcionamento da parte flexível do sistema seriado dos cursos de graduação.
RESOLUÇÃO CNE/CP 1 DE 18 de fevereiro de 2002. Institui Diretrizes Curriculares
Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior,
curso de licenciatura, de graduação plena.
RESOLUÇÃO N° 32/2000 - CEPE, de 11 de setembro de 2000. Homologa a Resolução
n° 27/2000, que alterou, "ad referendum", dispositivos da Resolução n° 41197- Cepe.
Estabelece normas complementares à Lei n° 6494, de 07 de dezembro de 1997 e o
Decreto n° 87.497, de 18 de agosto de 1982, referente ao Estágio Curricular Não
obrigatório e de Treinamento de Pessoal.
RESOLUÇÃO CNE/CES N°14/2002, de 14 de março de 2002. Estabelece as
Diretrizes Curriculares para os cursos de Geografia.

174

RESOLUÇÃO Nº 2, DE 1º DE JULHO DE 2015. Define as Diretrizes Curriculares
Nacionais para a formação inicial em nível superior (cursos de licenciatura, cursos de
formação pedagógica para graduados e cursos de segunda licenciatura) e para a
formação continuada.
RESOLUÇÃO Nº 25/2005 - CEPE, de 26 de outubro de 2005 INSTITUI E
REGULAMENTA O FUNCIONAMENTO DO REGIME ACADÊMICO
SEMESTRAL NOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UFAL.
RESOLUÇÃO CNE/CP Nº 2, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2017 (*) Institui e orienta
a implantação da Base Nacional Comum Curricular, a ser respeitada obrigatoriamente
ao longo das etapas e respectivas modalidades no âmbito da Educação Básica.
RESOLUÇÃO Nº 4, DE 17 DE DEZEMBRO DE 2018 (*) Institui a Base
Nacional Comum Curricular na Etapa do Ensino Médio (BNCC-EM), como etapa
final da Educação Básica, nos termos do artigo 35 da LDB, completando o conjunto
constituído pela BNCC da Educação Infantil e do Ensino Fundamental, com base na
Resolução CNE/CP nº 2/2017, fundamentada no Parecer CNE/CP nº 15/2017.
RESOLUÇÃO Nº 3, DE 3 DE OUTUBRO DE 2018 (*) Altera o Art. 22 da Resolução
CNE/CP nº 2, de 1º de 2015, que define as Diretrizes Curriculares Nacionais para a
formação inicial em nível superior (cursos de licenciatura, cursos de formação
pedagógica para graduados e cursos de segunda licenciatura) e para a formação
continuada.
RESOLUÇÃO CNE/CP 2, DE 19 DE FEVEREIRO DE 2002. Institui a duração e a
carga horária dos cursos de licenciatura, de graduação plena, de formação de
professores da Educação Básica em nível superior.
RESOLUÇÃO CNE/CP Nº 2, DE 20 DE DEZEMBRO DE 2019. Define as Diretrizes
Curriculares Nacionais para a Formação Inicial de Professores para a Educação Básica
e institui a Base Nacional Comum para a Formação Inicial de Professores da Educação
Básica (BNC-Formação).
RESOLUÇÃO Nº 2, DE 1º DE JULHO DE 2015 Define as Diretrizes Curriculares
Nacionais para a formação inicial em nível superior (cursos de licenciatura, cursos de
formação pedagógica para graduados e cursos de segunda licenciatura) e para a
formação continuada.
RESOLUÇÃO Nº 7, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2018 Estabelece as Diretrizes para a
Extensão na Educação Superior Brasileira e regimenta o disposto na Meta 12.7 da Lei
nº 13.005/2014.
RESOLUÇÃO Nº 69/2010-CONSUNI/UFAL, 2010. Modifica dispositivos da
Resolução nº 25/2005-CEPE/UFAL, que regulamenta o regime acadêmico dos cursos
de graduação da UFAL.

175

RESOLUÇÃO Nº 25/2005-CEPE, 2005 institui e regulamenta o funcionamento do
regime acadêmico semestral nos cursos de graduação da UFAL, a partir do ano letivo
de 2006.
RESOLUÇÃO CNE/CP N°3, de 18 de dezembro de 2002. Institui as Diretrizes
Curriculares Nacionais Gerais para a organização e o funcionamento dos cursos
superiores de tecnologia.
RESOLUÇÃO Nº 1, de 17 de junho de 2004. Institui Diretrizes Curriculares
Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e
Cultura Afro-Brasileira e Africana.
RESOLUÇÃO Nº 1.010, de 22 de agosto de 2005. Dispõe sobre a regulamentação da
atribuição de títulos profissionais, atividades, competências e caracterização do âmbito
de atuação dos profissionais inseridos no Sistema Confea/Crea, para efeito de
fiscalização do exercício profissional.
RESOLUÇÃO Nº 25/2005 - CEPE, de 26 de outubro de 2005. Institui e regulamenta o
funcionamento do Regime Acadêmico Semestral nos Cursos de Graduação da Ufal a
partir do ano letivo de 2006.
RESOLUÇÃO Nº 71/2006 - CONSUNI/UFAL, de 18 de dezembro de 2006.
Disciplina os estágios curriculares dos cursos de graduação da Ufal.
RESOLUÇÃO Nº 36/2008 - CONSUNI/UFAL, de 11 de junho de 2008. Altera
dispositivo da resolução nº 71/2006 - Consuni/Ufal, que disciplina os estágios
curriculares dos cursos de graduação da Ufal.
RESOLUÇÃO Nº 69/2010 - CONSUNI/UFAL, de 12 de novembro de 2010. Modifica
os dispositivos da Resolução nº 25/2005- Cepe/Ufal que regulamenta o regime
acadêmico dos cursos de graduação da Ufal.
RESOLUÇÃO Nº 52/2012 de 05 de novembro de 2012 - CONSUNI/UFAL. Institui o
Núcleo Docente Estruturante (NDE) no âmbito da Ufal.
RESOLUÇÃO Nº 38/2013-CONSUNI/UFAL, de 03 de junho de 2013. Homologa a
Resolução nº. 33/2013 Consuni/Ufal que aprovou,“Ad Referendum”, o Plano de
Desenvolvimento Institucional - PDI/Ufal (2013-2017).
RESOLUÇÃO Nº 65 DE 2014 UFAL/CONSUNI. Estabelece a atualização das
diretrizes gerais das atividades de extensão no âmbito da Ufal.
RESOLUÇÃO N° 04/2018 CONSUNI/UFAL. Regulamenta as ações de extensão
como componente curricular obrigatório nos projetos pedagógicos dos cursos de
graduação da Ufal. 19 de fev. 2018
RESOLUÇÃO N°06/2018 CONSUNI/UFAL, de 19 de fevereiro de 2018. Define os
Componentes Curriculares comuns aos cursos de graduação de formação de
professores para a educação básica no âmbito da Ufal.

176

RESOLUÇÃO Nº 65 DE 2014. estabelece a atualização das diretrizes gerais das
atividades de extensão no âmbito da UFAL.
RESOLUÇÃO Nº 7, de 18 de dezembro de 2018, do Ministério da Educação.
Estabelece as Diretrizes para a Extensão na Educação Superior Brasileira e regimenta
o disposto na Meta 12.7 da Lei nº 13.005/201, que aprova o Plano Nacional de
Educação – PNE 2014-2024 e dá outras providências.
RESOLUÇÃO CNE/CES nº 7/2018, de 18 de dezembro de 2018 que estabelece as
Diretrizes para a Extensão na Educação Superior Brasileira e regimenta o disposto na
Meta 12.7 da Lei nº 13.005/2014, que aprova o Plano Nacional de Educação – PNE
2014-2024.

PARECERES
Parecer CNE/CES nº 492, de 3 de abril de 2001. Aprova as Diretrizes Curriculares
Nacionais dos cursos de Arquivologia, Biblioteconomia, Ciências Sociais Antropologia, Ciência Política e Sociologia, Comunicação Social, Filosofia,
Geografia, História, Letras, Museologia e Serviço Social.
Parecer CNE/CP nº 09/2001, 8 de maio de 2001. Diretrizes Curriculares Nacionais
para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de
licenciatura, de graduação plena.
Parecer CNE/CES nº 1.363, de 12 de dezembro de 2001. Retifica o Parecer CNE/CES
nº 492, de 3 de abril de 2001, que aprova as Diretrizes Curriculares Nacionais dos
cursos de Arquivologia, Biblioteconomia, Ciências Sociais - Antropologia, Ciência
Política e Sociologia, Comunicação Social, Filosofia, Geografia, História, Letras,
Museologia e Serviço Social.
Parecer CNE/CES nº 52/2007, de 13 de março de 2007. Autorização para o
funcionamento de campus fora de sede da Universidade Federal de Alagoas.
Parecer CONAES n° 4, de 17 de junho de 2010. Dispõe sobre o Núcleo Docente
Estruturante – NDE
Parecer CNE/CEB Nº: 7/2010. Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a
Educação Básica.
PORTARIAS
Portaria nº 2.678/02, de 24 de setembro de 2002 MEC/Secadi. Política Nacional de
Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva.
Portaria n° 1024, de 11 de maio de 2006. As atualizações do Catálogo Nacional dos
Cursos Superiores de Tecnologia serão divulgadas no sítio eletrônico oficial do
Ministério da Educação e outras providências.
Portaria n°10 de 28 de julho de 2006. Aprova em extrato o Catálogo Nacional dos
Cursos Superiores de Tecnologia;

177

Portaria Normativa n. 40 de 12 de dezembro de 2007. Institui o e-MEC, sistema
eletrônico de fluxo de trabalho e gerenciamento de informações relativas aos
processos de regulação, avaliação e supervisão da educação superior no sistema
federal de educação, e o Cadastro e-MEC de Instituições e Cursos Superiores e
consolida disposições sobre indicadores de qualidade, banco de avaliadores (Basis) e o
Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) e outras disposições.
PORTARIA Nº 183, DE 21 DE OUTUBRO DE 2016. Regulamenta as diretrizes
para concessão e pagamento de bolsas aos participantes da preparação e execução dos
cursos e programas de formação superior, inicial e continuada no âmbito do Sistema
Universidade Aberta do Brasil (UAB).
PORTARIA Nº 102, DE 10 DE MAIO DE 2019 Regulamenta o Art. 7º da Portaria
CAPES nº 183, de 21 de outubro de 2016, que prevê a realização de processo seletivo
com vistas à concessão das bolsas UAB criadas pela Lei nº 11.273, de 6 de fevereiro
de 2006.
PORTARIA Nº 183, DE 21 DE OUTUBRO DE 2016. Regulamenta as diretrizes para
concessão e pagamento de bolsas aos participantes da preparação e execução dos
cursos e programas de formação superior, inicial e continuada no âmbito do Sistema
Universidade Aberta do Brasil (UAB).
INSTRUÇÕES NORMATIVAS
INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 03 PROGRAD. Fórum dos Colegiados, de 20 de
setembro de 2013. Dispõe sobre os procedimentos para reformulação dos projetos
pedagógicos dos cursos de graduação da Ufal.
INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01 PROGRAD. Fórum das Licenciaturas, de 27 de
setembro de 2013. Disciplina a redução da carga horária de estágio curricular
supervisionado para os (as) discentes dos cursos de Licenciatura da Ufal que exercem
atividade docente regular na Educação Básica.
INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 02 PROGRAD. Fórum das Licenciaturas, de 27 de
setembro de 2013. Disciplina a construção de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)
nos cursos de graduação da Ufal.
INSTRUÇÃO NORMATIVA PROEX Nº01/2021. Dispõe sobre os procedimentos
para implantação da extensão como componente curricular obrigatório nos projetos
pedagógicos dos cursos de graduação da Ufal.
INSTRUÇÃO NORMATIVA PROGRAD Nº 5, de 16 de dezembro de 2019.
Disciplina e orienta os processos de aproveitamento de atividades laborais, para fins
de dispensa parcial da carga horária dos estágios obrigatórios nos cursos de Pedagogia
e licenciaturas.